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CBO 2002 Família 8101 R$ 6.751 na admissão -76 postos em 12 meses 105 atividades

CBO 8101-05 — Mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

O código 8101-05 identifica a ocupação mestre (indústria petroquímica e carboquímica) na CBO 2002, dentro da família 8101 — Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

✓ Conferido · 05 de outubro de 2026 CBO 2002 — Classificação Brasileira de Ocupações — Portaria MTE nº 397, de 9 de outubro de 2002 (institui a CBO 2002); arquivos oficiais de download do MTE (7 CSVs de estrutura e perfil ocupacional) e Livros 1 e 2 da 3ª edição, que trazem a descrição sumária, a formação exigida, as condições gerais de exercício, os recursos de trabalho e a equivalência CIUO-88 de cada família · Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta ficha 13 seções

O que faz um mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

Planejam e gerenciam processos contínuos de produção química, petroquímica e afins, corrigindo desvios das condições normais de operação. Supervisionam a elaboração de procedimentos técnicos operacionais e tratam anomalias. Lideram, desenvolvem e avaliam equipes de trabalho e participam na elaboração de documentos normativos (instruções de serviço, manuais de operação e outros). Trabalham em conformidade com as normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

Descrição oficial da família 8101 — Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na fabricação de coque, refino de petróleo e de produtos químicos e afins, como empregados com carteira assinada. Trabalham em equipe, sob supervisão ocasional, no sistema de revezamento contínuo e descontínuo de turnos, em ambiente fechado, a céu aberto ou em veículos. Podem permanecer expostos a materiais tóxicos, ruído intenso e altas temperaturas. Algumas atividades são realizadas em grandes alturas. ESTA FAMÍLIA NÃO COMPREENDE 3111 - Técnicos químicos.

Recursos de trabalho

Bombas; Colunas; Instrumentos de medição e controle; Motores; Reatores; Subestação; Torres; Tubulações; Válvulas; Vasos e tanques.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio resolução normativa nº 24, de 18 de fevereiro de 1970 - autoriza os conselhos regionais de química a procederem ao registro de técnicos industriais.

Quanto ganha um mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 3.12310% ganham até R$ 6.751mediana R$ 9.63810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 13.575

Entrada × quem já está

R$ 6.751 ao ser admitido · R$ 13.575 para quem tem vínculo ativo +101,1%

Nas contratações de setembro/2025 a agosto/2026, a mediana do salário de admissão de mestre (indústria petroquímica e carboquímica) foi de R$ 6.751 — metade das 289 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 3.123 e os 10% de maior, acima de R$ 9.638.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 13.575, ou seja, 101,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 63 meses.

Considerando a jornada média de 43.3 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 35,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 6.751
Por ano (12 salários)R$ 81.012
Por semanaR$ 1.554
Por hora (43.3h/sem)R$ 35,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 6.752 95,2%
  • Mulheres — R$ 5.175 4,8%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 13.900 95,1%
  • Mulheres — R$ 8.075 4,9%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste 6.804
  • Sudeste 6.717

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
RJ 139 +19 — R$ 6.725 —
SP 55 -37 — R$ 6.350 —

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

✓ Oficial · 01 de agosto de 2026 Novo CAGED — microdados de movimentação — Lei 4.923/1965 e Portaria SEPRT 1.127/2019 (substituição do CAGED pelo eSocial); microdados não-identificados publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · setembro/2025 a agosto/2026

Admissões

296

Desligamentos

372

Saldo

-76

Rotatividade

22,3%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: fev/26 (+6) saldo negativo · pior: abr/26 (-15)

Em 12 meses houve 296 admissões e 372 desligamentos de mestre (indústria petroquímica e carboquímica), o que significa que o mercado formal fechou 76 postos de trabalho no período, com rotatividade de 22,3% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 19,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 72,3% por dispensa sem justa causa, além de 4,6% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador 19,6%
  • Dispensa sem justa causa 72,3%
  • Fim de contrato 4,6%

Sobre 372 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,3% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.212 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro 8,7%
  • 1 a 4 empregados 2,9%
  • 5 a 9 empregados 2,9%
  • 10 a 19 empregados 2,2%
  • 20 a 49 empregados 9,8%
  • 50 a 99 empregados 9,1%
  • 100 a 249 empregados 15,6%
  • 250 a 499 empregados 6,5%
  • 500 a 999 empregados 8,3%
  • 1.000 ou mais empregados 34,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços de engenharia 7112000 · 32,8% das admissões 97 44h R$ 6.358 R$ 6.731 R$ 6.767 3% 1
Obras de montagem industrial 4292802 · 4,4% das admissões 13 44h — R$ 9.637 — 3% 4
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4,1% das admissões 12 41.3h — R$ 6.067 — 3% 1
Fabricação de colchões 3104700 · 3,4% das admissões 10 44h — R$ 1.811 — 3% 2
Fabricação de equipamento bélico pesado, exceto veículos militares de combate 2550101 · 2,4% das admissões 7 — — — — 3% 4
Fabricação de embalagens de material plástico 2222600 · 2% das admissões 6 — — — — 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como mestre (indústria petroquímica e carboquímica)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.671 vínculos

Idade mediana

43 anos

Tempo de casa

63 meses

Em empresa do Simples

4,2%

Sexo

  • Homem 95%
  • Mulher 5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada41h/sem
  • Pessoas com deficiência1,1%
  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente0,7%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,3%

Sobre os 1.671 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca 46,5%
  • Parda 44,9%
  • Preta 7,9%
  • Amarela 0,5%
  • Indígena 0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Até o 5º ano incompleto 0,2%
  • 5º ano completo 0,5%
  • 6º ao 9º ano 0,6%
  • Fundamental completo 2%
  • Médio incompleto 1,4%
  • Médio completo 56,3%
  • Superior incompleto 9,9%
  • Superior completo 28,2%
  • Mestrado 0,7%
  • Doutorado 0,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto 0,3%
  • 5º ano completo 0,3%
  • 6º a 9º ano 0,3%
  • Fundamental completo 1,7%
  • Médio incompleto 0,3%
  • Médio completo 69,3%
  • Superior incompleto 4,1%
  • Superior completo 19,3%
  • Pós-graduação 4,4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados 1,4%
  • 5 a 9 empregados 2%
  • 10 a 19 empregados 3,7%
  • 20 a 49 empregados 7,4%
  • 50 a 99 empregados 12,9%
  • 100 a 249 empregados 21,5%
  • 250 a 499 empregados 16%
  • 500 a 999 empregados 15,9%
  • 1.000 ou mais empregados 19,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

✓ Oficial · 31 de dezembro de 2024 RAIS — Relação Anual de Informações Sociais (vínculos) — Decreto 76.900/1975; microdados não-identificados de vínculos publicados pelo PDET · Ministério do Trabalho e Emprego — PDET

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

✓ Oficial · 01 de janeiro de 2026 PNAD Contínua trimestral — microdados — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE), microdados trimestrais com peso amostral · Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se curso técnico de nível médio na área de química, oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre com, no mínimo, cinco anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 8101.

Qual especialização paga mais na família 8101

Todas as ocupações de supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
8101-05 Mestre (indústria petroquímica e carboquímica) (esta página) R$ 6.751 R$ 13.575 1.671
8101-10 Mestre de produção química R$ 4.315 R$ 7.195 6.599

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202509–202608); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 8101-05.

A Gerenciar processos contínuos de produção (16)
  • •Manter a continuidade operacional
  • •Assegurar o cumprimento das instruções, pela equipe de trabalho
  • •Identificar as rotinas operacionais
  • •Respeitar os limites de segurança dos processos, em sua área de atuação
  • •Cumprir o programa de produção preestabelecido
  • •Analisar riscos de desvios do processo de produção
  • •Coordenar correções operacionais
  • •Monitorar as variações no processo de produção
  • •Definir prioridades de manutenção e operação
  • •Consultar dirigentes e instruções sobre atribuições das áreas da empresa
  • •Acompanhar inspeções em equipamentos em manutenção
  • •Negociar sobre a liberação de equipamentos para manutenção
  • •Alocar recursos humanos e materiais
  • •Otimizar custos de produção
  • •Acompanhar auditorias fiscais, de segurança e de qualidade
  • •Autorizar parada do processo de produção em situações de emergência
B Zelar pela segurança, higiene e meio ambiente (13)
  • •Identificar normas e procedimentos de segurança
  • •Assegurar o cumprimento das normas de segurança
  • •Manter-se atualizado sobre recursos e equipamentos de segurança por meio de consultas a catalógos
  • •Promover o dialógo diário de segurança (reuniões sistemáticas sobre segurança)
  • •Utilizar equipamentos de proteção individual (epi)
  • •Orientar sobre a utilização de epi
  • •Demonstrar exemplarmente a utilização dos equipamentos de segurança
  • •Promover ações de preservação da saúde ocupacional
  • •Acionar órgãos competentes em caso de acidentes ambientais internos
  • •Preencher relatórios pertinentes a acidentes e incidentes, conforme normas de segurança
  • •Analisar situações de risco, em conjunto ou individualmente
  • •Supervisionar o sistema de gerenciamento de resíduos
  • •Providenciar encaminhamentos na ocorrência de acidentes
C Liderar equipe (5)
  • •Identificar o perfil individual da equipe de trabalho
  • •Promover a motivação da equipe, nas atividades
  • •Motivar equipes por meio de dinâmicas, para melhoria contínua no ambiente de trabalho
  • •Delegar tarefas às equipes
  • •Identificar as necessidades da equipe
D Planejar ações necessárias ao processo de produção (7)
  • •Selecionar recursos humanos
  • •Selecionar recursos materiais
  • •Programar rotinas e processos de trabalho
  • •Estabelecer prazos e prioridades para o processo operacional
  • •Elaborar cronograma de trabalho das equipes
  • •Definir recursos para cumprimento de metas e padrões
  • •Orientar equipe quanto a paradas e partidas da planta de produção
E Desenvolver equipe de trabalho (12)
  • •Levantar necessidades de treinamento
  • •Elaborar, em conjunto com rh, os planos de treinamentos
  • •Alocar recursos para o treinamento
  • •Indicar profissionais para participação dos treinamentos
  • •Liberar profissionais para treinamento, de acordo com convocação
  • •Ministrar treinamentos
  • •Indicar profissionais para docência de treinamentos
  • •Coordenar atividades de treinamento no local de trabalho ("on the job")
  • •Registrar atividades de treinamentos
  • •Possibilitar ao treinando a aplicação de conhecimentos adquiridos nos treinamentos
  • •Verificar a eficácia do treinamento por meio de avaliações e testes
  • •Fazer rodízios funcionais da equipe de trabalho
F Tratar anomalias (desvios das condições normais de operação) (12)
  • •Identificar a anomalia
  • •Avaliar a anomalia
  • •Adotar disposições e correções imediatas
  • •Utilizar ferramentas da qualidade
  • •Identificar as causas da anomalia
  • •Cumprir os procedimentos de tratamento da anomalia
  • •Aplicar a ação corretiva para a anomalia
  • •Verificar a eficácia da ação corretiva, por meio de testes e exames
  • •Emitir relatório de tratamento da anomalia
  • •Divulgar a anomalia para as demais áreas, quando pertinente
  • •Encaminhar a anomalia para análises e registros documentais e laboratoriais
  • •Aprimorar o processo, a partir do tratamento da anomalia
G Supervisionar a elaboração de procedimentos técnicos operacionais (7)
  • •Aplicar instruções e procedimentos do processo produtivo
  • •Definir equipe para elaboração de procedimentos
  • •Elaborar manuais de operação
  • •Elaborar manuais de treinamentos
  • •Preparar manuais de instruções técnicas
  • •Fazer revisão contínua dos procedimentos
  • •Revisar manuais de operação
H Avaliar pessoal (8)
  • •Esclarecer critérios de avaliação
  • •Seguir parâmetros de avaliação
  • •Avaliar o perfil dos liderados
  • •Acordar metas com os liderados
  • •Sistematizar avaliações contínuas
  • •Registrar erros e acertos
  • •Valorizar o desempenho dos treinados
  • •Dar "feedback" (realimentação, retorno) de avaliações
I Comunicar-se (8)
  • •Processar informações de liderados e de chefias
  • •Agilizar (imprimir maior rapidez, eficiência) o fluxo de informações
  • •Escrever instruções e relatórios, de forma clara
  • •Repassar informações com clareza
  • •Utilizar os recursos de comunicação disponíveis
  • •Comunicar assuntos relativos a acidentes ambientais e ocupacionais para as comunidades pertinentes
  • •Garantir a confirmação da informação
  • •Confirmar (checar) o entendimento da mensagem
Z Demonstrar competências pessoais (17)
  • •Buscar o autodesenvolvimento (profissional e pessoal)
  • •Participar de palestras e cursos de qualificação
  • •Demonstrar capacidade de escuta atenta (saber ouvir)
  • •Manter princípios éticos
  • •Desenvolver visão sistêmica
  • •Exercitar a autonomia
  • •Controlar emoções em situações de conflito
  • •Desenvolver habilidades para motivar pessoas
  • •Demonstrar assertividade (declarar posição)
  • •Demonstrar pró-atividade (tomar iniciativas)
  • •Desenvolver a criatividade
  • •Desenvolver habilidades de negociação
  • •Trocar experiências com outros profissionais
  • •Zelar pela integridade do ser humano
  • •Desenvolver confiabilidade mútua
  • •Manter equilíbrio emocional em situações diversas
  • •Administrar conflitos

Sinônimos oficiais (1)

Supervisor de operação (indústria petroquímica e carboquímica)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 8101-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

A mediana do salário de admissão é R$ 6.751 por mês, considerando as 289 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre setembro/2025 a agosto/2026. A faixa vai de R$ 3.123 (10% menores) a R$ 9.638 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 13.575 (RAIS 2024), 101.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

Entre setembro/2025 a agosto/2026 foram 296 admissões contra 372 desligamentos, saldo de -76 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços de engenharia (CNAE 7112000), com 32,8% das admissões e mediana de R$ 6.731. A ficha de mestre (indústria petroquímica e carboquímica) no Buscador NCM lista os 6 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

8101-05 (família 8101 — Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas e afins). A CBO reconhece também os títulos: Supervisor de operação (indústria petroquímica e carboquímica) — todos usam o mesmo código 8101-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser mestre (indústria petroquímica e carboquímica)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 8101: Para o exercício dessas ocupações requer-se curso técnico de nível médio na área de química, oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre com, no mínimo, cinco anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 8101-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 8101-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 8101-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7112000), o RAT é 3%.

A profissão de mestre (indústria petroquímica e carboquímica) é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 8101 registram: Norma regulamentadora: Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 - dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial de nível médio resolução normativa nº 24, de 18 de fevereiro de 1970 - autoriza os conselhos regionais de química a procederem ao registro de técnicos industriais.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (12 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 8101:

  • •Acrinor - Acrilonitrila do Nordeste S.A.
  • •Ciquine-Polialden Petroquímica S.A.
  • •Copene Petroquímica do Nordeste S.A.
  • •Deten Química S.A.
  • •Millenium Inorganics Chemicals do Brasil S.A.
  • •Nitrocarbono S.A.
  • •Politeno Indústria e Comércio S.A.
  • •Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para fins Industriais, Petroquímicos e de
  • •Resinas Sintéticas de Camaçari, Candeias e Dias D´ávila (Ba)
  • •Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Químico e Petroleiro da Bahia
  • •Instituição Conveniada Responsável
  • •Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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