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CBO 2002 Família 3518 R$ 3.275 na admissão +3 postos em 12 meses 42 atividades

CBO 3518-05 — Detetive profissional

O código 3518-05 identifica a ocupação detetive profissional na CBO 2002, dentro da família 3518 — Agentes de investigação e identificação. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um detetive profissional

Investigam crimes; elaboram perícias de objetos, documentos e locais de crime; planejam investigações; efetuam prisões, cumprindo determinação judicial ou em flagrante delito; identificam pessoas e cadáveres, coletando impressões digitais, palmares e plantares. Atuam na prevenção de crimes; gerenciam crises, socorrendo vítimas, intermediando negociações e resgatando reféns; organizam registros papiloscópicos e custodiam presos. Registram informações em laudos, boletins e relatórios; colhem depoimentos e prestam testemunho.

Descrição oficial da família 3518 — Agentes de investigação e identificação, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Investigadores de polícia e papiloscopistas policiais trabalham em órgãos da administração pública, de segurança e defesa, como estatutários. Os detetives profissionais atuam em empresas de serviços pessoais ou por conta própria. O trabalho dessas ocupações, geralmente, é realizado em equipe, sob supervisão ocasional. Os profissionais trabalham em locais fechados, abertos ou em veículos, em horários irregulares e variados, com ou sem rodízio de turnos. Podem estar sujeitos a situações de pressão, à exposição de material tóxico e risco de morte.

Recursos de trabalho

Algemas; Aparelhos de comunicação; Armas; Carteira de identificação funcional; Colete à prova de bala; Gravador; Lupas; Máquina filmadora; Pincéis; Produtos químicos.

Quanto ganha um detetive profissional

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.21510% ganham até R$ 3.275mediana R$ 8.01010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 5.058

Entrada × quem já está

R$ 3.275 ao ser admitido · R$ 5.058 para quem tem vínculo ativo +54,4%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de detetive profissional foi de R$ 3.275 — metade das 16 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.215 e os 10% de maior, acima de R$ 8.010.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 5.058, ou seja, 54,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 127 meses.

Considerando a jornada média de 43.1 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 17,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.275
Por ano (12 salários)R$ 39.300
Por semanaR$ 754
Por hora (43.1h/sem)R$ 17,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.275 100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 5.067 75,8%
  • Mulheres — R$ 5.016 24,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

16

Desligamentos

13

Saldo

+3

Rotatividade

1,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: ago/26 (+4) saldo negativo · pior: jul/26 (-2)

Em 12 meses houve 16 admissões e 13 desligamentos de detetive profissional, o que significa que o mercado formal abriu 3 postos de trabalho no período, com rotatividade de 1,3% sobre o estoque de vínculos.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 36,4%
  • 1 a 4 empregados 18,2%
  • 10 a 19 empregados 18,2%
  • 20 a 49 empregados 18,2%
  • 100 a 249 empregados 9,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata detetive profissional

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de investigação particular 8030700 · 25% das admissões 4 — — — — 2% 3
Instalação e manutenção elétrica 4321500 · 12,5% das admissões 2 — — — — 3% 3
Consultoria em tecnologia da informação 6204000 · 12,5% das admissões 2 — — — — 2% 2
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis 6203100 · 12,5% das admissões 2 — — — — 1% 2
Atividades de vigilância e segurança privada 8011101 · 12,5% das admissões 2 — — — — 3% 3
Seleção e agenciamento de mão de obra 7810800 · 6,3% das admissões 1 — — — — 3% 1
Agenciamento de espaços para publicidade, exceto em veículos de comunicação 7312200 · 6,3% das admissões 1 — — — — 3% 1
Serviços advocatícios 6911701 · 6,3% das admissões 1 — — — — 1% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como detetive profissional

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.013 vínculos

Idade mediana

44 anos

Tempo de casa

127 meses

No setor público

96,9%

Sexo

  • Homem 75,8%
  • Mulher 24,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada39,8h/sem
  • Em entidade sem fins lucrativos0,2%

Sobre os 1.013 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda 59,2%
  • Branca 37,1%
  • Preta 3,3%
  • Amarela 0,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto 0,1%
  • 5º ano completo 0,1%
  • 6º ao 9º ano 0,1%
  • Fundamental completo 0,1%
  • Médio incompleto 0,2%
  • Médio completo 30,9%
  • Superior incompleto 2,1%
  • Superior completo 66,2%
  • Mestrado 0,2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo 56,3%
  • Superior incompleto 6,3%
  • Superior completo 37,5%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 0,1%
  • 5 a 9 empregados 0,1%
  • 10 a 19 empregados 0,7%
  • 20 a 49 empregados 0,2%
  • 50 a 99 empregados 0,5%
  • 100 a 249 empregados 0,1%
  • 250 a 499 empregados 0,1%
  • 500 a 999 empregados 1,4%
  • 1.000 ou mais empregados 96,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e formação profissional de duzentas a quatrocentas horas/aula (investigadores policiais) e mais de quatrocentas horas/aula (detetives profissionais). Os papiloscopistas são qualificados em cursos especilizados, com mais de quatrocentas horas/aula, ministrados pelas academias de polícia. Requer-se escolaridade de nível superior para os papiloscopistas da polícia federal. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 3518.

Qual especialização paga mais na família 3518

Todas as ocupações de agentes de investigação e identificação, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3518-10 Investigador de polícia — R$ 10.421 50.917
3518-15 Papiloscopista policial — R$ 9.758 5.341
3518-05 Detetive profissional (esta página) R$ 3.275 R$ 5.058 1.013

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3518-05.

A Investigar crimes (5)
  • •Preservar local do crime
  • •Colher provas de crime
  • •Arrolar testemunhas
  • •Localizar suspeitos
  • •Auxiliar na reconstituição de crimes e locais
B Periciar documentos, objetos e locais de crime (1)
  • •Desenhar croquis do local do crime
C Planejar investigação (8)
  • •Mapear locais de encontro de vítimas e suspeitos
  • •Compor painéis de investigação
  • •Produzir estatísticas
  • •Fotografar pessoas, objetos e locais
  • •Preparar retrato falado
  • •Usar artifícios e disfarces
  • •Observar locais e pessoas (fazer campana)
  • •Infiltrar-se entre suspeitos para investigação
D Efetuar prisões (1)
  • •Conduzir à autoridade policial as partes envolvidas no crime
E Identificar pessoas e cadáveres (1)
  • •Qualificar a pessoa (levantar dados pessoais)
F Prevenir crimes (5)
  • •Detectar regiões com alto índice de criminalidade
  • •Proteger pessoas
  • •Proteger patrimônio
  • •Verificar documentação em transações comerciais
  • •Acompanhar cumprimento de mandados
Y Comunicar-se (4)
  • •Entrevistar pessoas
  • •Colher depoimentos e declarações
  • •Elaborar relatórios
  • •Prestar testemunho
Z Demonstrar competências pessoais (17)
  • •Manter ética profissional
  • •Agir discretamente
  • •Agir com civilidade e respeito
  • •Agir com bom senso
  • •Trabalhar em equipe
  • •Demonstrar capacidade visual
  • •Manter boa apresentação
  • •Demonstrar paciência
  • •Dirigir viaturas de forma ofensiva e defensiva
  • •Demonstrar perspicácia
  • •Demonstrar coragem
  • •Manejar armas
  • •Capacitar-se fisicamente
  • •Manter-se atualizado
  • •Aperfeiçoar técnicas de papiloscopia
  • •Ensinar técnicas de papiloscopia
  • •Operar aparelhos óticos e de tratamento digital de imagens

Sinônimos oficiais (3)

Agente de investigação privadaDetetive particularInvestigador particular

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 3518-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um detetive profissional?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.275 por mês, considerando as 16 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 2.215 (10% menores) a R$ 8.010 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 5.058 (RAIS 2024), 54.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando detetive profissional?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 16 admissões contra 13 desligamentos, saldo de +3 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata detetive profissional?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de investigação particular (CNAE 8030700), com 25% das admissões. A ficha de detetive profissional no Buscador NCM lista os 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de detetive profissional?

3518-05 (família 3518 — Agentes de investigação e identificação). A CBO reconhece também os títulos: Agente de investigação privada, Detetive particular, Investigador particular — todos usam o mesmo código 3518-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser detetive profissional?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3518: O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e formação profissional de duzentas a quatrocentas horas/aula (investigadores policiais) e mais de quatrocentas horas/aula (detetives profissionais). Os papiloscopistas são qualificados em cursos especilizados, com mais de quatrocentas horas/aula, ministrados pelas academias de polícia. Requer-se escolaridade de nível superior para os papiloscopistas da polícia federal. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3518-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3518-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3518-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8030700), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (18 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3518:

  • •Conselho Federal dos Detetives Profissionais (Cfdp)
  • •Corregedoria Geral da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo
  • •Departamento de Homicídios e Proteção À Pessoa (Dhpp-ssp-SP)
  • •Departamento de Polícia Federal
  • •Elite Brasileira de Investigações Profissionais
  • •Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (Ssp-SP)
  • •Instituto de Investigações Águia de Prata
  • •Polícia Civil do Estado de São Paulo
  • •Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (Ssp-SP)
  • •Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul (Ssp-rs)
  • •Ssp - Divisão Antissequestro
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
  • •GLOSSÁRIO
  • •Confeccionar luvas cadavéricas: restaurar, hidratar dedo para recuperar impressão dígito-papilar.
  • •Custodiar presos e deter presos: são atribuições dos carcereiros que, em alguns casos, podem ficar a cargo dos investigadores de polícia.
  • •Papiloscopista: profissional técnico que coleta impressões digitais.
  • •Qualificar pessoas: anotar dados de pessoas, como nome, endereço, data de nascimen- to, filiação, etc.
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