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CBO 2002 Família 6323 R$ 1.521 na admissão -100 postos em 12 meses 39 atividades

CBO 6323-25 — Trabalhador da exploração de carnaúba

O código 6323-25 identifica a ocupação trabalhador da exploração de carnaúba na CBO 2002, dentro da família 6323 — Extrativistas florestais de espécies produtoras de fibras, ceras e óleos. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um trabalhador da exploração de carnaúba

Extraem e beneficiam fibras, ceras e óleos. Colhem frutos de palmeiras e árvores. Manejam extração e beneficiamento de fibras, ceras e óleos. Plantam árvores de pequi e espécies produtoras de fibras. Armazenam e comercializam matéria-prima e produtos.

Descrição oficial da família 6323 — Extrativistas florestais de espécies produtoras de fibras, ceras e óleos, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham predominantemente em silvicultura, exploração florestal, agricultura, pecuária e serviços relacionados a essas atividades. O trabalho é desenvolvido em equipe, com supervisão ocasional, a céu aberto, no período diurno. No exercício das atividades, os trabalhadores estão sujeitos a ruídos intensos, altas temperaturas e posição desconfortável por longos períodos. Os trabalhadores da exploração de andiroba, piaçava e coco-da-praia desenvolvem suas atividades em alturas elevadas, expondo-os a riscos.

Recursos de trabalho

Caldeira; Canoa; Equipamento de Proteção Individual (EPI); Facão; Foice de corte; Máquina de bater palha de carnaúba; Máquina forrageira; Pecúnia; Prensa; Veículos auto-motores e implementos.

Quanto ganha um trabalhador da exploração de carnaúba

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.50410% ganham atéR$ 1.521medianaR$ 1.69510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.421

Entrada × quem já está

R$ 1.521 ao ser admitido · R$ 1.421 para quem tem vínculo ativo -6,6%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de trabalhador da exploração de carnaúba foi de R$ 1.521 — metade das 736 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.504 e os 10% de maior, acima de R$ 1.695.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.421, ou seja, 6,6% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 39 meses.

Considerando a jornada média de 42.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 8,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.521
Por ano (12 salários)R$ 18.252
Por semanaR$ 350
Por hora (42.8h/sem)R$ 8,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.521100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 1.421100%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
CE 515 -82 R$ 1.564
PI 228 -19 R$ 1.628

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

779

Desligamentos

879

Saldo

-100

Rotatividade

210,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+317) saldo negativo · pior: dez/25 (-318)

Em 12 meses houve 779 admissões e 879 desligamentos de trabalhador da exploração de carnaúba, o que significa que o mercado formal fechou 100 postos de trabalho no período, com rotatividade de 210,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 7,4% foram a pedido do próprio trabalhador e 20,6% por dispensa sem justa causa, além de 71,9% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador7,4%
  • Dispensa sem justa causa20,6%
  • Fim de contrato71,9%

Sobre 879 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial5,5%
  • Contrato intermitente2,2%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro72,7%
  • 1 a 4 empregados12,3%
  • 5 a 9 empregados10,9%
  • 10 a 19 empregados2,6%
  • 20 a 49 empregados1,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata trabalhador da exploração de carnaúba

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não especificados anteriormente 1069400 · 0,6% das admissões 5 3%

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como trabalhador da exploração de carnaúba

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 417 vínculos

Idade mediana

37 anos

Tempo de casa

39 meses

Em empresa do Simples

12,7%

Sexo

  • Homem99,8%
  • Mulher0,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,9h/sem
  • Jornada parcial4,6%
  • Contrato intermitente6,2%

Sobre os 417 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda84%
  • Branca9,5%
  • Preta6%
  • Amarela0,3%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto9,8%
  • Até o 5º ano incompleto12,2%
  • 5º ano completo4,1%
  • 6º ao 9º ano22,1%
  • Fundamental completo21,8%
  • Médio incompleto2,4%
  • Médio completo27,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto4,1%
  • Até 5º ano incompleto5%
  • 5º ano completo3,7%
  • 6º a 9º ano49,2%
  • Fundamental completo15,4%
  • Médio incompleto6,4%
  • Médio completo16,2%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados22,5%
  • 5 a 9 empregados25,7%
  • 10 a 19 empregados27,3%
  • 20 a 49 empregados23,7%
  • 100 a 249 empregados0,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso ao trabalho é livre, sem exigência de escolaridade ou formação profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005. 97

Texto oficial do MTE para a família 6323.

Qual especialização paga mais na família 6323

Todas as ocupações de extrativistas florestais de espécies produtoras de fibras, ceras e óleos, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
6323-10 Trabalhador da exploração de babaçu R$ 2.963 R$ 2.913 55
6323-40 Trabalhador da exploração de malva (pãina) R$ 1.777 R$ 2.130 34
6323-05 Trabalhador da exploração de andiroba R$ 1.613
6323-30 Trabalhador da exploração de coco-da-praia R$ 1.642 R$ 1.453 69
6323-25 Trabalhador da exploração de carnaúba (esta página) R$ 1.521 R$ 1.421 417
6323-15 Trabalhador da exploração de bacaba R$ 1.116 10

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6323-25.

A Extrair fibras, ceras e óleos (4)
  • Cortar palhas de carnaúba, piaçava e ouricuri
  • Secar palha de carnaúba
  • Empilhar feixes de palha de carnaúba
  • Bater palha de carnaúba
B Colher frutos de palmeiras e árvores (1)
  • Encaixar foice em varas de bambu
C Beneficiar fibras, ceras e óleos (8)
  • Amarrar piaçava e fibra de coco-da-praia e palhas de ouricuri e carnaúba em feixes
  • Moer amêndoas de pequi, ouricuri e babaçu
  • Destalar palhas de ouricuri e carnaúba
  • Ferver pó de carnaúba e amêndoas de ouricuri, babaçu e pequi
  • Separar cera e borra de carnaúba
  • Coar cera de carnaúba
  • Dispor cera de carnaúba e óleo de babaçu em tanques
  • Prensar borra de carnaúba
D Manejar extração e beneficiamento de fibras, ceras e óleos (10)
  • Abrir caminho para área de extração
  • Aceirar área de extração
  • Capinar área de secagem
  • Calcular capacidade produtiva da área de extração
  • Negociar arrendamento de área de extração
  • Arrendar área de extração
  • Selecionar equipe de trabalho
  • Orientar equipe de trabalho
  • Providenciar manutenção de equipamentos e veículos
  • Apagar incêndios
F Armazenar matéria-prima e produtos (4)
  • Limpar instalações
  • Ensacar pó, cera de carnaúba e ralão de babaçu e ouricuri
  • Pesar matéria-prima e produtos
  • Registrar produção
G Comercializar matéria-prima e produtos (7)
  • Pesquisar mercado fornecedor de fibras, ceras e óleos
  • Pesquisar mercado consumidor de fibras, ceras e óleos
  • Comprar insumos
  • Acondicionar produtos embalados em veículos
  • Transportar matéria-prima e produtos
  • Vender matéria-prima
  • Vender produtos
Z Demonstrar competências pessoais (5)
  • Apresentar resistência física
  • Apresentar força física para subir em árvores
  • Suportar trabalhos em alturas elevadas
  • Demonstrar concentração em manuseio de equipamentos cortantes e máquinas
  • Adaptar-se a ambientes silvestres

Sinônimos oficiais (11)

Aparador - na extração da carnaúbaBaganeiro - na extração da carnaúbaBatedor de palha de carnaúbaCambiteiro - na extração da carnaúbaClassificador de cera de carnaúba - na extraçãoCortador de palha de carnaúbaCozinhador de cera de carnaúba - na extraçãoEnfeixador de palha de carnaúbaFoiceiro - na extração da carnaúbaJuntador - na extração da carnaúbaLasteiro - na extração da carnaúba

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 6323-25 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trabalhador da exploração de carnaúba?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.521 por mês, considerando as 736 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.504 (10% menores) a R$ 1.695 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.421 (RAIS 2024), 6.6% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando trabalhador da exploração de carnaúba?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 779 admissões contra 879 desligamentos, saldo de -100 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata trabalhador da exploração de carnaúba?

A atividade econômica que mais contratou foi Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não especificados anteriormente (CNAE 1069400), com 0,6% das admissões. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de trabalhador da exploração de carnaúba?

6323-25 (família 6323 — Extrativistas florestais de espécies produtoras de fibras, ceras e óleos). A CBO reconhece também os títulos: Aparador - na extração da carnaúba, Baganeiro - na extração da carnaúba, Batedor de palha de carnaúba, Cambiteiro - na extração da carnaúba, Classificador de cera de carnaúba - na extração, Cortador de palha de carnaúba, Cozinhador de cera de carnaúba - na extração, Enfeixador de palha de carnaúba, entre outros — todos usam o mesmo código 6323-25. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser trabalhador da exploração de carnaúba?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6323: O acesso ao trabalho é livre, sem exigência de escolaridade ou formação profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005. 97

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 6323-25?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 6323-25 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6323-25 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1069400), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6323:

  • Francol, Esperantina (Pi)
  • Indústria de Cera de Carnaúba
  • Núcleo de Ação para p Desenvolvimento Sustentável (Poemar)
  • Programa de Desenvolvimento Institucional (Conjunto Nova Vida)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
  • GLOSSÁRIO
  • Aceirar área de extração: isolar área de extração para prevenção de incêndios, por exem- plo, com faixas de areia.
  • Área de secagem: é uma área aberta por capina, na qual é colocada uma lona, onde são espalhadas as palhas de carnaúba para secagem a céu aberto .
  • Paneiro: cesto de fabricação simplória, normalmente feito de palmeiras, onde são coloca- das as diversas matérias-primas e tranportados pelo próprio extrativista.
  • Passadeira: instrumento manufaturado pelo extrativista de pequi para coar a polpa da fruta.
  • Pecúnia: instrumento feito de palha de buriti ou cipó. Este é amarrado aos pés do extrati- vista para auxíliar a subida em árvores.
  • 98 Ralão: instrumento manufaturado pelo extrativista de pequi para ralar a casca da fruta.
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