CBO 6227-20 — Trabalhador na cultura de dendê
O código 6227-20 identifica a ocupação trabalhador na cultura de dendê na CBO 2002, dentro da família 6227 — Trabalhadores agrícolas na cultura de plantas oleaginosas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.
Nesta ficha14 seções
O que faz um trabalhador na cultura de dendê
Plantam e tratam culturas oleaginosas como amendoim, coco-da-baía, dendê, mamona, soja, girassol e linho. Produzem mudas e sementes, colhem os frutos, preparam o solo, beneficiam e armazenam a colheita.
Descrição oficial da família 6227 — Trabalhadores agrícolas na cultura de plantas oleaginosas, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.
Como e onde se trabalha
Trabalham na atividade agrícola, organizados em grupos de trabalhadores, sob super-visão ocasional, em ambiente a céu aberto, durante o dia e sujeitos à exposição de materiais tóxicos.
Recursos de trabalho
Arame; Carrinho de mão; Enxada; Enxadão; Epis; Ferramentas (chaves, martelo, alicate, etc.); Foice; Implementos agrícolas; Tacho; Trator.
Quanto ganha um trabalhador na cultura de dendê
Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais
mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.454
Entrada × quem já está
R$ 1.612 ao ser admitido · R$ 1.454 para quem tem vínculo ativo -9,8%
Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de trabalhador na cultura de dendê foi de R$ 1.612 — metade das 4.849 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.508 e os 10% de maior, acima de R$ 1.642.
Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.454, ou seja, 9,8% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 22 meses.
Considerando a jornada média de 43.2 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 8,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.
Equivalência da mediana
| Por mês | R$ 1.612 |
| Por ano (12 salários) | R$ 19.344 |
| Por semana | R$ 371 |
| Por hora (43.2h/sem) | R$ 8,00 |
Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.
Composição e salário por sexo
Na admissão (CAGED, 40h+)
Quem já atua (RAIS 2024)
Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.
Salário por região
Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.
Contratação e mercado
Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026
Admissões
5.069
Desligamentos
3.688
Saldo
+1.381
Rotatividade
40,8%
Saldo mês a mês
Em 12 meses houve 5.069 admissões e 3.688 desligamentos de trabalhador na cultura de dendê, o que significa que o mercado formal abriu 1.381 postos de trabalho no período, com rotatividade de 40,8% sobre o estoque de vínculos.
Entre os desligamentos, 18,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 53,6% por dispensa sem justa causa, além de 15% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.
Por que as pessoas saem
Sobre 3.688 desligamentos com motivo declarado.
Como são os contratos
Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.
Porte de quem contrata
Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.
Quem contrata trabalhador na cultura de dendê
Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma
| CNAE — atividade econômica | Admissões | Jornada | P25 | Mediana | P75 | RAT | GR |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo de milho 1041400 · 49,5% das admissões | 2.511 | 44.5h | R$ 1.565 | R$ 1.619 | R$ 1.660 | 3% | 3 |
| Aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas sem operador 7731400 · 0,4% das admissões | 18 | 45h | — | R$ 1.518 | — | 3% | 1 |
RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.
Perfil de quem trabalha como trabalhador na cultura de dendê
Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 9.037 vínculos
Idade mediana
31 anos
Tempo de casa
22 meses
Em empresa do Simples
3,4%
Sexo
Composição do vínculo
- Jornada média contratada43,3h/sem
- Pessoas com deficiência1,2%
- Jornada parcial1,4%
- Em entidade sem fins lucrativos0,1%
Sobre os 9.037 vínculos ativos em 31/12/2024.
Raça/cor
Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.
Escolaridade
Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.
Porte do empregador
Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.
Riscos ocupacionais de trabalhador na cultura de dendê
Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências
Taxa por mil/ano
21,5
CAT no período
162
Idade média no acidente
35 anos
Foram 162 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo trabalhador na cultura de dendê nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 21,5 por mil vínculos ao ano — acima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.
Do total, 29,6% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 68,5% de trajeto (no deslocamento) e 1,9% doenças ocupacionais — a predominância do trajeto indica que o deslocamento é o principal ponto de exposição nessa ocupação.
Tipo de acidente
Parte do corpo atingida
Natureza da lesão
Agente causador
Diagnósticos mais frequentes (CID-10)
Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país
| CID-10 | Casos | % | Afastamentos no Brasil |
|---|---|---|---|
| V74.0 — Ocupante de um ônibus traumatizado em colisão com um veículo de transporte pesado ou um ônibus - condutor [motorista] traumatizado em um acidente não-de-trânsito | 43 | 26,5% | 2 |
| V79.9 — Ocupante [qualquer] de um ônibus traumatizado em um acidente de trânsito não especificado | 30 | 18,5% | 1 |
| V73.0 — Ocupante de um ônibus traumatizado em colisão com um automóvel [carro] ou uma caminhonete - condutor [motorista] traumatizado em um acidente não-de-trânsito | 25 | 15,4% | — |
| V78.2 — Ocupante de um ônibus traumatizado em um acidente de transporte sem colisão - pessoa viajando no exterior do veículo traumatizada em um acidente não-de-trânsito | 7 | 4,3% | 1 |
| S61.0 — Ferimento de dedo(s) sem lesão da unha | 4 | 2,5% | 3.531 |
| W45 — Penetração de corpo ou objeto estranho através da pele | 3 | 1,9% | 33 |
Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.
Risco de tabela × risco observado
A atividade que mais contrata essa ocupação (Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo de milho) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 21,5 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.
Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.
Informalidade no setor que mais contrata
PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral
Informalidade no setor
24,3%
Média nacional
37,5%
Conta própria
16,3%
Rendimento formal × informal
R$ 3.887 × R$ 2.141
No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.
O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.
Formação exigida
Exigência oficial da CBO
O exercício dessas ocupações requer escolaridade até a quarta série do ensino fundamental. A qualificação para essas ocupações é obtida tacitamente no exercício do trabalho. O desempenho pleno das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Texto oficial do MTE para a família 6227.
Qual especialização paga mais na família 6227
Todas as ocupações de trabalhadores agrícolas na cultura de plantas oleaginosas, ordenadas pela remuneração de quem já atua
| CBO | Ocupação | Admissão | Quem já atua | Vínculos |
|---|---|---|---|---|
| 6227-35 | Trabalhador na cultura do girassol | — | R$ 4.006 | 11 |
| 6227-30 | Trabalhador na cultura de soja | R$ 2.294 | R$ 2.662 | 2.614 |
| 6227-05 | Trabalhador na cultura de amendoim | R$ 2.011 | R$ 2.300 | 63 |
| 6227-15 | Trabalhador na cultura de coco-da-baía | R$ 1.610 | R$ 1.815 | 800 |
| 6227-25 | Trabalhador na cultura de mamona | R$ 1.663 | — | — |
| 6227-20 | Trabalhador na cultura de dendê (esta página) | R$ 1.612 | R$ 1.454 | 9.037 |
“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.
Atividades do perfil ocupacional
Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6227-20.
A Plantar culturas oleaginosas (5)
- •Medir espaço para plantio
- •Abrir covas
- •Adubar solo
- •Transplantar mudas de viveiros para covas
- •Fechar covas
B Tratar culturas oleaginosas (6)
- •Monitorar desenvolvimento da cultura
- •Coroar covas de coco-da-baía e dendê
- •Misturar defensivos agrícolas
- •Pulverizar lavoura
- •Posicionar iscas para controle de insetos
- •Podar palmas das culturas de coco-da-baía e dendê
C Produzir mudas e sementes de plantas oleaginosas (5)
- •Classificar sementes
- •Construir viveiros
- •Peneirar terra
- •Colocar terra em sacos plásticos
- •Regar mudas
D Colher frutos de plantas oleaginosas (1)
- •Cortar cachos de coco-da-baía e dendê
E Preparar solo (5)
- •Coletar amostras de solo
- •Roçar área de plantio
- •Capinar área de plantio
- •Balizar área de plantio
- •Corrigir solo
F Beneficiar colheita (6)
- •Separar dendê do cacho
- •Lavar dendê
- •Cozinhar dendê
- •Moer dendê
- •Separar óleo de dendê de água
- •Extrair coco de dendê
G Armazenar colheita (2)
- •Transportar colheita
- •Pesar colheita
Z Demonstrar competências pessoais (5)
- •Trabalhar em equipe
- •Demonstrar resistência física
- •Manifestar iniciativa
- •Manifestar agilidade motora
- •Manifestar sensibilidade com plantas
Sinônimos oficiais (1)
Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 6227-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um trabalhador na cultura de dendê?
A mediana do salário de admissão é R$ 1.612 por mês, considerando as 4.849 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.508 (10% menores) a R$ 1.642 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.454 (RAIS 2024), 9.8% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.
O mercado está contratando trabalhador na cultura de dendê?
Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 5.069 admissões contra 3.688 desligamentos, saldo de +1.381 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.
Que tipo de empresa contrata trabalhador na cultura de dendê?
A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo de milho (CNAE 1041400), com 49,5% das admissões e mediana de R$ 1.619. A lista completa dos 2 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.
Qual o código CBO de trabalhador na cultura de dendê?
6227-20 (família 6227 — Trabalhadores agrícolas na cultura de plantas oleaginosas). A CBO reconhece também os títulos: Cortador de dendê — todos usam o mesmo código 6227-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.
Precisa de faculdade para ser trabalhador na cultura de dendê?
Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6227: O exercício dessas ocupações requer escolaridade até a quarta série do ensino fundamental. A qualificação para essas ocupações é obtida tacitamente no exercício do trabalho. O desempenho pleno das atividades ocorre entre um e dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.
Quais são os riscos e acidentes mais comuns de trabalhador na cultura de dendê?
A taxa é de 21,5 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é localização da lesão, nic (63% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é V74.0 — ocupante de um ônibus traumatizado em colisão com um veículo de transporte pesado ou um ônibus - condutor [motorista] traumatizado em um acidente não-de-trânsito. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.
É uma profissão com muita informalidade?
A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.
Onde informo o CBO 6227-20?
No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.
O CBO 6227-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?
Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6227-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1041400), o RAT é 3%.
Fontes oficiais
- → CBO 2002 — Ministério do Trabalho e Emprego
- → Novo CAGED — microdados de movimentação (PDET)
- → RAIS — microdados de vínculos (PDET)
- → CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho (INSS)
- → PNAD Contínua (IBGE)
- → Tabela CBO completa
- → Todas as fontes do site
Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.
Quem descreveu esta família na CBO (14 instituições)
A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6227:
- •Agroserra
- •Conjunto Rotação Ribeiro
- •Fazenda Gbc
- •Fazenda Itapecuri
- •Fazenda São Francisco
- •Fazenda Veneza - Ceplac
- •Giovelli Indústria de Óleos Vegetais
- •Sementes Esperança Importação e Exportação Ltda.
- •Sítio Curral Velho
- •Instituição Conveniada Responsável
- •Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
- •GLOSSÁRIO
- •Defensivos agrícolas: inseticida, fungicida, acaricida, herbicida.
- •Pulverizar lavoura: inseticida e fungicida.