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CBO 2002 Família 3146 R$ 2.047 na admissão -12 postos em 12 meses 87 atividades

CBO 3146-25 — Tecnólogo em soldagem

O código 3146-25 identifica a ocupação tecnólogo em soldagem na CBO 2002, dentro da família 3146 — Técnicos em metalurgia (estruturas metálicas). É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um tecnólogo em soldagem

Planejam e supervisionam a execução das atividades de caldeiraria, soldagem e estruturas metálicas, de acordo com a programação de produção. Qualificam procedimentos de soldagem e inspecionam processos de fabricação de acordo com normas de qualidade, preservação do meio ambiente e segurança do trabalho.

Descrição oficial da família 3146 — Técnicos em metalurgia (estruturas metálicas), publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam principalmente nas indústrias de equipamentos de transporte e automobilística, indústrias de produtos metálicos e na construção civil. Podem trabalhar por conta pró-pria, como autônomos ou como assalariados, com registro em carteira. Normalmente trabalham em equipe, sob supervisão permanente de engenheiros e podem supervisionar tarefas realizadas por operários especializados do setor. Algumas das atividades exercidas estão sujeitas a altas temperaturas, ruído intenso e material tóxico, em outras atividades trabalham com sobrecarga horária de trabalho, principalmente em finalização de produtos sobre encomenda e obras. CONSULTE 7243 - Trabalhadores de soldagem e corte de ligas metálicas.

Recursos de trabalho

Computador (CAD/cam, ms project, etc.); Durômetro; Equipamento de proteção individual; Forno para tratamento térmico; Instrumentos de medição; Máquinas de ensaios de impacto; Máquinas de ensaios mecânicos; Máquinas de solda; Microscópio metalográfico; Politriz.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio.

Quanto ganha um tecnólogo em soldagem

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.91210% ganham atéR$ 2.047medianaR$ 7.21510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 6.438

Entrada × quem já está

R$ 2.047 ao ser admitido · R$ 6.438 para quem tem vínculo ativo +214,5%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de tecnólogo em soldagem foi de R$ 2.047 — metade das 24 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.912 e os 10% de maior, acima de R$ 7.215.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 6.438, ou seja, 214,5% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 44 meses.

Considerando a jornada média de 44 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.047
Por ano (12 salários)R$ 24.564
Por semanaR$ 471
Por hora (44h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 6.32245,8%
  • Mulheres — R$ 2.03554,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 6.438100%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

24

Desligamentos

36

Saldo

-12

Rotatividade

133,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mai/26 (+7) saldo negativo · pior: fev/26 (-7)

Em 12 meses houve 24 admissões e 36 desligamentos de tecnólogo em soldagem, o que significa que o mercado formal fechou 12 postos de trabalho no período, com rotatividade de 133,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 13,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 72,2% por dispensa sem justa causa, além de 13,9% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador13,9%
  • Dispensa sem justa causa72,2%
  • Fim de contrato13,9%

Sobre 36 desligamentos com motivo declarado.

Porte de quem contrata

  • 5 a 9 empregados4,2%
  • 10 a 19 empregados4,2%
  • 50 a 99 empregados41,7%
  • 250 a 499 empregados37,5%
  • 500 a 999 empregados12,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata tecnólogo em soldagem

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 50% das admissões 12 44h R$ 2.031 3% 1
Construção de edifícios 4120400 · 41,7% das admissões 10 44h R$ 6.624 3% 3
Serviços de engenharia 7112000 · 4,2% das admissões 1 3% 1
Provedores de acesso às redes de comunicações 6190601 · 4,2% das admissões 1 3% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como tecnólogo em soldagem

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 27 vínculos

Idade mediana

42 anos

Tempo de casa

44 meses

Em empresa do Simples

25,9%

Sexo

  • Homem100%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,8h/sem

Sobre os 27 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda59,3%
  • Branca33,3%
  • Amarela3,7%
  • Preta3,7%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo100%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Fundamental completo4,2%
  • Médio completo91,7%
  • Superior incompleto4,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados7,4%
  • 10 a 19 empregados3,7%
  • 20 a 49 empregados22,2%
  • 50 a 99 empregados14,8%
  • 100 a 249 empregados14,8%
  • 250 a 499 empregados3,7%
  • 500 a 999 empregados7,4%
  • 1.000 ou mais empregados25,9%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício das ocupações é requerida formação técnica profissionalizante de nível médio em metalurgia ou uma das especializações. O exercício pleno das atividades demanda, em média, de um a dois anos de experiência na área.

Texto oficial do MTE para a família 3146.

Qual especialização paga mais na família 3146

Todas as ocupações de técnicos em metalurgia (estruturas metálicas), ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
3146-10 Técnico em caldeiraria R$ 3.598 R$ 6.819 1.112
3146-25 Tecnólogo em soldagem (esta página) R$ 2.047 R$ 6.438 27
3146-20 Técnico em soldagem R$ 3.005 R$ 5.072 954
3146-15 Técnico em estruturas metálicas R$ 3.319 R$ 4.678 1.260

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 3146-25.

A Planejar o trabalho a ser executado (21)
  • Interpretar projetos (estruturas metálicas, caldeiraria e conjuntos soldados)
  • Consultar normas técnicas aplicáveis à execução do projeto
  • Definir os processos de soldagem
  • Elaborar o plano de qualificação de procedimentos de soldagem
  • Definir os procedimentos de execução e inspeção
  • Elaborar o plano de soldagem
  • Estimar o material de consumo e aplicação
  • Selecionar os procedimentos para cada atividade
  • Verificar as condições de segurança (ambiente e equipamentos de proteção individual)
  • Definir a sequência de execução dos serviços (caldeiraria, soldagem, etc)
  • Programar a produção
  • Elaborar orçamento de conjuntos soldados
  • Definir equipamentos de soldagem
  • Propor alterações em projeto de conjuntos soldados
  • Propor redução de custos
  • Propor aumento de produtividade
  • Definir plano/sequência de fabricação
  • Desenvolver melhorias em processos e aplicações de soldagem
  • Realizar estudos (estudo de cronoanálise de processos, estudo de redução de deformação e distorção, etc)
  • Desenhar dispositivos auxiliares para conjuntos soldados
  • Projetar dispositivos auxiliares para conjuntos soldados
B Qualificar procedimentos de soldagem (14)
  • Acompanhar a soldagem da qualificação
  • Inspecionar a soldagem da qualificação
  • Coordenar os ensaios aplicáveis
  • Coordenar os ensaios mecânicos e metalográficos
  • Acompanhar a execução dos ensaios
  • Avaliar os resultados dos ensaios
  • Definir ensaios aplicáveis
  • Adequar processo de fabricação conforme normas
  • Elaborar procedimentos de condições de secagem, estocagem e manuseio dos consumíveis de soldagem
  • Elaborar procedimento de tratamento térmico
  • Elaborar plano de inspeção e testes
  • Elaborar plano de corte e conformação
  • Elaborar documentos comprobatórios da qualificação
  • Auditar processos de soldagem conforme normas
C Supervisionar os processos de produção (16)
  • Orientar pessoal quanto ao uso de equipamentos de proteção individual
  • Aplicar as normas técnicas na execução dos serviços (estrutura metálica, caldeiraria e conjuntos soldados)
  • Coordenar as equipes na execução dos serviços (estrutura metálica, caldeiraria e conjuntos soldados)
  • Supervisionar a aplicação dos processos de fabricação e montagem
  • Coordenar as atividades de execução de acordo com o cronograma e a programação
  • Verificar montagem de acordo com o projeto
  • Coordenar a execução da soldagem
  • Controlar o consumo do material
  • Verificar a conclusão da soldagem
  • Verificar as identificações da soldagem
  • Verificar o aspecto visual e dimensional da soldagem
  • Coordenar as operações de tratamento térmico
  • Analisar capacidade da infraestrutura de fabricação
  • Definir demanda de mão de obra qualificada
  • Avaliar qualidade de produtos e serviços
  • Liberar o serviço executado para inspeção do controle de qualidade
D Inspecionar os processos (12)
  • Inspecionar a matéria prima e consumíveis de soldagem
  • Inspecionar a montagem das juntas
  • Acompanhar a soldagem de fabricação
  • Inspecionar a soldagem de fabricação
  • Avaliar os resultados dos gráficos de tratamento térmico
  • Coordenar a realização de ensaios não destrutivos
  • Coordenar realização de ensaios destrutivos
  • Convocar um órgão de fiscalização
  • Emitir relatórios de inspeção
  • Analisar certificados de matéria prima e consumíveis de soldagem
  • Verificar homologação de matéria prima e consumíveis de soldagem
  • Acompanhar auditoria e fiscalização do processo de soldagem
E Qualificar profissionais em soldagem (9)
  • Definir plano de capacitação de profissionais em soldagem
  • Elaborar treinamento em soldagem
  • Selecionar profissionais a serem requalificados
  • Capacitar profisssionais em soldagem
  • Realizar análise crítica do desempenho da mão de obra
  • Elaborar registro de qualificiação de soldador (rqs)
  • Elaborar instruções e manuais técnicos
  • Prestar orientações técnicas ao cliente
  • Prestar consultoria em soldagem
Z Demonstrar competências pessoais (15)
  • Demonstrar capacidade de liderança
  • Demonstrar capacidade de acatar sugestões
  • Administrar o tempo
  • Demonstrar capacidade de resolução de problemas
  • Demonstrar proatividade
  • Trabalhar em equipe
  • Estabelecer prioridades
  • Demonstrar capacidade de raciocínio analítico
  • Demonstrar capacidade de síntese
  • Demonstrar criatividade
  • Delegar funções
  • Demonstrar capacidade de observação
  • Demonstrar acuidade visual
  • Contornar situações adversas
  • Demonstrar capacidade de comunicação verbal

Perguntas frequentes

Quanto ganha um tecnólogo em soldagem?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.047 por mês, considerando as 24 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.912 (10% menores) a R$ 7.215 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 6.438 (RAIS 2024), 214.5% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando tecnólogo em soldagem?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 24 admissões contra 36 desligamentos, saldo de -12 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata tecnólogo em soldagem?

A atividade econômica que mais contratou foi Locação de mão de obra temporária (CNAE 7820500), com 50% das admissões e mediana de R$ 2.031. A lista completa dos 4 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de tecnólogo em soldagem?

3146-25 (família 3146 — Técnicos em metalurgia (estruturas metálicas)). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser tecnólogo em soldagem?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 3146: Para o exercício das ocupações é requerida formação técnica profissionalizante de nível médio em metalurgia ou uma das especializações. O exercício pleno das atividades demanda, em média, de um a dois anos de experiência na área.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 3146-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 3146-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 3146-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7820500), o RAT é 3%.

A profissão de tecnólogo em soldagem é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 3146 registram: Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 3146:

  • Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro
  • Ceg - Gás Natural
  • Colégio Metalúrgico
  • Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro
  • Estaleiro Promar - Reparos Navais
  • Nuclebrás Equipamentos Pesados S/a-nuclep
  • Setal Construções - Engenharia & Construções
  • Simec - Sindicato da Indústrias Metal, Mecânica e Material Elétrico
  • Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Niterói
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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