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CBO 2002 Família 6223 R$ 1.907 na admissão -117 postos em 12 meses 68 atividades

CBO 6223-10 — Trabalhador na olericultura (legumes)

O código 6223-10 identifica a ocupação trabalhador na olericultura (legumes) na CBO 2002, dentro da família 6223 — Trabalhadores agrícolas na olericultura. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um trabalhador na olericultura (legumes)

Plantam mudas e sementes de feijão, lentilha, ervilha, tomate, beterraba, batatas doce e inglesa, cebola, mandioca, legumes e hortaliças. Produzem mudas e sementes, preparam o solo para plantio; irrigam o solo, adubam e aplicam defensivos agrícolas nas covas, mudas e sementes. Manejam área de cultivo, colhem, embalam, armazenam e comercializam os produtos.

Descrição oficial da família 6223 — Trabalhadores agrícolas na olericultura, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham geralmente com contrato de parceria, no cultivo de olerícolas. O trabalho pode ser realizado no campo, a céu aberto, em estufas de plásticos e em instalações de hidroponia em jornada de trabalho diurno.

Recursos de trabalho

Adubos; Água; Combustível; Defensivos agrícolas; Equipamentos de irrigação; Ferramentas (serrote, martelo, prego, etc.); Implementos (arado, grade, sulcador, etc.); Pulverizador; Sementes; Trator.

Quanto ganha um trabalhador na olericultura (legumes)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.61810% ganham atéR$ 1.907medianaR$ 2.31010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 1.883

Entrada × quem já está

R$ 1.907 ao ser admitido · R$ 1.883 para quem tem vínculo ativo -1,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de trabalhador na olericultura (legumes) foi de R$ 1.907 — metade das 2.321 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.618 e os 10% de maior, acima de R$ 2.310.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 1.883, ou seja, 1,3% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 22 meses.

Considerando a jornada média de 44 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.907
Por ano (12 salários)R$ 22.884
Por semanaR$ 439
Por hora (44h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.90673,8%
  • Mulheres — R$ 1.90726,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 1.88869,5%
  • Mulheres — R$ 1.87030,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste1.881
  • Sul1.992
  • Centro-Oeste1.699

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (8 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.074 -80 R$ 1.891
RS 497 -39 R$ 1.981
PR 291 +6 R$ 2.155
MG 191 -26 R$ 1.806
SC 64 +36 R$ 1.678
GO 62 -13 R$ 1.800
RJ 45 +8 R$ 1.653
DF 42 -5 R$ 1.657

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

2.355

Desligamentos

2.472

Saldo

-117

Rotatividade

83,8%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (+334) saldo negativo · pior: jul/26 (-199)

Em 12 meses houve 2.355 admissões e 2.472 desligamentos de trabalhador na olericultura (legumes), o que significa que o mercado formal fechou 117 postos de trabalho no período, com rotatividade de 83,8% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 24,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 46,7% por dispensa sem justa causa, além de 26,5% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador24,5%
  • Dispensa sem justa causa46,7%
  • Fim de contrato26,5%

Sobre 2.472 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Contrato intermitente2,3%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro31,7%
  • 1 a 4 empregados16,5%
  • 5 a 9 empregados9,6%
  • 10 a 19 empregados9,7%
  • 20 a 49 empregados16,9%
  • 50 a 99 empregados9,7%
  • 100 a 249 empregados5,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata trabalhador na olericultura (legumes)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados 4632001 · 2,8% das admissões 67 44h R$ 1.933 R$ 1.966 R$ 1.999 3%
Comércio varejista de hortifrutigranjeiros 4724500 · 1,1% das admissões 27 44.1h R$ 1.800 3% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como trabalhador na olericultura (legumes)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.950 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

22 meses

No setor público

0,5%

Em empresa do Simples

8,4%

Sexo

  • Homem69,8%
  • Mulher30,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,8h/sem
  • Pessoas com deficiência0,4%
  • Jornada parcial0,3%
  • Contrato intermitente0,6%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,8%

Sobre os 2.950 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca64,1%
  • Parda28%
  • Preta6,8%
  • Amarela0,9%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto1,2%
  • Até o 5º ano incompleto8,1%
  • 5º ano completo11,4%
  • 6º ao 9º ano16,8%
  • Fundamental completo17,3%
  • Médio incompleto8,5%
  • Médio completo36%
  • Superior incompleto0,3%
  • Superior completo0,5%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,8%
  • Até 5º ano incompleto4%
  • 5º ano completo6,4%
  • 6º a 9º ano10,7%
  • Fundamental completo26,9%
  • Médio incompleto10,2%
  • Médio completo40,6%
  • Superior incompleto0,4%
  • Superior completo0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados21,4%
  • 5 a 9 empregados17,7%
  • 10 a 19 empregados16,9%
  • 20 a 49 empregados18,5%
  • 50 a 99 empregados9,8%
  • 100 a 249 empregados14,6%
  • 250 a 499 empregados0,4%
  • 500 a 999 empregados0,2%
  • 1.000 ou mais empregados0,5%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: comércio e reparação de veículos

Informalidade no setor

33,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

24,1%

Rendimento formal × informal

R$ 3.373 × R$ 1.988

No setor de comércio e reparação de veículos — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 33,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso ao trabalho é livre. Os trabalhadores, geralmente, tem ensino fundamental. Qualificam-se no próprio trabalho. O trabalho é assessorado pelas agências governamentais de assistência e extensão rural. Cooperativas, associações e o senar oferecem cursos na área. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 6223.

Qual especialização paga mais na família 6223

Todas as ocupações de trabalhadores agrícolas na olericultura, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
6223-15 Trabalhador na olericultura (raízes, bulbos e tubérculos) R$ 1.815 R$ 2.068 3.705
6223-05 Trabalhador na olericultura (frutos e sementes) R$ 1.814 R$ 1.913 1.342
6223-10 Trabalhador na olericultura (legumes) (esta página) R$ 1.907 R$ 1.883 2.950
6223-20 Trabalhador na olericultura (talos, folhas e flores) R$ 1.868 R$ 1.808 3.077

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6223-10.

A Plantar mudas e sementes (5)
  • Quebrar dormência de sementes
  • Regular máquina para plantio
  • Espalhar sementes no solo
  • Tampar sementes
  • Transplantar mudas
B Colher produção (5)
  • Verificar ponto de colheita
  • Cortar produtos
  • Apanhar produtos no pé
  • Recolher produtos colhidos
  • Transportar produto até local de armazenamento
C Preparar solo para plantio (7)
  • Coletar amostra de solo
  • Corrigir solo
  • Arar solo
  • Gradear terra
  • Riscar solo
  • Covear solo
  • Operar máquina para fazer canteiros
D Produzir mudas e sementes (7)
  • Sapecar palha de arroz
  • Produzir substrato
  • Molhar substrato
  • Distribuir substrato nas bandejas
  • Colocar sementes nas bandejas
  • Cobrir sementeira
  • Controlar temperatura e umidade de sementes
E Adubar plantação (8)
  • Selecionar tipo de adubo
  • Misturar componentes de adubo
  • Misturar componentes de compostagem
  • Pesar quantidade de adubo
  • Dissolver adubo
  • Ajustar adubadeira e adubador
  • Estercar área de plantio
  • Recolher embalagens vazias de adubo
F Aplicar defensivos agrícolas em covas mudas e sementes (6)
  • Vestir equipamentos de proteção individual
  • Regular máquina e pulverizador
  • Dosar quantidade de defensivo agrícola
  • Enxaguar embalagens vazias de defensivos agrícolas
  • Guardar embalagens vazias de defensivos agrícolas
  • Transportar embalagens vazias de defensivos agrícolas e insumos para reciclagem
G Manejar área de cultivo (8)
  • Fincar mourão
  • Esticar arame
  • Chegar terra na planta
  • Ralear plantação
  • Desbrotar planta
  • Arrancar matos e plantas doentes e defeituosas
  • Amarrar planta
  • Colocar dispersor de aves na plantação (espantalho ou canhão)
H Irrigar solo e plantação (8)
  • Verificar umidade da terra
  • Recolher amostra de água
  • Instalar tubulação para irrigação
  • Medir nível da água
  • Bombear água
  • Abrir canais na terra para irrigação
  • Posicionar mangueiras para gotejamento
  • Ajustar equipamentos de irrigação (vazão e pressão da água)
I Organizar produtos para comercialização (7)
  • Armazenar produção
  • Limpar produto colhido
  • Lavar produto colhido
  • Classificar produto colhido
  • Embalar produção
  • Carimbar embalagem de produto
  • Carregar caminhão
Z Demonstrar competências pessoais (7)
  • Dar prova de responsabilidade
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar visão espacial
  • Improvisar melhorias em instalações e equipamentos
  • Demonstrar atenção na aplicação de defensivos agrícolas
  • Zelar pela qualidade de produtos agrícolas
  • Zelar pela qualidade do meio ambiente

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trabalhador na olericultura (legumes)?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.907 por mês, considerando as 2.321 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.618 (10% menores) a R$ 2.310 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 1.883 (RAIS 2024), 1.3% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando trabalhador na olericultura (legumes)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 2.355 admissões contra 2.472 desligamentos, saldo de -117 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata trabalhador na olericultura (legumes)?

A atividade econômica que mais contratou foi Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados (CNAE 4632001), com 2,8% das admissões e mediana de R$ 1.966. A lista completa dos 2 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de trabalhador na olericultura (legumes)?

6223-10 (família 6223 — Trabalhadores agrícolas na olericultura). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser trabalhador na olericultura (legumes)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6223: O acesso ao trabalho é livre. Os trabalhadores, geralmente, tem ensino fundamental. Qualificam-se no próprio trabalho. O trabalho é assessorado pelas agências governamentais de assistência e extensão rural. Cooperativas, associações e o senar oferecem cursos na área. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (comércio e reparação de veículos), 33,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 6223-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 6223-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6223-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (4632001), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6223:

  • Carlos Mapelli, Mauês (Am)
  • Fazenda Bamburral, Jaboticatubas (MG)
  • Fazenda Córrego Abaeté dos Venâncios, São Gotardo (MG)
  • Grupo Jager, Castro (Pr)
  • Rural San Domingos Agropecuária Ltda, Jaboticatubas (MG)
  • Sítio do Moinho, Petrópolis (Rj)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
  • GLOSSÁRIO
  • Banhar batatas e alhos: isso é feito para desinfetar as batatas e alhos, matando possíveis agentes de contaminação do produto.
  • Canhão: máquina que produz um som, semelhante a um tiro, usada nas plantações para espantar as aves.
  • Guardar embalagens vazias de defensivos agrícolas: hoje, as empresas fabricantes de defensivos agrícolas estão recolhendo nas propriedades as embalagens já utilizadas para serem recicladas.
  • Substrato: mistura de terra, húmus, palha de arroz e adubos usado para fixar a semente nas bandejas, formando as sementeiras.
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