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CBO 2002 Família 8101 R$ 6.343 na admissão -74 postos em 12 meses 105 atividades

CBO 8101-05 — Mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

O código 8101-05 identifica a ocupação mestre (indústria petroquímica e carboquímica) na CBO 2002, dentro da família 8101 — Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

Planejam e gerenciam processos contínuos de produção química, petroquímica e afins, corrigindo desvios das condições normais de operação. Supervisionam a elaboração de procedimentos técnicos operacionais e tratam anomalias. Lideram, desenvolvem e avaliam equipes de trabalho e participam na elaboração de documentos normativos (instruções de serviço, manuais de operação e outros). Trabalham em conformidade com as normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

Descrição oficial da família 8101 — Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na fabricação de coque, refino de petróleo e de produtos químicos e afins, como empregados com carteira assinada. Trabalham em equipe, sob supervisão ocasional, no sistema de revezamento contínuo e descontínuo de turnos, em ambiente fechado, a céu aberto ou em veículos. Podem permanecer expostos a materiais tóxicos, ruído intenso e altas temperaturas. Algumas atividades são realizadas em grandes alturas. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 3111 - Técnicos químicos.

Recursos de trabalho

Bombas; Colunas; Instrumentos de medição e controle; Motores; Reatores; Subestação; Torres; Tubulações; Válvulas; Vasos e tanques.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio resolução normativa nº 24, de 18 de fevereiro de 1970 - autoriza os conselhos regionais de química a procederem ao registro de técnicos industriais.

Quanto ganha um mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 3.28310% ganham atéR$ 6.343medianaR$ 9.63610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 13.575

Entrada × quem já está

R$ 6.343 ao ser admitido · R$ 13.575 para quem tem vínculo ativo +114%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de mestre (indústria petroquímica e carboquímica) foi de R$ 6.343 — metade das 283 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 3.283 e os 10% de maior, acima de R$ 9.636.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 13.575, ou seja, 114% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 63 meses.

Considerando a jornada média de 43.3 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 35,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 6.343
Por ano (12 salários)R$ 76.116
Por semanaR$ 1.460
Por hora (43.3h/sem)R$ 35,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 6.34795,1%
  • Mulheres — R$ 5.1754,9%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 13.90095,1%
  • Mulheres — R$ 8.0754,9%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste6.750
  • Sudeste6.703

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
RJ 136 +22 R$ 6.715
SP 57 -33 R$ 6.081

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

290

Desligamentos

364

Saldo

-74

Rotatividade

21,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+6) saldo negativo · pior: abr/26 (-15)

Em 12 meses houve 290 admissões e 364 desligamentos de mestre (indústria petroquímica e carboquímica), o que significa que o mercado formal fechou 74 postos de trabalho no período, com rotatividade de 21,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 19,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 72,5% por dispensa sem justa causa, além de 4,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador19,5%
  • Dispensa sem justa causa72,5%
  • Fim de contrato4,4%

Sobre 364 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,3% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro8,6%
  • 1 a 4 empregados2,8%
  • 5 a 9 empregados2,8%
  • 10 a 19 empregados2,4%
  • 20 a 49 empregados9,3%
  • 50 a 99 empregados9,7%
  • 100 a 249 empregados15,2%
  • 250 a 499 empregados7,6%
  • 500 a 999 empregados7,9%
  • 1.000 ou mais empregados33,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços de engenharia 7112000 · 32,1% das admissões 93 44h R$ 6.320 R$ 6.725 R$ 6.764 3% 1
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4,5% das admissões 13 41.5h R$ 6.067 3% 1
Obras de montagem industrial 4292802 · 3,8% das admissões 11 44h R$ 9.637 3% 4
Fabricação de colchões 3104700 · 3,4% das admissões 10 44h R$ 1.811 3% 2
Fabricação de equipamento bélico pesado, exceto veículos militares de combate 2550101 · 2,4% das admissões 7 3% 4
Fabricação de embalagens de material plástico 2222600 · 2,1% das admissões 6 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.671 vínculos

Idade mediana

43 anos

Tempo de casa

63 meses

Em empresa do Simples

4,2%

Sexo

  • Homem95%
  • Mulher5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41h/sem
  • Pessoas com deficiência1,1%
  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente0,7%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,3%

Sobre os 1.671 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca46,5%
  • Parda44,9%
  • Preta7,9%
  • Amarela0,5%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto0,2%
  • 5º ano completo0,5%
  • 6º ao 9º ano0,6%
  • Fundamental completo2%
  • Médio incompleto1,4%
  • Médio completo56,3%
  • Superior incompleto9,9%
  • Superior completo28,2%
  • Mestrado0,7%
  • Doutorado0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto0,3%
  • 5º ano completo0,3%
  • 6º a 9º ano0,3%
  • Fundamental completo1,7%
  • Médio incompleto0,3%
  • Médio completo68,6%
  • Superior incompleto4,1%
  • Superior completo19,7%
  • Pós-graduação4,5%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados1,4%
  • 5 a 9 empregados2%
  • 10 a 19 empregados3,7%
  • 20 a 49 empregados7,4%
  • 50 a 99 empregados12,9%
  • 100 a 249 empregados21,5%
  • 250 a 499 empregados16%
  • 500 a 999 empregados15,9%
  • 1.000 ou mais empregados19,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se curso técnico de nível médio na área de química, oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre com, no mínimo, cinco anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8101.

Qual especialização paga mais na família 8101

Todas as ocupações de supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
8101-05 Mestre (indústria petroquímica e carboquímica) (esta página) R$ 6.343 R$ 13.575 1.671
8101-10 Mestre de produção química R$ 4.303 R$ 7.195 6.599

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8101-05.

A Gerenciar processos contínuos de produção (16)
  • Manter a continuidade operacional
  • Assegurar o cumprimento das instruções, pela equipe de trabalho
  • Identificar as rotinas operacionais
  • Respeitar os limites de segurança dos processos, em sua área de atuação
  • Cumprir o programa de produção preestabelecido
  • Analisar riscos de desvios do processo de produção
  • Coordenar correções operacionais
  • Monitorar as variações no processo de produção
  • Definir prioridades de manutenção e operação
  • Consultar dirigentes e instruções sobre atribuições das áreas da empresa
  • Acompanhar inspeções em equipamentos em manutenção
  • Negociar sobre a liberação de equipamentos para manutenção
  • Alocar recursos humanos e materiais
  • Otimizar custos de produção
  • Acompanhar auditorias fiscais, de segurança e de qualidade
  • Autorizar parada do processo de produção em situações de emergência
B Zelar pela segurança, higiene e meio ambiente (13)
  • Identificar normas e procedimentos de segurança
  • Assegurar o cumprimento das normas de segurança
  • Manter-se atualizado sobre recursos e equipamentos de segurança por meio de consultas a catalógos
  • Promover o dialógo diário de segurança (reuniões sistemáticas sobre segurança)
  • Utilizar equipamentos de proteção individual (epi)
  • Orientar sobre a utilização de epi
  • Demonstrar exemplarmente a utilização dos equipamentos de segurança
  • Promover ações de preservação da saúde ocupacional
  • Acionar órgãos competentes em caso de acidentes ambientais internos
  • Preencher relatórios pertinentes a acidentes e incidentes, conforme normas de segurança
  • Analisar situações de risco, em conjunto ou individualmente
  • Supervisionar o sistema de gerenciamento de resíduos
  • Providenciar encaminhamentos na ocorrência de acidentes
C Liderar equipe (5)
  • Identificar o perfil individual da equipe de trabalho
  • Promover a motivação da equipe, nas atividades
  • Motivar equipes por meio de dinâmicas, para melhoria contínua no ambiente de trabalho
  • Delegar tarefas às equipes
  • Identificar as necessidades da equipe
D Planejar ações necessárias ao processo de produção (7)
  • Selecionar recursos humanos
  • Selecionar recursos materiais
  • Programar rotinas e processos de trabalho
  • Estabelecer prazos e prioridades para o processo operacional
  • Elaborar cronograma de trabalho das equipes
  • Definir recursos para cumprimento de metas e padrões
  • Orientar equipe quanto a paradas e partidas da planta de produção
E Desenvolver equipe de trabalho (12)
  • Levantar necessidades de treinamento
  • Elaborar, em conjunto com rh, os planos de treinamentos
  • Alocar recursos para o treinamento
  • Indicar profissionais para participação dos treinamentos
  • Liberar profissionais para treinamento, de acordo com convocação
  • Ministrar treinamentos
  • Indicar profissionais para docência de treinamentos
  • Coordenar atividades de treinamento no local de trabalho ("on the job")
  • Registrar atividades de treinamentos
  • Possibilitar ao treinando a aplicação de conhecimentos adquiridos nos treinamentos
  • Verificar a eficácia do treinamento por meio de avaliações e testes
  • Fazer rodízios funcionais da equipe de trabalho
F Tratar anomalias (desvios das condições normais de operação) (12)
  • Identificar a anomalia
  • Avaliar a anomalia
  • Adotar disposições e correções imediatas
  • Utilizar ferramentas da qualidade
  • Identificar as causas da anomalia
  • Cumprir os procedimentos de tratamento da anomalia
  • Aplicar a ação corretiva para a anomalia
  • Verificar a eficácia da ação corretiva, por meio de testes e exames
  • Emitir relatório de tratamento da anomalia
  • Divulgar a anomalia para as demais áreas, quando pertinente
  • Encaminhar a anomalia para análises e registros documentais e laboratoriais
  • Aprimorar o processo, a partir do tratamento da anomalia
G Supervisionar a elaboração de procedimentos técnicos operacionais (7)
  • Aplicar instruções e procedimentos do processo produtivo
  • Definir equipe para elaboração de procedimentos
  • Elaborar manuais de operação
  • Elaborar manuais de treinamentos
  • Preparar manuais de instruções técnicas
  • Fazer revisão contínua dos procedimentos
  • Revisar manuais de operação
H Avaliar pessoal (8)
  • Esclarecer critérios de avaliação
  • Seguir parâmetros de avaliação
  • Avaliar o perfil dos liderados
  • Acordar metas com os liderados
  • Sistematizar avaliações contínuas
  • Registrar erros e acertos
  • Valorizar o desempenho dos treinados
  • Dar "feedback" (realimentação, retorno) de avaliações
I Comunicar-se (8)
  • Processar informações de liderados e de chefias
  • Agilizar (imprimir maior rapidez, eficiência) o fluxo de informações
  • Escrever instruções e relatórios, de forma clara
  • Repassar informações com clareza
  • Utilizar os recursos de comunicação disponíveis
  • Comunicar assuntos relativos a acidentes ambientais e ocupacionais para as comunidades pertinentes
  • Garantir a confirmação da informação
  • Confirmar (checar) o entendimento da mensagem
Z Demonstrar competências pessoais (17)
  • Buscar o autodesenvolvimento (profissional e pessoal)
  • Participar de palestras e cursos de qualificação
  • Demonstrar capacidade de escuta atenta (saber ouvir)
  • Manter princípios éticos
  • Desenvolver visão sistêmica
  • Exercitar a autonomia
  • Controlar emoções em situações de conflito
  • Desenvolver habilidades para motivar pessoas
  • Demonstrar assertividade (declarar posição)
  • Demonstrar pró-atividade (tomar iniciativas)
  • Desenvolver a criatividade
  • Desenvolver habilidades de negociação
  • Trocar experiências com outros profissionais
  • Zelar pela integridade do ser humano
  • Desenvolver confiabilidade mútua
  • Manter equilíbrio emocional em situações diversas
  • Administrar conflitos

Sinônimos oficiais (1)

Supervisor de operação (indústria petroquímica e carboquímica)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8101-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

A mediana do salário de admissão é R$ 6.343 por mês, considerando as 283 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 3.283 (10% menores) a R$ 9.636 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 13.575 (RAIS 2024), 114% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 290 admissões contra 364 desligamentos, saldo de -74 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços de engenharia (CNAE 7112000), com 32,1% das admissões e mediana de R$ 6.725. A lista completa dos 6 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

8101-05 (família 8101 — Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas e afins). A CBO reconhece também os títulos: Supervisor de operação (indústria petroquímica e carboquímica) — todos usam o mesmo código 8101-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8101: Para o exercício dessas ocupações requer-se curso técnico de nível médio na área de química, oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre com, no mínimo, cinco anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8101-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8101-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8101-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7112000), o RAT é 3%.

A profissão de mestre (indústria petroquímica e carboquímica) é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 8101 registram: Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio resolução normativa nº 24, de 18 de fevereiro de 1970 - autoriza os conselhos regionais de química a procederem ao registro de técnicos industriais.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (12 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8101:

  • Acrinor - Acrilonitrila do Nordeste S.A.
  • Ciquine-Polialden Petroquímica S.A.
  • Copene Petroquímica do Nordeste S.A.
  • Deten Química S.A.
  • Millenium Inorganics Chemicals do Brasil S.A.
  • Nitrocarbono S.A.
  • Politeno Indústria e Comércio S.A.
  • Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para fins Industriais, Petroquímicos e de
  • Resinas Sintéticas de Camaçari, Candeias e Dias D´ávila (Ba)
  • Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Químico e Petroleiro da Bahia
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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