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CBO 2002 Família 2012 R$ 9.550 na admissão +12 postos em 12 meses 63 atividades

CBO 2012-20 — Especialista em instrumentação metrológica

O código 2012-20 identifica a ocupação especialista em instrumentação metrológica na CBO 2002, dentro da família 2012 — Profissionais da metrologia. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um especialista em instrumentação metrológica

Realizam calibrações, ensaios e medições, asseguram rastreabilidade à medição, produzem padrão e materiais de referência, realizam pesquisa e desenvolvimento em metrologia; projetam, gerenciam e avaliam laboratórios de metrologia. Elaboram documentos técnicos e disseminam conhecimentos metrológicos.

Descrição oficial da família 2012 — Profissionais da metrologia, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Esses trabalhadores atuam em áreas de pesquisa e desenvolvimento, fabricação de máquinas e equipamentos, aparelhos e materiais, equipamentos de instrumentação e outras atividades empresariais. São empregados com carteira assinada, com supervisão ocasional e trabalham em equipe multidisciplinar, em ambiente fechado e em horário diurno. Eventualmente, são consultores. Podem passar longos períodos em posições desconfortáveis e expostos a materiais tóxicos, radiação, agentes físicos, químicos e biológicos e produtos inflamáveis. esta família não compreende 3523 - Agentes fiscais metrológicos e de qualidade.

Recursos de trabalho

Ambiente laboratorial controlado; Certificados de calibração dos padrões; Equipamentos de ensaios; Instrumentos de medição; Materiais de referência; Normas técnicas; Padrão; Procedimentos técnicos; Programas computacionais; Sistema de aquisição de dados.

Quanto ganha um especialista em instrumentação metrológica

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.75210% ganham atéR$ 9.550medianaR$ 11.77310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 7.038

Entrada × quem já está

R$ 9.550 ao ser admitido · R$ 7.038 para quem tem vínculo ativo -26,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de especialista em instrumentação metrológica foi de R$ 9.550 — metade das 32 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.752 e os 10% de maior, acima de R$ 11.773.

Quem já está na ocupação ganha menos do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 7.038, ou seja, 26,3% abaixo do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração cai com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 45 meses.

Considerando a jornada média de 42.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 52,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 9.550
Por ano (12 salários)R$ 114.600
Por semanaR$ 2.198
Por hora (42.9h/sem)R$ 52,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 9.938100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 7.71381,7%
  • Mulheres — R$ 6.15018,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

32

Desligamentos

20

Saldo

+12

Rotatividade

14,4%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jul/26 (+4) saldo negativo · pior: abr/26 (-3)

Em 12 meses houve 32 admissões e 20 desligamentos de especialista em instrumentação metrológica, o que significa que o mercado formal abriu 12 postos de trabalho no período, com rotatividade de 14,4% sobre o estoque de vínculos.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro15,6%
  • 1 a 4 empregados15,6%
  • 5 a 9 empregados3,1%
  • 10 a 19 empregados6,3%
  • 20 a 49 empregados28,1%
  • 250 a 499 empregados12,5%
  • 500 a 999 empregados9,4%
  • 1.000 ou mais empregados9,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata especialista em instrumentação metrológica

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de álcool 1931400 · 37,5% das admissões 12 44h R$ 11.297 3% 3
Fabricação de aparelhos e equipamentos de medida, teste e controle 2651500 · 12,5% das admissões 4 2% 3
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais 7210000 · 9,4% das admissões 3 2% 2
Testes e análises técnicas 7120100 · 9,4% das admissões 3 1% 2
Manutenção e reparação de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle 3312102 · 6,3% das admissões 2 2% 3
Manutenção e reparação de máquinas ferramenta 3314713 · 6,3% das admissões 2 3% 3
Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores 4530703 · 3,1% das admissões 1 2% 2
Produção de ferroligas 2412100 · 3,1% das admissões 1 3% 4

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como especialista em instrumentação metrológica

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 139 vínculos

Idade mediana

38 anos

Tempo de casa

45 meses

No setor público

2,2%

Em empresa do Simples

13,7%

Sexo

  • Homem79,1%
  • Mulher20,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada42,5h/sem
  • Pessoas com deficiência0,7%
  • Em entidade sem fins lucrativos16,5%

Sobre os 139 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca67,6%
  • Parda25,7%
  • Preta5,1%
  • Amarela1,5%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo91,4%
  • Mestrado5%
  • Doutorado3,6%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Médio completo25%
  • Superior incompleto9,4%
  • Superior completo43,8%
  • Pós-graduação9,4%
  • Mestrado9,4%
  • Doutorado3,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,2%
  • 5 a 9 empregados5,8%
  • 10 a 19 empregados4,3%
  • 20 a 49 empregados13,7%
  • 50 a 99 empregados10,1%
  • 100 a 249 empregados15,8%
  • 250 a 499 empregados17,3%
  • 500 a 999 empregados6,5%
  • 1.000 ou mais empregados24,5%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para ingressar nessas ocupações requer-se curso superior completo em física, engenharia, engenharia têxtil, administração, dentre outros, seguido de curso de especialização em metrologia com duração entre duzentas e quatrocentas horas/aula. O exercício pleno das atividades ocorre após um a dois anos de experiência. Para o pesquisador em metrologia, o pleno desempenho ocorre após quatro ou cinco anos de experiência.

Texto oficial do MTE para a família 2012.

Qual especialização paga mais na família 2012

Todas as ocupações de profissionais da metrologia, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2012-05 Pesquisador em metrologia R$ 1.900 R$ 16.638 255
2012-20 Especialista em instrumentação metrológica (esta página) R$ 9.550 R$ 7.038 139
2012-10 Especialista em calibrações metrológicas R$ 3.900 R$ 5.681 407
2012-15 Especialista em ensaios metrológicos R$ 3.104 R$ 5.613 405
2012-25 Especialista em materiais de referência metrológica R$ 2.142 R$ 5.069 47

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2012-20.

A Realizar calibrações, ensaios e medições (8)
  • Selecionar padrão
  • Selecionar instrumentos
  • Montar sistemas de medição
  • Operar sistemas de medição
  • Monitorar grandezas de influência
  • Coletar dados
  • Registrar dados da medição
  • Analisar dados
B Assegurar rastreabilidade da medição (7)
  • Definir cadeia de rastreabilidade para padrão
  • Definir intervalo de calibração de padrão e instrumentos (Meios de controle)
  • Avaliar desempenho de padrão
  • Participar de programas interlaboratoriais
  • Participar de programas de ensaios de proficiência
  • Participar de programas intralaboratoriais
  • Executar plano de manutenção do padrão
C Produzir padrão e materiais de referência (5)
  • Projetar padrão
  • Planejar produção de padrão
  • Supervisionar processo de produção de padrão
  • Certificar modelo padrão
  • Prestar assistência técnica ao padrão
D Realizar pesquisa e desenvolvimento em metrologia (7)
  • Pesquisar bibliografia
  • Realizar experimentos
  • Desenvolver programas computacionais específicos
  • Calcular confiabilidade metrológica
  • Testar padrão
  • Validar padrão
  • Requerer propriedade intelectual de métodos e padrões
E Projetar laboratórios de metrologia (5)
  • Especificar padrão
  • Especificar equipamentos
  • Dimensionar grandezas de influência
  • Especificar infra estrutura
  • Solicitar análise de impacto ambiental
F Gerenciar laboratórios de metrologia (8)
  • Assessorar na elaboração do planejamento estratégico
  • Planejar manutenção de infra estrutura laboratorial
  • Programar manutenção do padrão
  • Programar manutenção de equipamentos
  • Aprovar documentos
  • Assessorar na formação de preços de serviços e produtos
  • Aprovar fornecedores
  • Realizar análise crítica de contratos de serviços
H Elaborar documentos técnicos (5)
  • Elaborar procedimentos
  • Elaborar instrução técnica
  • Elaborar modelo para registro de medição
  • Elaborar relatórios técnicos
  • Emitir pareceres técnicos
I Disseminar conhecimentos (10)
  • Participar de comitês técnicos
  • Publicar trabalhos técnico científicos
  • Apresentar artigos técnicos
  • Organizar seminários, congressos e cursos
  • Ministrar cursos
  • Ministrar palestras
  • Orientar trabalhos técnico- científicos
  • Treinar pessoal
  • Prestar consultorias
  • Estimular parcerias em pesquisa e desenvolvimento
Z Demonstrar competências pessoais (8)
  • Dar provas de raciocínio lógico
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar habilidade manual
  • Concentrar-se
  • Organizar-se
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar capacidade investigativa
  • Interpretar normas e publicações

Perguntas frequentes

Quanto ganha um especialista em instrumentação metrológica?

A mediana do salário de admissão é R$ 9.550 por mês, considerando as 32 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.752 (10% menores) a R$ 11.773 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 7.038 (RAIS 2024), 26.3% abaixo do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando especialista em instrumentação metrológica?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 32 admissões contra 20 desligamentos, saldo de +12 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata especialista em instrumentação metrológica?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de álcool (CNAE 1931400), com 37,5% das admissões e mediana de R$ 11.297. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de especialista em instrumentação metrológica?

2012-20 (família 2012 — Profissionais da metrologia). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser especialista em instrumentação metrológica?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2012: Para ingressar nessas ocupações requer-se curso superior completo em física, engenharia, engenharia têxtil, administração, dentre outros, seguido de curso de especialização em metrologia com duração entre duzentas e quatrocentas horas/aula. O exercício pleno das atividades ocorre após um a dois anos de experiência. Para o pesquisador em metrologia, o pleno desempenho ocorre após quatro ou cinco anos de experiência.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2012-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2012-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2012-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1931400), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (22 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2012:

  • Associação Brasileira de Controle da Qualidade
  • Companhia Energética do Estado de Minas Gerais (Cemig)
  • Ecolux - Metrologia e Instrumentação
  • Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais
  • Instituto Baiano de Metrologia
  • Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen)
  • Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S.A. (Ipt)
  • Instituto de Radioproteção e Dosimetria (Ird-cnen)
  • Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro)
  • Laboratório de Metrologia do Galeão
  • Lactec - Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento
  • Mecapres Assistência Técnica e Comércio de Instrumentos de Medição Ltda.
  • Metropar - Centro de Tecnologia e Pesquisa Metrológica do Paraná Ltda.
  • Rede Metrológica de Minas Gerais
  • Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
  • GLOSSÁRIO
  • Cadeia de medição: padrões, instrumentos e métodos. Grandezas de influência: vibra- ção, temperatura, ventilação, etc., ou seja, parâmetros externos que alteram o meio e a grandeza medida.
  • Rastreabilidade: o que fornece a confiabilidade geral das medidas. Para isto é necessária a manutenção de padrões, participar de programas interlaboratoriais, submeter os padrões a outros laboratórios de nível hierárquico superior (nacional ou internacional). É composto, entre outros itens, de um plano de manutenção.
  • Meios de controle: padrões, equipamentos, instrumentos.
  • Matriz: fonte primária do material de referência.
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