NCM Buscador
CBO 2002 Família 7113 R$ 2.031 na admissão -89 postos em 12 meses 79 atividades

CBO 7113-25 — Plataformista (petróleo)

O código 7113-25 identifica a ocupação plataformista (petróleo) na CBO 2002, dentro da família 7113 — Trabalhadores da extração de minerais líquidos e gasosos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um plataformista (petróleo)

Realizam pesquisa sísmica, perfuram poços em terra e mar. Avaliam área perfurada; extra-em minerais líquidos e gasosos; realizam o processamento primário de separação de óleo, água e gás. Para a realização das atividades são utilizadas e emitidas informações orais e escritas, em conformidade a normas e procedimentos técnicos, de segurança, meio ambiente e saúde. Podem ministrar treinamentos no local de trabalho.

Descrição oficial da família 7113 — Trabalhadores da extração de minerais líquidos e gasosos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em empresas de prospecção e extração de minerais líquidos e gasosos como petróleo, gás e água. São empregados assalariados e trabalham sob supervisão permanente. As atividades podem ocorrer ambientes a céu aberto, ambientes confinados e em grandes alturas, com exposição a materiais em tóxicos, radiação e altas temperaturas. Em algumas situações estão expostos a peso excessivo, vibrações e esforço repetitivo. A forma de organização do trabalho predominante é em equipe e com supervisão ocasional.

Recursos de trabalho

Bombas; Caixa de impulsos elétricos; Gerador de energia; GPS; Guincho de perfuração; Sismógrafo; Sonda percurssia; Sonda rotativa; Swivel-sistema de rotação e sustentação de coluna; Tanques.

Quanto ganha um plataformista (petróleo)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.52110% ganham atéR$ 2.031medianaR$ 3.20810% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.468

Entrada × quem já está

R$ 2.031 ao ser admitido · R$ 4.468 para quem tem vínculo ativo +120%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de plataformista (petróleo) foi de R$ 2.031 — metade das 538 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.521 e os 10% de maior, acima de R$ 3.208.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.468, ou seja, 120% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 17 meses.

Considerando a jornada média de 39.4 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.031
Por ano (12 salários)R$ 24.372
Por semanaR$ 467
Por hora (39.4h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.05697,4%
  • Mulheres — R$ 1.6132,6%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.48398,4%
  • Mulheres — R$ 4.1561,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste2.000
  • Sudeste1.967

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (3 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
RJ 498 -52 R$ 1.762
BA 252 +20 R$ 2.100
SP 94 +2 R$ 2.889

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

1.044

Desligamentos

1.133

Saldo

-89

Rotatividade

28%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+41) saldo negativo · pior: out/25 (-35)

Em 12 meses houve 1.044 admissões e 1.133 desligamentos de plataformista (petróleo), o que significa que o mercado formal fechou 89 postos de trabalho no período, com rotatividade de 28% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 18,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 77,6% por dispensa sem justa causa. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador18,5%
  • Dispensa sem justa causa77,6%
  • Fim de contrato2,6%

Sobre 1.133 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente0,3%
  • Pessoa com deficiência0,2%
  • Jovem aprendiz2,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro3%
  • 1 a 4 empregados5,4%
  • 5 a 9 empregados2,8%
  • 10 a 19 empregados3%
  • 20 a 49 empregados15,7%
  • 50 a 99 empregados8,2%
  • 100 a 249 empregados10,3%
  • 250 a 499 empregados11%
  • 500 a 999 empregados20,4%
  • 1.000 ou mais empregados20,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata plataformista (petróleo)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Perfuração e construção de poços de água 4399105 · 7,9% das admissões 82 43.9h R$ 2.425 R$ 2.694 R$ 3.188 3% 3
Perfurações e sondagens 4312600 · 3,9% das admissões 41 3% 4
Comércio atacadista de álcool carburante, biodiesel, gasolina e demais derivados de petróleo, exceto lubrificantes, não realizado por transportador retalhista (T.R.R.) 4681801 · 3% das admissões 31 44h R$ 2.816 3%
Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo 3314714 · 2,4% das admissões 25 44h R$ 2.208 3% 3
Serviços de engenharia 7112000 · 1,9% das admissões 20 44.3h R$ 3.497 3% 1
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional 4930202 · 1,6% das admissões 17 44h R$ 1.686 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como plataformista (petróleo)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 4.044 vínculos

Idade mediana

38 anos

Tempo de casa

17 meses

Em empresa do Simples

3,6%

Sexo

  • Homem98,4%
  • Mulher1,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada38,7h/sem
  • Pessoas com deficiência0,7%
  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente0,6%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,3%

Sobre os 4.044 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda56,6%
  • Branca27,9%
  • Preta14,1%
  • Amarela1,1%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,1%
  • Até o 5º ano incompleto0,1%
  • 5º ano completo0,3%
  • 6º ao 9º ano0,7%
  • Fundamental completo2,6%
  • Médio incompleto1,2%
  • Médio completo88,6%
  • Superior incompleto2,1%
  • Superior completo4,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,1%
  • Até 5º ano incompleto0,1%
  • 6º a 9º ano0,4%
  • Fundamental completo1,6%
  • Médio incompleto0,8%
  • Médio completo92,3%
  • Superior incompleto1,3%
  • Superior completo3,2%
  • Pós-graduação0,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados0,7%
  • 5 a 9 empregados1,2%
  • 10 a 19 empregados2,9%
  • 20 a 49 empregados7,1%
  • 50 a 99 empregados5,2%
  • 100 a 249 empregados14,7%
  • 250 a 499 empregados16%
  • 500 a 999 empregados24,9%
  • 1.000 ou mais empregados27,2%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de plataformista (petróleo)

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

27,7

CAT no período

87

Idade média no acidente

37 anos

Foram 87 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo plataformista (petróleo) nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 27,7 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 82,8% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 11,5% de trajeto (no deslocamento) e 5,7% doenças ocupacionais.

Tipo de acidente

  • Típico82,8%
  • Doença5,7%
  • Trajeto11,5%

Parte do corpo atingida

  • Dedo18,4%
  • Joelho12,6%
  • Ombro10,3%
  • Dorso (inclusive músculos dorsais, coluna e medula espinhal)6,9%
  • Mão (exceto punho ou dedos)6,9%

Natureza da lesão

  • Corte, laceração, ferida contusa, punctura (ferida aberta)18,4%
  • Contusão, esmagamento (superfície cutânea intacta)16,1%
  • Lesão imediata13,8%
  • Fratura11,5%
  • Distensão, torção11,5%

Agente causador

  • Metal - inclui liga11,5%
  • Superfície e estrutura, NIC10,3%
  • Ferramenta, máquina, equipamento, veículo, NIC8%
  • Substância química, NIC5,7%
  • Esforco excessivo4,6%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha 4 4,6% 3.531
S62.6 — Fratura de outros dedos 4 4,6% 24.580
M54.5 — Dor lombar baixa 3 3,4% 9.517
S60.0 — Contusão de dedo(s) sem lesão da unha 3 3,4% 1.634
S43.0 — Luxação da articulação do ombro 2 2,3% 2.950
S90 — Traumatismo superficial do tornozelo e do pé 2 2,3% 1.188

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Perfuração e construção de poços de água) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 27,7 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: construção

Informalidade no setor

64,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

47,7%

Rendimento formal × informal

R$ 3.960 × R$ 2.195

No setor de construção — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 64,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso a essas ocupações requer ensino médio, mais curso técnico profissionalizante de nível médio, obtido em escolas profissionalizantes ou por meio de cursos ministrados pelas próprias empresas. Houve um aumento de exigência de qualificação nessa área. O pleno desempenho das atividades requer três a quatro anos de experiência para operador de sonda de percussão, operador de sonda rotativa e sondador de poços de petróleo e gás. Para plataformista (petróleo), sondador de poços (exceto petróleo e gás) e torrista (petróleo) o pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7113.

Qual especialização paga mais na família 7113

Todas as ocupações de trabalhadores da extração de minerais líquidos e gasosos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7113-15 Sondador (poços de petróleo e gás) R$ 2.483 R$ 13.738 1.865
7113-30 Torrista (petróleo) R$ 2.594 R$ 6.000 1.046
7113-25 Plataformista (petróleo) (esta página) R$ 2.031 R$ 4.468 4.044
7113-10 Operador de sonda rotativa R$ 2.282 R$ 3.213 1.539
7113-20 Sondador de poços (exceto de petróleo e gás) R$ 2.192 R$ 2.671 4.974
7113-05 Operador de sonda de percussão R$ 2.093 R$ 2.581 1.630

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7113-25.

A Realizar pesquisa sísmica (11)
  • Liberar as áreas de acessos junto aos proprietários
  • Prestar esclarecimentos às comunidades locais
  • Desenvolver atividades de apoio (administrativa, transporte, mecânica, informática)
  • Realizar abertura de picada
  • Realizar levantamento topográfico
  • Perfurar área para colocação de explosivos
  • Proceder detonação
  • Registrar dados sísmicos
  • Retamponar o solo da área perfurada
  • Levantar os danos causados as propriedades para indenizações
  • Realizar pesquisa de opinião junto à comunidade da área perfurada
B Perfurar poços em terra e mar (16)
  • Montar sonda
  • Preparar fluidos de perfuração
  • Estabelecer conexões dos tubos durante a perfuração
  • Retirar coluna de perfuração
  • Estaleirar (reunir) coluna na torre de perfuração
  • Cimentar o poço
  • Montar equipamentos de segurança do poço
  • Realizar testes dos equipamentos de proteção e controle do poço
  • Descer coluna de perfuração
  • Coletar amostras da formação geológica
  • Controlar propriedades do fluido da perfuração
  • Monitorar a coluna de perfuração
  • Efetuar manutenção nos acessórios de manobra (chave flutuante, cunha, elevadores, colar de segurança)
  • Realizar manutenção da bomba de lama ´fluid-end´ (válvulas, camisas, pistões,sedes, módulos)
  • Montar coluna de teste de formação
  • Desmontar a sonda
C Avaliar área perfurada (6)
  • Montar sonda de produção
  • Testar equipamentos de segurança do poço
  • Montar coluna de produção
  • Descer coluna de tubos de produção
  • Retirar coluna de tubos de produção
  • Instalar equipamento na superfície e sub-superfície
D Extrair minerais líquidos e gasosos (9)
  • Realizar injeção de gás, água, vapor
  • Instalar equipamentos para extração de minerais
  • Monitorar vazão do poço
  • Substituir equipamento no poço
  • Desobstruir coluna de produção
  • Injetar ácidos no poço para estimular a produção
  • Montar equipamentos para provocar fratura na rocha
  • Monitorar o processo de condução dos minerais para área de armazenamento
  • Coletar amostras para análise
E Realizar o processamento primário de separação de óleo, água e gás (9)
  • Estocar petróleo bruto
  • Separar óleo e gás
  • Separar do óleo, água e impurezas
  • Monitorar funcionamento dos equipamentos
  • Coletar amostras do material processado
  • Operar caldeiras, estação de compressores e bombas de fluidos
  • Armazenar petróleo tratado, gás natural e água residual
  • Realizar inspeção visual nos dutos
  • Transferir minerais através de dutos
F Utilizar meios de informação (8)
  • Consultar catálogos, manuais e procedimentos
  • Acessar meios de comunicação (sistema de fax, telefone, intranet, internet, vídeo conferência)
  • Consultar histórico e arquivo do poço
  • Consultar boletim diário de ocorrências
  • Emitir relatórios (produção, movimentação, equipamentos e anomalias)
  • Relatar ocorrências de turnos
  • Confirmar recebimento de mensagens encaminhadas
  • Emitir comentários e opinião em reuniões
G Desenvolver ações de segurança, saúde ocupacional e meio ambiente (11)
  • Identificar padrões recomendados e procedimentos de segurança
  • Realizar coleta seletiva de lixo
  • Participar de simulação de acidente e emergência
  • Orientar a comunidade
  • Inspecionar as condições de epc (equipamentos de proteção coletiva)
  • Utilizar epi (equipamentos de proteção individual)
  • Emitir formulário de liberação de equipamento para manutenção
  • Desenvolver ações preventivas para minimizar os impactos ambientais
  • Realizar testes dos equipamentos de segurança
  • Realizar as ações previstas no plano de contingência (averiguação das condições de funcionamento par
  • Interromper o serviço em situação de risco
H Ministrar treinamento no local de trabalho (1)
  • Colaborar com as revisões dos padrões
Z Demonstrar competências pessoais (8)
  • Comunicar-se de forma clara e objetiva
  • Desenvolver a criatividade
  • Demonstrar motivação
  • Manter-se atualizado
  • Lidar com situações de risco e anormalidades
  • Tomar decisões
  • Trabalhar em equipe
  • Trocar experiências

Sinônimos oficiais (2)

Despachante de plataforma (petróleo)Operador de plataforma (petróleo)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7113-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um plataformista (petróleo)?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.031 por mês, considerando as 538 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.521 (10% menores) a R$ 3.208 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.468 (RAIS 2024), 120% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando plataformista (petróleo)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 1.044 admissões contra 1.133 desligamentos, saldo de -89 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata plataformista (petróleo)?

A atividade econômica que mais contratou foi Perfuração e construção de poços de água (CNAE 4399105), com 7,9% das admissões e mediana de R$ 2.694. A lista completa dos 6 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de plataformista (petróleo)?

7113-25 (família 7113 — Trabalhadores da extração de minerais líquidos e gasosos). A CBO reconhece também os títulos: Despachante de plataforma (petróleo), Operador de plataforma (petróleo) — todos usam o mesmo código 7113-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser plataformista (petróleo)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7113: O acesso a essas ocupações requer ensino médio, mais curso técnico profissionalizante de nível médio, obtido em escolas profissionalizantes ou por meio de cursos ministrados pelas próprias empresas. Houve um aumento de exigência de qualificação nessa área. O pleno desempenho das atividades requer três a quatro anos de experiência para operador de sonda de percussão, operador de sonda rotativa e sondador de poços de petróleo e gás. Para plataformista (petróleo), sondador de poços (exceto petróleo e gás) e torrista (petróleo) o pleno desempenho das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de plataformista (petróleo)?

A taxa é de 27,7 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é dedo (18,4% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S61.0 — ferimento de dedo(s) sem lesão da unha. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (construção), 64,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7113-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7113-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7113-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4399105), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (5 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7113:

  • Datamaker Designers Myy
  • Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobrás - Exploração e Produção
  • Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Químico e Petroleiro da Bahia
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
Voltar ao topo