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CBO 2002 Família 2512 R$ 4.251 na admissão +98 postos em 12 meses 74 atividades

CBO 2512-25 — Economista do setor público

O código 2512-25 identifica a ocupação economista do setor público na CBO 2002, dentro da família 2512 — Economistas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha15 seções

O que faz um economista do setor público

Analisam o ambiente econômico; elaboram e executam projetos de pesquisa econômica, de mercado e de viabilidade econômica, entre outros. Participam do planejamento estratégico e de curto prazo e avaliam políticas de impacto coletivo para o governo, ONG e outras organizações. Gerem programação econômico-financeira; atuam nos mercados internos e externos; examinam finanças empresariais. Podem exercer mediação, perícia e arbitragem.

Descrição oficial da família 2512 — Economistas, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em empresas das diversas atividades econômicas como intermediação financeira, seguros e previdência privada; administração pública, seguridade social; empresas de consultoria econômica; na agricultura, pecuária, indústria e serviços relacionados com essas atividades; no comércio por atacado e intermediários do comércio. São majoritariamente estatutários ou assalariados com carteira assinada; trabalham em equipe, com supervisão permanente, em ambiente fechado e em horário diurno.

Recursos de trabalho

Bases de dados; Calculadora; Fax; Internet; Micro e softwares; Midia eletrônica; Publicações; Telefone e celular; Televisão.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma Regulamentadora: - Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951 - Dispõe sobre a profissão de Economista. - Decreto nº 31.794, de 21 de novembro de 1952 - Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Economista. - Lei nº 6.537, de 19 de junho de 1978. Altera dispositivos da Lei nº 1.411/51.

Quanto ganha um economista do setor público

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.80510% ganham atéR$ 4.251medianaR$ 7.54410% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 9.975

Entrada × quem já está

R$ 4.251 ao ser admitido · R$ 9.975 para quem tem vínculo ativo +134,7%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de economista do setor público foi de R$ 4.251 — metade das 3.195 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.805 e os 10% de maior, acima de R$ 7.544.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 9.975, ou seja, 134,7% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 34 meses.

Considerando a jornada média de 43.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 23,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 4.251
Por ano (12 salários)R$ 51.012
Por semanaR$ 978
Por hora (43.2h/sem)R$ 23,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 4.49633,9%
  • Mulheres — R$ 4.20966,1%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 20.20046,2%
  • Mulheres — R$ 6.94353,8%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte3.579
  • Nordeste3.288
  • Sudeste4.538
  • Sul4.044
  • Centro-Oeste4.060

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.888 +98 R$ 4.598
MG 289 -3 R$ 4.018
RJ 163 +11 R$ 4.150
SC 162 -27 R$ 4.421
PR 141 -6 R$ 3.833
RS 132 +7 R$ 4.019
PE 78 +21 R$ 3.144
AM 73 +1 R$ 3.975
ES 52 -7 R$ 3.558
GO 50 +4 R$ 4.083

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

3.243

Desligamentos

3.145

Saldo

+98

Rotatividade

13,9%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (+40) saldo negativo · pior: ago/25 (-21)

Em 12 meses houve 3.243 admissões e 3.145 desligamentos de economista do setor público, o que significa que o mercado formal abriu 98 postos de trabalho no período, com rotatividade de 13,9% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 46,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 41,4% por dispensa sem justa causa, além de 9,9% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador46,6%
  • Dispensa sem justa causa41,4%
  • Fim de contrato9,9%
  • Aposentadoria0,1%

Sobre 3.145 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,1% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro6,8%
  • 1 a 4 empregados6,4%
  • 5 a 9 empregados7,6%
  • 10 a 19 empregados8,7%
  • 20 a 49 empregados15,2%
  • 50 a 99 empregados13,1%
  • 100 a 249 empregados15,8%
  • 250 a 499 empregados12%
  • 500 a 999 empregados6,7%
  • 1.000 ou mais empregados7,7%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata economista do setor público

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de contabilidade 6920601 · 20,5% das admissões 666 43.6h R$ 3.072 R$ 3.819 R$ 4.549 1% 1
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 9,2% das admissões 297 43.4h R$ 3.245 R$ 4.250 R$ 5.150 2% 1
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 7,7% das admissões 249 42.7h R$ 4.016 R$ 5.038 R$ 6.725 3% 1
Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica 7020400 · 2% das admissões 65 43h R$ 3.525 R$ 4.717 R$ 6.094 2% 1
Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente 8219999 · 1,9% das admissões 62 42.8h R$ 3.502 R$ 3.775 R$ 5.475 3% 2
Holdings de instituições não financeiras 6462000 · 1,6% das admissões 52 43.2h R$ 4.540 R$ 5.600 R$ 7.300 3% 1
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 4930202 · 1,3% das admissões 42 44h R$ 3.463 R$ 4.250 R$ 5.558 3% 3
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis 6203100 · 0,9% das admissões 29 40.7h R$ 4.036 1% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como economista do setor público

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 22.688 vínculos

Idade mediana

46 anos

Tempo de casa

34 meses

No setor público

63,4%

Em empresa do Simples

6,4%

Sexo

  • Homem49,8%
  • Mulher50,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41h/sem
  • Pessoas com deficiência1,5%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,7%

Sobre os 22.688 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca67,7%
  • Parda24,4%
  • Amarela4%
  • Preta3,8%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo98,2%
  • Mestrado1,5%
  • Doutorado0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • Até 5º ano incompleto0,1%
  • Fundamental completo0,1%
  • Médio incompleto0,3%
  • Médio completo19,1%
  • Superior incompleto12,4%
  • Superior completo56,5%
  • Pós-graduação10,6%
  • Mestrado0,6%
  • Doutorado0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados1,4%
  • 5 a 9 empregados1,9%
  • 10 a 19 empregados2,6%
  • 20 a 49 empregados5%
  • 50 a 99 empregados4,2%
  • 100 a 249 empregados7,9%
  • 250 a 499 empregados7,1%
  • 500 a 999 empregados15,1%
  • 1.000 ou mais empregados54,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de economista do setor público

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

CAT no período

32

Idade média no acidente

36 anos

Tipo de acidente

  • Trajeto71,9%
  • Típico25%
  • Doença3,1%

Parte do corpo atingida

  • Pé (exceto artelhos)18,8%
  • Punho12,5%
  • Mão (exceto punho ou dedos)9,4%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)9,4%
  • Partes múltiplas9,4%

Natureza da lesão

  • Fratura28,1%
  • Distensão, torção21,9%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)15,6%
  • Luxação12,5%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)6,3%

Agente causador

  • Calçada ou caminho para pedestre - superfície utilizada para sustentar pessoas25,8%
  • Motocicleta, motoneta19,4%
  • Veículo rodoviário motorizado16,1%
  • Escada permanente cujos degraus permitem apoio integral do pé, degrau - superfície utilizada para sustentar pessoas9,7%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas6,5%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 3 9,4% 5.476
S93.6 — Entorse e distensão de outras partes e de partes não especificadas do pé 2 6,3% 5.476
V29.9 — Motociclista [qualquer] traumatizado em um acidente de trânsito não especificado 2 6,3% 313
R52.0 — Dor aguda 1 3,1% 174
S90.0 — Contusão do tornozelo 1 3,1% 1.188
S52.5 — Fratura da extremidade distal do rádio 1 3,1% 16.067

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024

O exercício dessas ocupações requer curso superior em ciências econômicas ou pós-graduação em economia e registro no Conselho Regional de Economia. O desempenho pleno das atividades ocorre após um ou dois anos de experiência na área.

Texto oficial do MTE para a família 2512.

Curso de graduação Concorrência (presencial) Matrículas Formados/ano EAD Rede pública
Economia 1,83× 67.837 8.097 33,5% 42,3%

Quantos se formam × quantas vagas abrem

Formam-se 8.097 pessoas por ano nos cursos associados a essa família, enquanto o mercado formal abriu 98 postos líquidos em 12 meses — cerca de 82,6 formados por vaga nova. O saldo líquido não é o total de oportunidades (há também a reposição de quem sai), mas a razão dá a ordem de grandeza da pressão de entrada na carreira.

A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.

No serviço público federal

Portal da Transparência · remuneração básica bruta · 6 competências

Cargo federal correspondente P25 Mediana P75 Jornada
Economista (carreira federal)4.019 contracheques · SIAPE R$ 12.260 R$ 15.471 R$ 18.219 40 HORAS SEMANAIS

A mediana no cargo federal (Economista (carreira federal)) é R$ 15.471 contra R$ 9.975 de quem atua na ocupação no mercado formal — uma diferença de +55,1%. Antes de concluir, compare a jornada: cargos da saúde no serviço público têm jornadas de 20, 24, 36 e 40 horas, e o valor por hora muda tudo.

Remuneração básica bruta mensal, sem gratificação natalina, férias ou eventuais. Usamos mediana e quartis porque a média é distorcida pelos cargos de topo sujeitos ao teto constitucional. O Portal da Transparência identifica o servidor por cargo/carreira definido em lei, não por CBO — a correspondência entre cargo e ocupação é curadoria nossa.

Qual especialização paga mais na família 2512

Todas as ocupações de economistas, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2512-05 Economista R$ 6.097 R$ 13.272 8.335
2512-25 Economista do setor público (esta página) R$ 4.251 R$ 9.975 22.688
2512-10 Economista agroindustrial R$ 5.313 R$ 7.354 915
2512-20 Economista industrial R$ 5.518 R$ 7.024 2.461
2512-30 Economista ambiental R$ 6.288 R$ 6.575 715
2512-15 Economista financeiro R$ 4.019 R$ 5.275 27.668
2512-35 Economista regional e urbano R$ 4.025 R$ 5.163 171

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2512-25.

A Analisar ambiente econômico (7)
  • Analisar conjunturas
  • Realizar análises setoriais e regionais
  • Analisar ambiente político-institucional
  • Analisar sustentabilidade socio-econômica e ambiental
  • Analisar tendências de longo prazo
  • Construir cenários
  • Gerenciar bancos de dados
B Elaborar projetos (pesquisa econômica, de mercados, viabilidade econômica etc) (11)
  • Delinear problema
  • Delimitar objeto
  • Justificar projeto
  • Levantar bibliografia
  • Definir metodologia
  • Determinar fontes
  • Definir produtos e resultados
  • Dimensionar recursos humanos e físicos
  • Definir cronograma
  • Orçar projetos
  • Negociar projetos
C Executar projetos (pesquisa econômica, de mercados, viabilidade econômica etc) (10)
  • Recrutar equipe
  • Treinar equipe
  • Coordenar projetos
  • Desenvolver instrumentos de coleta
  • Coletar dados
  • Processar dados
  • Criticar dados
  • Desenvolver indicadores
  • Interpretar resultados
  • Propor ações
D Participar do planejamento estratégico e de curto prazo (11)
  • Identificar estrutura de mercado (concorrência)
  • Prever atuação dos concorrentes
  • Identificar oportunidades e ameaças no ambiente e na organização
  • Estimar demanda
  • Elencar alternativas de ação
  • Estimar custos privados
  • Estimar impactos sociais e ambientais (externalidades)
  • Estimar resultados
  • Estimar rentabilidade e viabilidade econômico-financeira
  • Planejar investimentos (orçamentos de capital)
  • Selecionar fontes de financiamento
E Avaliar políticas de impacto coletivo (governo, ongs, outras organizações) (6)
  • Gerar parâmetros de avaliação
  • Aferir adequação das ações ao problema
  • Verificar execução das ações propostas
  • Mensurar consequências das ações
  • Confrontar com custos alternativos
  • Recomendar políticas
F Gerir programação econômico-financeira (2)
  • Acompanhar indicadores de mercado
  • Acompanhar execução orçamentária
G Atuar nos mercados internos e externos (7)
  • Auxiliar na formulação de políticas comerciais
  • Precificar produtos e serviços
  • Subsidiar formulação de normas, regulamentos e contratos
  • Fiscalizar cumprimento de normas
  • Representar interesses em negociações nacionais e internacionais
  • Averiguar barreiras à competição
  • Averiguar vantagens comparativas
I Exercer mediação, perícia e arbitragem (2)
  • Mediar conflitos de interesse
  • Estabelecer sentença arbitral
Y Comunicar-se (6)
  • Escrever artigos, livros, boletins econômicos e relatórios
  • Proferir palestras
  • Apresentar comunicações em eventos
  • Dialogar com a mídia
  • Adaptar linguagem ao público
  • Ministrar cursos
Z Demonstrar competências pessoais (12)
  • Manter-se atualizado
  • Subsidiar decisões
  • Trabalhar em equipe
  • Transmitir conhecimentos
  • Demonstrar capacidade de liderança
  • Demonstrar capacidade de uso de recursos de informática
  • Revelar julgamento crítico
  • Formular conceitos abstratos
  • Demonstrar raciocínio lógico
  • Mostrar criatividade
  • Aplicar métodos quantitativos
  • Demonstrar capacidade verbal línguas estrangeiras

Sinônimos oficiais (5)

Analista de controle e gestão (economista)Analista de finanças públicas (economista)Analista de políticas públicas (economista)Analista fiscal (economista)Analista tributário (economista)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 2512-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um economista do setor público?

A mediana do salário de admissão é R$ 4.251 por mês, considerando as 3.195 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.805 (10% menores) a R$ 7.544 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 9.975 (RAIS 2024), 134.7% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando economista do setor público?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 3.243 admissões contra 3.145 desligamentos, saldo de +98 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata economista do setor público?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de contabilidade (CNAE 6920601), com 20,5% das admissões e mediana de R$ 3.819. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de economista do setor público?

2512-25 (família 2512 — Economistas). A CBO reconhece também os títulos: Analista de controle e gestão (economista), Analista de finanças públicas (economista), Analista de políticas públicas (economista), Analista fiscal (economista), Analista tributário (economista) — todos usam o mesmo código 2512-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser economista do setor público?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2512: O exercício dessas ocupações requer curso superior em ciências econômicas ou pós-graduação em economia e registro no Conselho Regional de Economia. O desempenho pleno das atividades ocorre após um ou dois anos de experiência na área. No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Economia, com 1,83 candidatos por vaga no presencial.

Quanto ganha economista do setor público no serviço público federal?

No cargo federal correspondente (Economista (carreira federal)), a remuneração básica bruta mediana é R$ 15.471, com jornada predominante de 40 horas semanais — dados do Portal da Transparência (6 competências de 2026). Isso é 55.1% acima da mediana do setor privado na mesma ocupação. O valor não inclui gratificação natalina, férias nem eventuais.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2512-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2512-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2512-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (6920601), o RAT é 1%.

A profissão de economista do setor público é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 2512 registram: Norma Regulamentadora: - Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951 - Dispõe sobre a profissão de Economista. - Decreto nº 31.794, de 21 de novembro de 1952 - Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Economista. - Lei nº 6.537, de 19 de junho de 1978. Altera dispositivos da Lei nº 1.411/51.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (15 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2512:

  • Agroconsult Consultoria e Marketing S/C Ltda.
  • Banco Bilbao Viscaya Brasil S.A.
  • Banco Industrial E Comercial S.A.
  • Banco Sudameris Brasil S.A.
  • Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô)
  • Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)
  • Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq-usp)
  • Fundação Getulio Vargas
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe-usp)
  • Fundação Joaquim Nabuco
  • Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade)
  • Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
  • Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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