CBO 2143-65 — Tecnólogo em eletrônica
O código 2143-65 identifica a ocupação tecnólogo em eletrônica na CBO 2002, dentro da família 2143 — Engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha12 seções
O que faz um tecnólogo em eletrônica
Executam serviços elétricos, eletrônicos e de telecomunicações, analisando propostas técnicas, instalando, configurando e inspecionando sistemas e equipamentos, executando testes e ensaios. Projetam, planejam e especificam sistemas e equipamentos elétricos, eletrônicos e de telecomunicações e elaboram sua documentação técnica; coordenam empreendimentos e estudam processos elétricos, eletrônicos e de telecomunicações.
Descrição oficial da família 2143 — Engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Trabalham em ramos de atividade econômica variados. Na área industrial, encontram-se na fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos e eletrônicos e de equipamentos de telecomunicação. É expressiva a presença desses profissionais na atividade de serviços de apoio à indústria, tais como empresas de manutenção, na geração, distribuição e transmissão de energia elétrica, água e gás, e na construção civil. Trabalham em empresas pequenas, médias e grandes nas áreas pública e privada, como empregados ou prestadores de serviços. Suas atividades costumam se desenvolver em equipe multidisciplinar com supervisão ocasional. Em algumas atividades, podem estar submetidos a condições especiais de trabalho, por exemplo, grandes alturas, altas temperaturas, ruído intenso, exposição a material tóxico, alta tensão e radiação.
Recursos de trabalho
Acesso a internet, e-mail e rede; Calculadora; Calibradores; Computadores e periféricos; Equipamento de Proteção Individual (EPI); Ferramentas; Instrumentos de medição; Normas, regulamentos e publicações técnicas; Softwares Básicos e Específicos; Telefone/Celular/Rádio.
Notas oficiais da CBO
Podem ocorrer casos de engenheiros eletricistas e eletrônicos que também são professores no ensino superior ou pesquisadores. Para codificá-los, considerar as atividades principais.
Quanto ganha um tecnólogo em eletrônica
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.538
Entrada × quem já está
R$ 2.388 ao ser admitido · R$ 3.538 para quem tem vínculo ativo +48,2%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de tecnólogo em eletrônica foi de R$ 2.388 — metade das 301 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.652 e os 10% de maior, acima de R$ 5.473.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.538, ou seja, 48,2% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 35 meses.
Considerando a jornada média de 43.5 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 13,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 2.388 |
| Por ano (12 salários) | R$ 28.656 |
| Por semana | R$ 550 |
| Por hora (43.5h/sem) | R$ 13,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | 91 | -16 | — | R$ 3.225 | — |
| PR | 31 | +12 | — | R$ 3.050 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
305
Desligamentos
338
Saldo
-33
Rotatividade
26,5%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 305 admissões e 338 desligamentos de tecnólogo em eletrônica, o que significa que o mercado formal fechou 33 postos de trabalho no período, com rotatividade de 26,5% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 39,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 52,7% por dispensa sem justa causa, além de 5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 338 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0,3% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata tecnólogo em eletrônica
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como tecnólogo em eletrônica
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.277 vínculos
Idade mediana
38 anos
Tempo de casa
35 meses
No setor público
10%
Em empresa do Simples
42,6%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada42,1h/sem
- Pessoas com deficiência0,5%
- Jornada parcial0,2%
- Contrato intermitente0,4%
- Em entidade sem fins lucrativos3,2%
Sobre os 1.277 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas
Informalidade no setor
25,4%
Média nacional
37,5%
Conta própria
23,7%
Rendimento formal × informal
R$ 5.385 × R$ 4.443
No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO e cenário do curso no Censo da Educação Superior 2024
O exercício profissional requer formação em uma das áreas de Engenharia: elétrica, eletrônica ou telecomunicações ou curso de tecnólogo em uma das áreas, com registro no Crea. O exercício pleno das atividades ocorre, em média, com quatro anos de exercício profissional para os engenheiros e de 1 a 2 anos para os tecnólogos, incluindo tempo de estágio. A manutenção do emprego neste domínio requer de seus profissionais atualização constante. 203
Texto oficial do MTE para a família 2143.
| Curso de graduação | Concorrência (presencial) | Matrículas | Formados/ano | EAD | Rede pública |
|---|---|---|---|---|---|
| Engenharia elétrica | 0,81× | 98.708 | 11.162 | 45,6% | 32,9% |
| Engenharia eletrônica | 0,94× | 5.778 | 757 | 0,6% | 79,2% |
A concorrência é calculada somente no ensino presencial: cursos a distância operam com oferta de vagas quase ilimitada e, misturados, achatam o indicador até fazer parecer que sobram vagas. A associação entre família da CBO e curso é curadoria nossa — não existe correspondência oficial entre a CBO e os cursos de graduação. Não publicamos “taxa de conclusão” porque concluintes e ingressantes do mesmo ano são turmas diferentes.
Qual especialização paga mais na família 2143
Todas as ocupações de engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2143-65.
A Executar serviços elétricos, eletrônicos, de telecomunicações, de energia e/ou em instrumentação biomédica (8)
- •Analisar propostas técnicas
- •Instalar produtos, sistemas, aparelhos e equipamentos
- •Operar sistemas e equipamentos
- •Configurar sistemas e equipamentos
- •Executar testes e ensaios
- •Capacitar equipes
- •Inspecionar sistemas e equipamentos
- •Realizar manutenção (preditiva, preventiva e corretiva) em sistemas e equipamentos
C Especificar serviços, sistemas e equipamentos elétricos, eletrônicos, de telecomunicações, de energia e/ou instrumentação biomédica (9)
- •Determinar escopo da especificação
- •Determinar aplicabilidade de normas e regulamentos
- •Avaliar tecnologias disponíveis
- •Pesquisar novas tecnologias
- •Associar tecnologias ao processo
- •Determinar características técnicas
- •Especificar valores dos parâmetros
- •Definir parâmetros de segurança
- •Implementar novas tecnologias
D Planejar sistemas e equipamentos elétricos, eletrônicos, de telecomunicações, de energia e/ou instrumentação biomédica (11)
- •Definir critérios e metodologias de planejamento
- •Estudar mercado
- •Avaliar desempenho de sistemas e equipamentos
- •Elaborar estudo preliminar de planejamento
- •Estudar viabilidade socio ambiental
- •Estudar viabilidade técnica
- •Estudar viabilidade econômica
- •Definir cronograma físico
- •Definir cronograma financeiro
- •Propor implementação de sistemas e equipamentos
- •Avaliar planejamento de sistemas e equipamentos
E Elaborar documentação técnica e científica (7)
- •Elaborar procedimentos técnicos
- •Elaborar planos de manutenção e serviços
- •Elaborar rotinas de inspeção e testes
- •Elaborar manual de instalação
- •Elaborar manuais de operação e manutenção
- •Atualizar documentação técnica
- •Elaborar relátorios
F Administrar empreendimentos (11)
- •Participar da seleção de pessoal
- •Controlar alocação de recursos
- •Coordenar atividades das equipes
- •Controlar cumprimento do cronograma financeiro
- •Controlar cumprimento do cronograma físico
- •Controlar cumprimento de normas e diretrizes de segurança
- •Aprovar projetos
- •Aprovar serviços
- •Administrar modificações no projeto original
- •Prestar assistência técnica
- •Prestar consultoria
G Desenvolver sistemas e processos (2)
- •Criar fluxo do processo
- •Analisar processos
Z Demonstrar competências pessoais (15)
- •Demonstrar criatividade
- •Demonstrar pró-atividade
- •Trabalhar em equipe
- •Demonstrar raciocínio lógico
- •Demonstrar raciocínio analítico
- •Demonstrar capacidade de síntese
- •Desenvolver visão espacial
- •Demonstrar capacidade de tomar decisões
- •Demonstrar capacidade de liderança
- •Demonstrar atenção focada
- •Demonstrar capacidade de negociação
- •Demonstrar capacidade de raciocínio indutivo
- •Demonstrar capacidade de raciocínio dedutivo
- •Demonstrar espírito empreendedor
- •Demonstrar capacidade de administrar conflitos
Perguntas frequentes
Quanto ganha um tecnólogo em eletrônica?
A mediana do salário de admissão é R$ 2.388 por mês, considerando as 301 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.652 (10% menores) a R$ 5.473 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.538 (RAIS 2024), 48.2% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando tecnólogo em eletrônica?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 305 admissões contra 338 desligamentos, saldo de -33 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata tecnólogo em eletrônica?
A atividade econômica que mais contratou foi Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente, sem operador (CNAE 7739099), com 6,9% das admissões e mediana de R$ 2.280. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de tecnólogo em eletrônica?
2143-65 (família 2143 — Engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser tecnólogo em eletrônica?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2143: O exercício profissional requer formação em uma das áreas de Engenharia: elétrica, eletrônica ou telecomunicações ou curso de tecnólogo em uma das áreas, com registro no Crea. O exercício pleno das atividades ocorre, em média, com quatro anos de exercício profissional para os engenheiros e de 1 a 2 anos para os tecnólogos, incluindo tempo de estágio. A manutenção do emprego neste domínio requer de seus profissionais atualização constante. 203 No Censo da Educação Superior de 2024, o curso mais associado é Engenharia elétrica, com 0,81 candidatos por vaga no presencial.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 2143-65?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 2143-65 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2143-65 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7739099), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Censo da Educação Superior (INEP)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (14 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2143:
- •Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. (Embratel)
- •Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB)
- •Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro)
- •Sindicato dos Tecnólogos do Estado de São Paulo
- •Starix Informática Ltda.
- •Telemar Norte Leste S.A.
- •Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. (Usiminas)
- •641 Tvp João Pessoa S.A.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Ministério do Trabalho e Emprego – MTE
- •GLOSSÁRIO
- •CAD: Sigla em inglês para Computer-Aided Design, - que significa projeto auxiliado por computador: conjunto de técnicas, programas e equipamentos especializados, us. para a realização computadorizada de projetos de arquitetura ou de engenharia (Aurélio)
- •CAM: Computer-Aided Manufacturing, - fabricação auxiliada por computador.
- •CAE: Computer-Aided Engineering, - engenharia auxiliada por computador.