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CBO 2002 Família 5103 R$ 3.112 na admissão -1.508 postos em 12 meses 85 atividades

CBO 5103-10 — Supervisor de vigilantes

O código 5103-10 identifica a ocupação supervisor de vigilantes na CBO 2002, dentro da família 5103 — Supervisores dos serviços de proteção, segurança e outros. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha14 seções

O que faz um supervisor de vigilantes

Supervisionam, orientam e treinam equipes de segurança. Analisam projetos de segurança e adotam medidas corretivas. Programam simulados de emergência, elaboram escalas de serviços, supervisionam atividades, postos de trabalho, locais e atividades de risco. Investigam causas de ocorrências. Sugerem medidas preventivas e corretivas, atendem clientes e coordenam planos de emergência.

Descrição oficial da família 5103 — Supervisores dos serviços de proteção, segurança e outros, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam não segmento que presta serviços de segurança e vigilância; atuam também nas empresas industriais comerciais e de serviços e em instituições diversas. São empregados com carteira assinada. Organizam-se em equipe, sob supervisão ocasional e no sistema de rodízio de turnos. Trabalham a céu aberto, confinados em locais fechados ou subterrâneos e em veículos.

Recursos de trabalho

Canetas, calculadora, agendas e carimbo; Computador; Crachá; EPI; Formulários operacionais; Guias de ruas e mapas; Lanterna; Prancheta; Rádio de comunicação; Telefone comum e celular.

Quanto ganha um supervisor de vigilantes

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.02810% ganham atéR$ 3.112medianaR$ 4.79010% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 4.246

Entrada × quem já está

R$ 3.112 ao ser admitido · R$ 4.246 para quem tem vínculo ativo +36,4%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de supervisor de vigilantes foi de R$ 3.112 — metade das 4.106 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.028 e os 10% de maior, acima de R$ 4.790.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 4.246, ou seja, 36,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 47 meses.

Considerando a jornada média de 43.3 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 16,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 3.112
Por ano (12 salários)R$ 37.344
Por semanaR$ 716
Por hora (43.3h/sem)R$ 16,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 3.11487%
  • Mulheres — R$ 3.01213%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 4.28090,5%
  • Mulheres — R$ 3.8949,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte2.677
  • Nordeste2.171
  • Sudeste3.216
  • Sul2.936
  • Centro-Oeste3.420

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (10 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 1.894 -593 R$ 3.244
RJ 455 -93 R$ 2.852
MG 400 -102 R$ 3.224
PR 169 -71 R$ 3.020
RS 166 -84 R$ 2.950
CE 161 -29 R$ 2.221
BA 142 -93 R$ 2.110
PA 136 -57 R$ 2.686
SC 114 -51 R$ 2.589
DF 100 -61 R$ 3.454

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

4.462

Desligamentos

5.970

Saldo

-1.508

Rotatividade

29,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (-47) saldo negativo · pior: jul/26 (-198)

Em 12 meses houve 4.462 admissões e 5.970 desligamentos de supervisor de vigilantes, o que significa que o mercado formal fechou 1.508 postos de trabalho no período, com rotatividade de 29,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 26,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 58,7% por dispensa sem justa causa, além de 6,7% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador26,2%
  • Dispensa sem justa causa58,7%
  • Fim de contrato6,7%

Sobre 5.970 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente2,4%
  • Pessoa com deficiência0,4%
  • Jovem aprendiz0,5%

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro6,7%
  • 1 a 4 empregados2,6%
  • 5 a 9 empregados2,1%
  • 10 a 19 empregados6,4%
  • 20 a 49 empregados11,4%
  • 50 a 99 empregados9,1%
  • 100 a 249 empregados12,9%
  • 250 a 499 empregados11,5%
  • 500 a 999 empregados12,1%
  • 1.000 ou mais empregados25,2%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata supervisor de vigilantes

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de vigilância e segurança privada 8011101 · 50,5% das admissões 2.252 44h R$ 2.481 R$ 3.150 R$ 3.429 3% 3
Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais 8111700 · 8% das admissões 359 44h R$ 2.394 R$ 2.788 R$ 3.274 3% 2
Condomínios prediais 8112500 · 4,3% das admissões 193 43.8h R$ 2.690 R$ 3.550 R$ 4.770 2% 2
Atividades de associações de defesa de direitos sociais 9430800 · 3,9% das admissões 175 43.7h R$ 2.773 R$ 3.200 R$ 3.388 2% 1
Atividades de monitoramento de sistemas de segurança eletrônico 8020001 · 3,2% das admissões 143 44.3h R$ 2.035 R$ 2.586 R$ 3.047 3
Limpeza em prédios e em domicílios 8121400 · 2,5% das admissões 110 43.6h R$ 2.842 R$ 3.179 R$ 4.009 3% 3
Atividades de transporte de valores 8012900 · 2,1% das admissões 92 44h R$ 3.103 R$ 3.238 R$ 3.925 3% 3
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 1,7% das admissões 77 44h R$ 2.269 R$ 2.685 R$ 3.221 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como supervisor de vigilantes

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 20.422 vínculos

Idade mediana

44 anos

Tempo de casa

47 meses

No setor público

6,3%

Em empresa do Simples

9,1%

Sexo

  • Mulher9,5%
  • Homem90,5%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,6h/sem
  • Pessoas com deficiência1,4%
  • Jornada parcial0,2%
  • Contrato intermitente0,6%
  • Em entidade sem fins lucrativos16,4%

Sobre os 20.422 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda50,4%
  • Branca39,7%
  • Preta8,9%
  • Amarela0,6%
  • Indígena0,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,2%
  • Até o 5º ano incompleto0,5%
  • 5º ano completo0,7%
  • 6º ao 9º ano1,5%
  • Fundamental completo4,9%
  • Médio incompleto3,3%
  • Médio completo67,5%
  • Superior incompleto4,4%
  • Superior completo16,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,3%
  • Até 5º ano incompleto0,1%
  • 5º ano completo0,1%
  • 6º a 9º ano0,4%
  • Fundamental completo1,8%
  • Médio incompleto1,4%
  • Médio completo68,1%
  • Superior incompleto5,6%
  • Superior completo19,9%
  • Pós-graduação2,3%
  • Mestrado0,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados1,3%
  • 5 a 9 empregados1,8%
  • 10 a 19 empregados4,4%
  • 20 a 49 empregados10,7%
  • 50 a 99 empregados10,9%
  • 100 a 249 empregados14%
  • 250 a 499 empregados13,5%
  • 500 a 999 empregados13,3%
  • 1.000 ou mais empregados30,1%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Riscos ocupacionais de supervisor de vigilantes

Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas no INSS · 9 competências

Taxa por mil/ano

13,8

CAT no período

222

Óbitos comunicados

4

Idade média no acidente

42 anos

Foram 222 comunicações de acidente de trabalho (CAT) envolvendo supervisor de vigilantes nas competências analisadas, o que dá uma taxa de 13,8 por mil vínculos ao ano — próxima da mediana das ocupações. A taxa é o que permite comparar: o total absoluto mede o tamanho da ocupação, não o risco.

Do total, 44,1% são acidentes típicos (no exercício do trabalho), 53,6% de trajeto (no deslocamento) e 2,3% doenças ocupacionais — a predominância do trajeto indica que o deslocamento é o principal ponto de exposição nessa ocupação.

No período foram comunicados 4 óbitos relacionados ao trabalho nessa ocupação.

Tipo de acidente

  • Trajeto53,6%
  • Típico44,1%
  • Doença2,3%

Parte do corpo atingida

  • Partes múltiplas11,7%
  • Pé (exceto artelhos)9%
  • Perna (entre o tornozelo e a pélvis)8,6%
  • Joelho8,6%
  • Perna (do tornozelo, exclusive, ao joelho, exclusive)5,9%

Natureza da lesão

  • Fratura22,5%
  • Lesão imediata21,6%
  • Escoriação, abrasão (ferimento superficial)9,9%
  • Outras lesões, NIC9,9%
  • Distensão, torção8,1%

Agente causador

  • Motocicleta, motoneta23,2%
  • Veículo rodoviário motorizado15,9%
  • Veículo, NIC15%
  • Rua e estrada - superfície utilizada para sustentar pessoas9,5%
  • Chão - superfície utilizada para sustentar pessoas8,6%

Diagnósticos mais frequentes (CID-10)

Com o total de afastamentos que cada diagnóstico gerou no país

CID-10 Casos % Afastamentos no Brasil
S93.4 — Entorse e distensão do tornozelo 10 4,5% 5.476
S80.0 — Contusão do joelho 8 3,6% 1.225
S42.0 — Fratura da clavícula 6 2,7% 11.388
V29.9 — Motociclista [qualquer] traumatizado em um acidente de trânsito não especificado 5 2,3% 313
S80 — Traumatismo superficial da perna 5 2,3% 1.225
T14.9 — Traumatismo não especificado 5 2,3% 796

Descrição oficial da CID-10 (DATASUS). A coluna “afastamentos no Brasil” é o total nacional de concessões do auxílio por incapacidade temporária acidentário (B91) para aquela categoria em 2025 — mede a gravidade do diagnóstico no país, não desta ocupação.

Risco de tabela × risco observado

A atividade que mais contrata essa ocupação (Atividades de vigilância e segurança privada) tem RAT 3% e grau de risco 3, que é o risco presumido em norma para fins de contribuição e de dimensionamento do SESMT. O risco observado nesta ocupação é de 13,8 CAT por mil vínculos ao ano. Os dois números respondem perguntas diferentes: o primeiro é enquadramento legal da empresa, o segundo é o que efetivamente foi comunicado ao INSS por quem exerce a ocupação.

Uma CAT é a comunicação de um acidente ou doença — não é diagnóstico confirmado nem prevalência. Ocupações com mais cultura de notificação aparecem com taxa mais alta, e a leitura correta é comparativa. Os nomes de parte do corpo, natureza da lesão e agente causador vêm por extenso das Tabelas 13, 14 e 17 do eSocial, que são a mesma classificação usada na CAT — a exportação do INSS trunca esses textos em 20 caracteres.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio completo e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula para supervisor de vigilantes e de duzentas a quatrocentas horas/aula para supervisor de bombeiros. O pleno desempenho das atividades requer experiência profissional comprovada de três a quatro anos na área. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 5103.

Qual especialização paga mais na família 5103

Todas as ocupações de supervisores dos serviços de proteção, segurança e outros, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
5103-05 Supervisor de bombeiros R$ 3.128 R$ 4.900 1.189
5103-10 Supervisor de vigilantes (esta página) R$ 3.112 R$ 4.246 20.422

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 5103-10.

A Planejar atividades de segurança e treinamento (11)
  • Fazer análise de risco
  • Apurar fatos para prevenção de ocorrências
  • Elaborar cronograma de trabalho
  • Conduzir reuniões baseadas em análise de risco
  • Discutir proposta de trabalho
  • Elaborar normas e procedimentos de trabalho para o cliente (interno e externo)
  • Adotar medidas corretivas
  • Acompanhar desenvolvimento do treinamento
  • Divulgar novas técnicas e metodologia
  • Avaliar treinamento
  • Validar resultados de treinamento
B Operacionalizar atividades e postos de trabalhos dos subordinados (13)
  • Elaborar escala de serviço
  • Conferir freqüência de subordinados
  • Deslocar funcionário para suprir ausências
  • Verificar apresentação pessoal dos subordinados
  • Fiscalizar procedimentos de trabalho de subordinados
  • Checar equipamentos e recursos de trabalho
  • Prestar assistência a subordinados
  • Solicitar aplicação de punições disciplinares
  • Supervisionar execução de rondas (eletrônica e manual)
  • Conferir medição de serviços dos subordinados
  • Conferir trânsito de pessoas no ambiente de trabalho
  • Relatar vistorias de rotina
  • Remanejar subordinados
C Supervisionar serviços de segurança das pessoas e patrimônio (8)
  • Supervisionar locais e atividades de risco acentuado
  • Supervisionar a inspeção de equipamentos de segurança patrimonial
  • Sugerir medidas preventivas e corretivas
  • Conferir o estado de viaturas
  • Viabilizar entrada de pessoas sem autorização prévia
  • Acompanhar elaboração do boletim de ocorrência
  • Investigar causas de ocorrências
  • Prestar esclarecimentos à gerência e ou diretoria da empresa
D Atender clientes (11)
  • Dialogar com clientes sobre decisões que coloquem em risco a segurança
  • Dimensionar mão-de-obra necessária
  • Implantar postos de trabalho
  • Coletar informações sobre o atendimento e ou serviço prestado
  • Divulgar novas diretrizes da empresa aos clientes
  • Informar aos clientes novas opções de prestação de serviços
  • Divulgar novas tecnologias ao cliente
  • Relatar ocorrências ao cliente contratante de serviços de segurança
  • Atender às solicitações extraordinárias
  • Contatar empresas fornecedoras de serviços de segurança
  • Desativar postos de serviço
E Analisar projetos de segurança (7)
  • Discutir o projeto com os envolvidos
  • Fazer cumprir a legislação pertinente
  • Analisar custo-benefício do projeto
  • Sugerir mudanças em equipamentos e no quadro de funcionários efetivos
  • Propor medidas para cada tipo de sinistro
  • Propor medidas para redução de perdas
  • Acompanhar vistorias e auditorias de órgãos relacionados
F Interagir com outras instituições (8)
  • Estabelecer contatos com órgãos públicos relacionados
  • Atender às autoridades e órgãos públicos
  • Representar empresa em eventos externos
  • Participar de reuniões para troca de experiência na área
  • Pesquisar novas tecnologias
  • Contatar empresas de manutenção de equipamentos
  • Participar de reuniões para adoção de medidas preventivas
  • Conferir contratos de prestadoras de serviços
G Coordenar plano de emergência (7)
  • Discutir plano de emergência
  • Divulgar plano de emergência
  • Coordenar atendimento à emergência
  • Atender às ocorrências
  • Coordenar isolamento de vias de acesso e locais
  • Solicitar auxílio externo de equipe de emergência
  • Encaminhar imprensa ao setor competente
Z Demonstrar competências pessoais (20)
  • Agir com honestidade
  • Dar provas de organização
  • Dar provas de dinamismo
  • Atuar com sigilo profissional
  • Demosntrar espírito de equipe
  • Demonstrar comprometimento com a empresa
  • Atuar com disciplina
  • Demonstrar iniciativa
  • Dar provas de criatividade
  • Evidenciar noções de informática
  • Atuar de forma comunicativa
  • Demonstrar equilíbrio emocional
  • Observar
  • Demonstrar capacidade de discernimento
  • Demonstrar educação no trato com pessoas
  • Não discriminar
  • Agir com responsabilidade
  • Demonstrar visão estratégica
  • Demonstrar auto estima
  • Manter-se atualizado sobre legislação da área

Sinônimos oficiais (3)

Inspetor de segurançaSupervisor de segurança patrimonialSupervisor de segurança (vigilância)

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 5103-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um supervisor de vigilantes?

A mediana do salário de admissão é R$ 3.112 por mês, considerando as 4.106 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.028 (10% menores) a R$ 4.790 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 4.246 (RAIS 2024), 36.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando supervisor de vigilantes?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 4.462 admissões contra 5.970 desligamentos, saldo de -1.508 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata supervisor de vigilantes?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de vigilância e segurança privada (CNAE 8011101), com 50,5% das admissões e mediana de R$ 3.150. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de supervisor de vigilantes?

5103-10 (família 5103 — Supervisores dos serviços de proteção, segurança e outros). A CBO reconhece também os títulos: Inspetor de segurança, Supervisor de segurança patrimonial, Supervisor de segurança (vigilância) — todos usam o mesmo código 5103-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser supervisor de vigilantes?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 5103: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino médio completo e curso básico de qualificação profissional em torno de duzentas horas/aula para supervisor de vigilantes e de duzentas a quatrocentas horas/aula para supervisor de bombeiros. O pleno desempenho das atividades requer experiência profissional comprovada de três a quatro anos na área. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Quais são os riscos e acidentes mais comuns de supervisor de vigilantes?

A taxa é de 13,8 comunicações de acidente por mil vínculos ao ano. A parte do corpo mais atingida é partes múltiplas (11,7% dos casos) e o diagnóstico mais frequente é S93.4 — entorse e distensão do tornozelo. Os dados são das CAT registradas no INSS e indicam acidentes e doenças COMUNICADOS, não prevalência confirmada.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 5103-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 5103-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 5103-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8011101), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (11 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 5103:

  • Alsa - Fort Segurança S/C Ltda.
  • Basf S.A.
  • Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa)
  • Elma Serviços Gerais S/C Ltda.
  • Estrela Azul Serviços de Vigilância e Transporte de Valores Ltda.
  • Graber Sistema de Segurança
  • Instituto Presbiteriano Mackenzie
  • Pires Serviços de Segurança
  • Vanguardiã Vigilância E Segurança S/C Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - Fipe - USP
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