CBO 9191-05 — Lubrificador industrial
O código 9191-05 identifica a ocupação lubrificador industrial na CBO 2002, dentro da família 9191 — Lubrificadores. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha14 seções
O que faz um lubrificador industrial
Lubrificam máquinas e equipamentos, sinalizando pontos de lubrificação, interpretando desenhos de máquinas, avaliando a situação de máquinas e equipamentos, selecionando material de limpeza e ferramentas para lubrificação, retirando excessos de lubrificantes, liberando máquinas e equipamentos lubrificados e preenchendo relatórios e registros de ocorrências. Monitoram o desempenho de máquinas e equipamentos, realizando inspeções preventivas, identificando anomalias, solicitando manutenções, verificando a ocorrência de impurezas em lubrificantes e retirando amostras para análises. Colaboram na elaboração de planos de lubrificação. Conservam ferramentas e materiais para lubrificação. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente.
Descrição oficial da família 9191 — Lubrificadores, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Atuam predominantemente na agricultura e serviços relacionados, no setor de vendas, manutenção e reparação de veículos e no transporte aquaviário como empregados com carteira assinada. O trabalho é presencial, individual, com supervisão ocasional. Atuam em ambiente fechado, a céu aberto ou em veículos e no horário diurno ou noturno. No desenvolvimento de algumas atividades, trabalham sob pressão e em posições desconfortáveis durante longos períodos. Podem permanecer expostos à ação de materiais tóxicos, ruído intenso e altas temperaturas.
Recursos de trabalho
Almotolia; Bomba de transferência; Bombas (manuais e pneumáticas); Carrinho tomba tambor; Empilhadeira; Engraxadeira; Jogo de chave (Allen, fenda, alicate, estrela); Jogo de funis; Pincel; Termômetro.
Quanto ganha um lubrificador industrial
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.482
Entrada × quem já está
R$ 2.504 ao ser admitido · R$ 3.482 para quem tem vínculo ativo +39,1%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de lubrificador industrial foi de R$ 2.504 — metade das 3.375 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.758 e os 10% de maior, acima de R$ 3.609.
Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.482, ou seja, 39,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 31 meses.
Considerando a jornada média de 43.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 13,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 2.504 |
| Por ano (12 salários) | R$ 30.048 |
| Por semana | R$ 576 |
| Por hora (43.7h/sem) | R$ 13,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
| UF | Admissões | Saldo | P25 | Mediana | P75 |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | 821 | -103 | — | R$ 2.578 | — |
| MG | 658 | -6 | — | R$ 2.223 | — |
| ES | 378 | +8 | — | R$ 2.719 | — |
| PA | 232 | -37 | — | R$ 2.450 | — |
| PR | 195 | +22 | — | R$ 3.042 | — |
| MT | 170 | -39 | — | R$ 2.800 | — |
| RJ | 150 | +37 | — | R$ 2.540 | — |
| BA | 130 | +37 | — | R$ 2.869 | — |
| RS | 130 | +18 | — | R$ 2.578 | — |
| GO | 117 | -25 | — | R$ 2.590 | — |
UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
3.444
Desligamentos
3.557
Saldo
-113
Rotatividade
40,7%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 3.444 admissões e 3.557 desligamentos de lubrificador industrial, o que significa que o mercado formal fechou 113 postos de trabalho no período, com rotatividade de 40,7% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 24,7% foram a pedido do próprio trabalhador e 57,5% por dispensa sem justa causa, além de 14,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 3.557 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata lubrificador industrial
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como lubrificador industrial
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 8.747 vínculos
Idade mediana
38 anos
Tempo de casa
31 meses
No setor público
0,5%
Em empresa do Simples
11%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada43h/sem
- Pessoas com deficiência2,2%
- Jornada parcial0,1%
- Contrato intermitente1%
- Em entidade sem fins lucrativos0,1%
Sobre os 8.747 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de lubrificador industrial
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
22,3
CAT no período
154
Óbitos comunicados
1
Idade média no acidente
33 anos
Foram 154 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo lubrificador industrial nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 22,3 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 83,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 13% de trajeto (no deslocamento) e 3,2% doenças ocupacionais.
No período foram comunicados 1 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| S62.6 — Fratura de outros dedos | 8 | 5,2% | 24.580 |
| S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo | 6 | 3,9% | 5.476 |
| S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha | 5 | 3,2% | 3.531 |
| S61 — Ferimento do punho e da mão | 5 | 3,2% | 3.531 |
| S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha | 4 | 2,6% | 1.634 |
| T15.0 — Corpo estranho na córnea | 4 | 2,6% | 19 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Construção de rodovias e ferrovias) tem RAT 3% e grau de risco 4, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 22,3 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: construção
Informalidade no setor
64,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
47,7%
Rendimento formal × informal
R$ 3.960 × R$ 2.195
No setor de construção — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 64,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional com até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 9191.
Qual especialização paga mais na família 9191
Todas as ocupações de lubrificadores, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 9191-05 | Lubrificador industrial (esta página) | R$ 2.504 | R$ 3.482 | 8.747 |
| 9191-15 | Lubrificador de embarcações | R$ 2.311 | R$ 3.038 | 153 |
| 9191-10 | Lubrificador de veículos automotores (exceto embarcações) | R$ 2.010 | R$ 2.747 | 21.090 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 9191-05.
A Lubrificar máquinas e equipamentos (11)
- •Sinalizar os pontos de lubrificação das máquinas e equipamentos
- •Interpretar desenho da máquina
- •Avaliar a situação atual da máquina e equipamento
- •Verificar a disponibilidade da máquina e equipamento para lubrificação
- •Selecionar material de limpeza e ferramentas para lubrificação
- •Requisitar o lubrificante necessário para serviço
- •Retirar excessos de lubrificantes
- •Liberar a máquina e equipamento lubrificados
- •Preencher relatório de lubrificação
- •Preencher registro de ocorrências diariamente
- •Interpretar gráficos
B Monitorar desempenho de máquinas e equipamentos (7)
- •Realizar inspeção preventiva (tavo) das máquinas e equipamentos
- •Identificar anomalias em máquinas e equipamentos
- •Solicitar manutenção de máquinas e equipamentos
- •Verificar características do lubrificante de máquinas e equipamentos
- •Verificar ocorrência de impurezas no lubrificante retirado de máquinas e equipamentos
- •Comunicar problemas à chefia imediata
- •Retirar amostras para análise
C Colaborar na elaboração do plano de lubrificação (8)
- •Listar máquinas e equipamentos a serem lubrificados
- •Consultar instruções do fabricante de máquinas e equipamentos
- •Consultar especificações de lubrificantes
- •Definir pontos de lubrificação
- •Definir tipo e quantidade de lubrificante por ponto de aplicação
- •Definir formas de aplicação de lubrificantes
- •Definir periodicidade de lubrificação de máquinas e equipamentos
- •Definir condições de máquinas e equipamentos (parada ou em movimento) para execução do serviço
D Conservar ferramentas e materiais para lubrificação (6)
- •Utilizar ferramentas padronizadas
- •Identificar recipientes de acordo com a utilização do lubrificante
- •Limpar recipientes e ferramentas
- •Limpar local de armazenamento de lubrificantes
- •Realizar pequenos reparos em ferramentas
- •Providenciar armazenamento de ferramentas
E Preservar meio ambiente (5)
- •Utilizar lubrificantes evitando poluição
- •Proceder medidas corretivas (exemplo: vazamento de lubrificantes)
- •Identificar recipiente com lubrificante usado
- •Encaminhar lubrificante usado para reciclagem
- •Informar não-conformidades por escrito
F Trabalhar com segurança (7)
- •Utilizar epi e epc
- •Respeitar normas de segurança da empresa
- •Obedecer normas de ergonomia para transportar recipientes com lubrificantes
- •Solicitar bloqueio de máquinas e equipamentos a serem lubrificados
- •Obedecer sinais de parada de máquinas e equipamentos
- •Consultar técnico de segurança do trabalho
- •Armazenar produto em local ventilado
Z Demonstrar competências pessoais (8)
- •Trabalhar em equipe
- •Comunicar-se com eficiência
- •Trabalhar com ética
- •Raciocinar com lógica
- •Realizar cálculos numéricos
- •Dar provas de coordenação motora
- •Tomar iniciativa frente a situações imprevistas
- •Zelar pela apresentação pessoal
Sinônimos oficiais (6)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 9191-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um lubrificador industrial?
A mediana do salário de admissão é R$ 2.504 por mês, considerando as 3.375 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.758 (10% menores) a R$ 3.609 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.482 (RAIS 2024), 39.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando lubrificador industrial?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 3.444 admissões contra 3.557 desligamentos, saldo de -113 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata lubrificador industrial?
A atividade econômica que mais contratou foi Construção de rodovias e ferrovias (CNAE 4211101), com 8,7% das admissões e mediana de R$ 2.812. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de lubrificador industrial?
9191-05 (família 9191 — Lubrificadores). A CBO reconhece também os títulos: Ajudante de lubrificação (indústria), Engraxador de máquinas, Lubrificador auxiliar mecânico, Lubrificador de máquinas, Mecânico lubrificador de manutenção industrial, Mecânico lubrificador industrial — todos usam o mesmo código 9191-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser lubrificador industrial?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 9191: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e curso básico de qualificação profissional com até duzentas horas/aula. O pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de lubrificador industrial?
A taxa é de 22,3 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (23,4% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S62.6 — fratura de outros dedos. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (construção), 64,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 9191-05?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 9191-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 9191-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4211101), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 9191:
- •ABB - Asea Brown Boveri Ltda.
- •Auto Posto Gigantão S/C
- •Companhia de Cimento Itambé
- •F. Andreis & Companhia Ltda.
- •HB Comércio de Lubrificantes Ltda.
- •Hilub Tecnologia em Lubrificação
- •Romagnole Produtos Elétricos
- •Rural San Domingos Agropecuária Ltda, Jaboticatubas (Mg)
- •Trombini Papel e Embalagens S.A.
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai