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CBO 2002 Família 1237 R$ 21.450 na admissão -102 postos em 12 meses 80 atividades

CBO 1237-05 — Diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)

O código 1237-05 identifica a ocupação diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d) na CBO 2002, dentro da família 1237 — Diretores de pesquisa e desenvolvimento. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)

Participam do planejamento estratégico, traçam diretrizes científicas e tecnológicas, estabelecem políticas de gestão de P&D, promovem a inovação tecnológica e científica e coordenam a política de comunicação e divulgação na área de P&D, para dar suporte à empresa, instituto de pesquisa ou organização no cumprimento de sua missão. Orientam e dirigem equipes de P&D na execução do planejamento estratégico da instituição.

Descrição oficial da família 1237 — Diretores de pesquisa e desenvolvimento, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

O trabalho pode ser exercido em vários setores de atividade, sendo mais comum em empresas de grande porte ou em instituições de pesquisas vinculadas às áreas pública ou privada; suas atividades se desenvolvem em equipe e, dependendo do tipo de pesquisa de que participam, podem estar submetidos a condições especiais de trabalho (exposição a substâncias nocivas à saúde, fadiga mental, etc.). Seu vínculo de trabalho mais comum é como empregado com carteira. CONSULTE 1426 - Gerentes de pesquisa e desenvolvimento e afins.

Recursos de trabalho

Acervo bibliográfico; Agenda eletrônica; Bancos de dados da área; Computador e periféricos; Programas para computadores (softwares); Publicações especializadas; Recursos audiovisuais; Telefone celular; Telefone, fax e internet; Videoconferências.

Quanto ganha um diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.85810% ganham atéR$ 21.450medianaR$ 59.57010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 38.838

Entrada × quem já está

R$ 21.450 ao ser admitido · R$ 38.838 para quem tem vínculo ativo +81,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d) foi de R$ 21.450 — metade das 222 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.858 e os 10% de maior, acima de R$ 59.570.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 38.838, ou seja, 81,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 58 meses.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 21.450
Por ano (12 salários)R$ 257.400

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 23.01366,2%
  • Mulheres — R$ 19.01333,8%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 39.71368,9%
  • Mulheres — R$ 37.40031,1%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste3.084
  • Sudeste38.150

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 115 -81 R$ 42.050
CE 41 +34 R$ 3.066

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

234

Desligamentos

336

Saldo

-102

Rotatividade

18,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jun/26 (+21) saldo negativo · pior: set/25 (-16)

Em 12 meses houve 234 admissões e 336 desligamentos de diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d), o que significa que o mercado formal fechou 102 postos de trabalho no período, com rotatividade de 18,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 28,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 60,7% por dispensa sem justa causa. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador28,9%
  • Dispensa sem justa causa60,7%
  • Fim de contrato2,1%

Sobre 336 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente2,6%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro9,4%
  • 1 a 4 empregados7,7%
  • 5 a 9 empregados6,4%
  • 10 a 19 empregados6,8%
  • 20 a 49 empregados21,4%
  • 50 a 99 empregados5,1%
  • 100 a 249 empregados12%
  • 250 a 499 empregados13,2%
  • 500 a 999 empregados6,8%
  • 1.000 ou mais empregados11,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 16,2% das admissões 38 43.7h R$ 3.000 2% 1
Atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários 7490104 · 7,7% das admissões 18 42.9h R$ 45.000 2% 1
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais 7210000 · 4,3% das admissões 10 2% 2
Pesquisas de mercado e de opinião pública 7320300 · 3,8% das admissões 9 3% 1
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis 6202300 · 3% das admissões 7 2% 2
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 3% das admissões 7 2% 1
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis 6203100 · 2,6% das admissões 6 1% 2
Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda 6201501 · 2,1% das admissões 5 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.837 vínculos

Idade mediana

46 anos

Tempo de casa

58 meses

No setor público

3,9%

Em empresa do Simples

3,5%

Sexo

  • Homem69%
  • Mulher31%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada40,1h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Jornada parcial0,4%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos9,6%

Sobre os 1.837 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca81,1%
  • Parda13,9%
  • Amarela3,9%
  • Preta0,9%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo83,9%
  • Mestrado10,5%
  • Doutorado5,7%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,4%
  • Médio completo17,9%
  • Superior incompleto3%
  • Superior completo46,2%
  • Pós-graduação20,1%
  • Mestrado8,1%
  • Doutorado4,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados3,2%
  • 5 a 9 empregados3%
  • 10 a 19 empregados4,8%
  • 20 a 49 empregados9,1%
  • 50 a 99 empregados10,1%
  • 100 a 249 empregados18%
  • 250 a 499 empregados18,3%
  • 500 a 999 empregados15,8%
  • 1.000 ou mais empregados17,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços

Informalidade no setor

58,8%

Média nacional

37,5%

Conta própria

60,8%

Rendimento formal × informal

R$ 4.157 × R$ 2.095

No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Dos profissionais da família espera-se que tenham concluído, no mínimo, o nível superior completo ou frequentado cursos de pós-graduação. É desejável que tenham ex-periência em função gerencial por mais de cinco anos. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 1237.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 1237-05.

A Participar do planejamento estratégico da instituição (9)
  • Delinear visão
  • Definir missão
  • Estudar cenários e conjuntura
  • Analisar o comportamento do mercado e da concorrência
  • Avaliar fatores de impacto
  • Identificar necessidades de mudança
  • Definir objetivos permanentes e atuais
  • Participar da definição dos planos estratégicos
  • Definir estratégias
B Traçar diretrizes científicas, tecnológicas e de gestão (8)
  • Definir grandes linhas de p&d
  • Harmonizar linhas de p&d
  • Definir portfólio de projetos
  • Estabelecer políticas de parcerias
  • Avaliar planos e projetos elaborados pela equipe
  • Aprovar plano de ação de projeto
  • Acompanhar execução e desempenho técnico e econômico de planos e projetos
  • Avaliar resultados dos projetos
C Promover a inovação tecnológica e científica (10)
  • Identificar demandas científicas e tecnológicas
  • Identificar tecnologias críticas e estratégicas
  • Monitorar desenvolvimento científico e tecnológico
  • Identificar fornecedores
  • Promover condições para a geração de idéias inovadoras
  • Identificar fontes de financiamento
  • Negociar financiamento para pesquisa
  • Otimizar a alocação de recursos
  • Promover a transferência de soluções tecnológicas para o setor de produção
  • Coordenar proteção da propriedade intelectual
D Definir planos táticos (5)
  • Analisar portfólios de projetos, atividades e produtos
  • Definir indicadores de desempenho
  • Negociar com os gerentes as metas dos indicadores
  • Aprovar metas para os indicadores
  • Avaliar execução do plano tático
E Gerir recursos humanos e materiais (12)
  • Elaborar orçamento
  • Propor orçamento
  • Acompanhar orçamento
  • Dimensionar recursos
  • Priorizar o uso dos recursos
  • Autorizar a aplicacão de recursos
  • Definir sistemas de reconhecimento e recompensa
  • Acompanhar desempenho do processo produtivo
  • Avaliar desempenho dos recursos
  • Promover a formação de grupos multidisciplinares
  • Analisar resultados de pesquisas de clima organizacional
  • Promover a capacitação de recursos humanos
F Estabelecer políticas de gestão da qualidade em processos de p&d (9)
  • Estabelecer canais de comunicação com o usuário
  • Garantir a análise crítica e periódica
  • Analisar resultados das pesquisas de opinião
  • Analisar relatórios do serviço de atendimento ao cliente
  • Garantir o cumprimento dos aspectos legais e ambientais
  • Definir ações de melhoria
  • Implantar novas metodologias de gestão
  • Melhorar a gestão das interfaces interna e externa
  • Estabelecer mecanismos de avaliação de desempenho de fornecedores
G Coordenar política de comunicação e divulgação na área de p&d (7)
  • Representar a instituição
  • Participar de comitês
  • Definir política de divulgação interna e externa
  • Exercer ações de ´endo-marketing´
  • Facilitar a interação entre setores
  • Exercer ações de ´marketing´ tecnológico
  • Participar de eventos (seminários, congressos, feiras).
Y Comunicar-se (8)
  • Desenvolver expressão verbal
  • Cuidar do relacionamento interpessoal
  • Desenvolver habilidade de negociação
  • Trabalhar em equipe
  • Desenvolver capacidade de síntese
  • Cultivar a capacidade de ouvir
  • Desenvolver expressão escrita
  • Desenvolver habilidade para lidar com conflito
Z Demonstrar competências pessoais (12)
  • Desenvolver visão holística
  • Demonstrar habilidade de tomar decisões
  • Demonstrar espírito crítico
  • Demonstrar dinamismo
  • Demonstrar liderança
  • Desenvolver pensamento estratégico
  • Evidenciar vivência em p&d
  • Cultivar auto-conhecimento
  • Demonstrar objetividade
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar persistência
  • Demonstrar capacidade de delegar

Sinônimos oficiais (3)

Diretor de tecnologia (pesquisa e desenvolvimento)Diretor técnico (pesquisa e desenvolvimento)Superintendente de desenvolvimento de produtos e processos

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 1237-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

A mediana do salário de admissão é R$ 21.450 por mês, considerando as 222 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.858 (10% menores) a R$ 59.570 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 38.838 (RAIS 2024), 81.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 234 admissões contra 336 desligamentos, saldo de -102 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de associações de defesa de direitos sociais (CNAE 9430800), com 16,2% das admissões e mediana de R$ 3.000. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

1237-05 (família 1237 — Diretores de pesquisa e desenvolvimento). A CBO reconhece também os títulos: Diretor de tecnologia (pesquisa e desenvolvimento), Diretor técnico (pesquisa e desenvolvimento), Superintendente de desenvolvimento de produtos e processos — todos usam o mesmo código 1237-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 1237: Dos profissionais da família espera-se que tenham concluído, no mínimo, o nível superior completo ou frequentado cursos de pós-graduação. É desejável que tenham ex-periência em função gerencial por mais de cinco anos. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 1237-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 1237-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 1237-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9430800), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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