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CBO 2002 Família 6221 R$ 1.899 na admissão +282 postos em 12 meses 67 atividades

CBO 6221-15 — Trabalhador da cultura de milho e sorgo

O código 6221-15 identifica a ocupação trabalhador da cultura de milho e sorgo na CBO 2002, dentro da família 6221 — Trabalhadores agrícolas na cultura de gramíneas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um trabalhador da cultura de milho e sorgo

Plantam e colhem gramíneas. Preparam sementes, mudas e insumos, condicionando o solo para tratamento de cultura. Realizam atividades de armazenamento e beneficiamento da colheita, como moagem, secagem e classificação dos grãos. Executam manutenção de máquinas e equipamentos agrícolas.

Descrição oficial da família 6221 — Trabalhadores agrícolas na cultura de gramíneas, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Essas ocupações são exercidas predominantemente por profissionais autônomos, com exceção do trabalhador da cultura de cana-de-açúcar, que trabalha como carteira assinada. Atuam em equipe, com supervisão ocasional, exceto o trabalhador da cultura de cana-de-açúcar. Trabalham a céu aberto e em horário de trabalho diurno. Em algumas atividades, os trabalhadores ficam expostos a materiais tóxicos.

Recursos de trabalho

Arados; Colheitadeira; Defensivos agrícolas; EPI (caneleira, perneira, óculos, máscara, bota); Facão; Grades (niveladora e aradora); Plantadeira; Remaplan (nivelador de solo); Siladeira; Sulcador.

Quanto ganha um trabalhador da cultura de milho e sorgo

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.80510% ganham atéR$ 1.899medianaR$ 2.41310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.254

Entrada × quem já está

R$ 1.899 ao ser admitido · R$ 2.254 para quem tem vínculo ativo +18,7%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de trabalhador da cultura de milho e sorgo foi de R$ 1.899 — metade das 12.160 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.805 e os 10% de maior, acima de R$ 2.413.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.254, ou seja, 18,7% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 3 meses.

Considerando a jornada média de 43.7 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.899
Por ano (12 salários)R$ 22.788
Por semanaR$ 437
Por hora (43.7h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.89686,3%
  • Mulheres — R$ 1.95413,7%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.43873,1%
  • Mulheres — R$ 1.77526,9%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Nordeste1.871
  • Sudeste1.971
  • Sul2.096
  • Centro-Oeste1.850

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (7 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
MG 7.797 +106 R$ 1.929
MT 1.607 +99 R$ 1.850
PE 1.192 +97 R$ 1.875
SP 1.049 +48 R$ 2.175
GO 850 -66 R$ 1.850
PR 277 -22 R$ 1.989
RS 163 +18 R$ 3.752

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

12.962

Desligamentos

12.680

Saldo

+282

Rotatividade

452,9%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+4.085) saldo negativo · pior: mai/26 (-3.644)

Em 12 meses houve 12.962 admissões e 12.680 desligamentos de trabalhador da cultura de milho e sorgo, o que significa que o mercado formal abriu 282 postos de trabalho no período, com rotatividade de 452,9% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 6,9% foram a pedido do próprio trabalhador e 3,6% por dispensa sem justa causa, além de 89,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador6,9%
  • Dispensa sem justa causa3,6%
  • Fim de contrato89,1%

Sobre 12.680 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Pessoa com deficiência1,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro2%
  • 1 a 4 empregados1,4%
  • 5 a 9 empregados0,9%
  • 10 a 19 empregados0,8%
  • 20 a 49 empregados2,6%
  • 50 a 99 empregados10,4%
  • 100 a 249 empregados19,1%
  • 250 a 499 empregados23,8%
  • 500 a 999 empregados19,2%
  • 1.000 ou mais empregados19,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata trabalhador da cultura de milho e sorgo

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais 7210000 · 17,6% das admissões 2.286 43.7h R$ 1.806 R$ 1.880 R$ 2.250 2% 2
Comércio atacadista de sementes, flores, plantas e gramas 4623106 · 6,3% das admissões 816 44h R$ 1.825 R$ 1.850 R$ 1.875 3% 2
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 4,7% das admissões 615 43.8h R$ 1.930 R$ 1.963 R$ 1.995 3% 1
Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros 7830200 · 2,5% das admissões 322 44h R$ 1.922 R$ 1.964 R$ 2.021 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como trabalhador da cultura de milho e sorgo

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 2.800 vínculos

Idade mediana

31 anos

Tempo de casa

3 meses

Em empresa do Simples

2,7%

Sexo

  • Homem74%
  • Mulher26%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada44h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%
  • Contrato intermitente0,3%

Sobre os 2.800 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda60,6%
  • Branca27,8%
  • Preta9,9%
  • Amarela1,3%
  • Indígena0,4%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,8%
  • Até o 5º ano incompleto3,6%
  • 5º ano completo6,9%
  • 6º ao 9º ano14,1%
  • Fundamental completo10,4%
  • Médio incompleto14,5%
  • Médio completo42%
  • Superior incompleto4,6%
  • Superior completo3,1%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto1,2%
  • Até 5º ano incompleto2,7%
  • 5º ano completo2,7%
  • 6º a 9º ano23,5%
  • Fundamental completo9,1%
  • Médio incompleto18,3%
  • Médio completo36,6%
  • Superior incompleto3,3%
  • Superior completo2,4%
  • Pós-graduação0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados7%
  • 5 a 9 empregados3,7%
  • 10 a 19 empregados3,5%
  • 20 a 49 empregados4,6%
  • 50 a 99 empregados3,5%
  • 100 a 249 empregados16,7%
  • 250 a 499 empregados20,2%
  • 500 a 999 empregados38,4%
  • 1.000 ou mais empregados2,5%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso a essas ocupações é livre, com aprendizado na prática. O pleno desempenho dessas atividades ocorre aproximadamente com um ano de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 6221.

Qual especialização paga mais na família 6221

Todas as ocupações de trabalhadores agrícolas na cultura de gramíneas, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
6221-05 Trabalhador da cultura de arroz R$ 2.018 R$ 2.724 4.621
6221-20 Trabalhador da cultura de trigo, aveia, cevada e triticale R$ 1.920 R$ 2.338 229
6221-15 Trabalhador da cultura de milho e sorgo (esta página) R$ 1.899 R$ 2.254 2.800
6221-10 Trabalhador da cultura de cana-de-açúcar R$ 1.627 R$ 2.133 130.548

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6221-15.

A Plantar gramíneas (8)
  • Auxiliar em definição de época de plantio
  • Selecionar variedade de sementes
  • Definir espaçamento de plantio
  • Definir quantidade de sementes e mudas por hectare
  • Definir quantidade de adubo por hectare
  • Sulcar solo
  • Distribuir sementes em solo
  • Substituir sementes não germinadas em solo
B Tratar culturas (12)
  • Irrigar solo
  • Monitorar pragas e doenças
  • Definir tipo de defensivo agrícola
  • Quantificar defensivo agrícola
  • Aplicar fertilizantes
  • Pulverizar herbicidas
  • Pulverizar fungicidas
  • Pulverizar inseticidas
  • Irrigar culturas
  • Capinar solo
  • Arrancar pendões de milho
  • Realizar rotação de lavouras
C Condicionar solo (12)
  • Coletar amostras de solo
  • Corrigir ph de solo
  • Drenar solo
  • Arar solo
  • Incorporar adubo orgânico em solo
  • Nivelar solo
  • Gradear solo
  • Construir curvas em nível
  • Construir terraços
  • Limpar canais de irrigação
  • Cercar áreas de plantio
  • Dessecar solo
D Colher gramíneas (6)
  • Colher amostras de gramíneas
  • Identificar maturação de gramíneas
  • Regular colheitadeiras
  • Colher milho e sorgo
  • Transportar colheitas em veículos de tração animal
  • Transportar colheitas em veículos de tração motora
E Preparar sementes, mudas e insumos (4)
  • Limpar sementes selecionadas para plantio
  • Tratar sementes com fungicidas e inseticidas
  • Testar germinação de sementes
  • Especificar tipos de adubos
F Realizar atividades de armazenamento e beneficiamento de colheita (11)
  • Moer milho e sorgo
  • Higienizar galpão
  • Controlar presença de animais roedores
  • Pesar grãos
  • Determinar umidade de grãos
  • Secar grãos
  • Expurgar grãos
  • Peneirar grãos
  • Classificar grãos por tamanho e qualidade
  • Acondicionar grãos em silos
  • Identificar compradores para produção excedente
G Executar manutenção de máquinas e equipamentos agrícolas (8)
  • Verificar disponibilidade de máquinas e equipamentos
  • Conferir funcionamento de máquinas e equipamentos
  • Lubrificar máquinas e equipamentos
  • Consertar peças de máquinas e equipamentos
  • Substituir peças de máquinas e equipamentos
  • Amolar ferramentas
  • Regular tratores e implementos
  • Lavar máquinas e equipamentos
Z Demonstrar competências pessoais (6)
  • Manifestar iniciativa
  • Trabalhar em equipe
  • Manifestar resistência física
  • Demonstrar cuidado no manuseio de produtos químicos
  • Demonstrar atenção no manuseio de máquinas e equipamentos
  • Manifestar sensibilidade ao meio ambiente

Sinônimos oficiais (2)

Plantador de milho e sorgo - conta própriaPlantador de milho e sorgo - empregador

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 6221-15 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trabalhador da cultura de milho e sorgo?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.899 por mês, considerando as 12.160 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.805 (10% menores) a R$ 2.413 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.254 (RAIS 2024), 18.7% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando trabalhador da cultura de milho e sorgo?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 12.962 admissões contra 12.680 desligamentos, saldo de +282 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata trabalhador da cultura de milho e sorgo?

A atividade econômica que mais contratou foi Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais (CNAE 7210000), com 17,6% das admissões e mediana de R$ 1.880. A lista completa dos 4 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de trabalhador da cultura de milho e sorgo?

6221-15 (família 6221 — Trabalhadores agrícolas na cultura de gramíneas). A CBO reconhece também os títulos: Plantador de milho e sorgo - conta própria, Plantador de milho e sorgo - empregador — todos usam o mesmo código 6221-15. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser trabalhador da cultura de milho e sorgo?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6221: O acesso a essas ocupações é livre, com aprendizado na prática. O pleno desempenho dessas atividades ocorre aproximadamente com um ano de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 6221-15?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 6221-15 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6221-15 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7210000), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (14 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6221:

  • Agrofiuza Agroindústria
  • Cerro do Tigre Agricultura e Pecuária S.A.
  • Condomínio Boa Fé
  • Coopedape
  • Cultura de Arroz
  • Fazenda de Danilo Zandonadi
  • Fazenda Lamarão
  • Luciania Coimbra Rural Canavieira
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
  • GLOSSÁRIO
  • Aplicar fertilizantes: pode ser pulverizar ou aplicar manualmente.
  • Curvas de nível: são construídas de forma descendente a partir do rio, represa ou regadeiras.
  • Nivelar solo: nivelar taipas de arroz, regadeiras e canais de irrigação. Sistematizar quadros de solos e nivelar por quadros.
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