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CBO 2002 Família 7733 R$ 2.318 na admissão -40 postos em 12 meses 40 atividades

CBO 7733-45 — Operador de torno automático (usinagem de madeira)

O código 7733-45 identifica a ocupação operador de torno automático (usinagem de madeira) na CBO 2002, dentro da família 7733 — Operadores de usinagem convencional de madeira. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um operador de torno automático (usinagem de madeira)

Planejam atividades e organizam ambiente de trabalho para usinagem de madeira com máquinas convencionais. Preparam máquinas de usinagem e de beneficiamento de madeira e realizam reparos e ajustes mecânicos e elétricos nas máquinas. Regulam e operam máquinas utilizadas nos diversos tipos de usinagem de madeira em um torno, empregando ferramentas manuais. Trabalham seguindo normas e procedimentos técnicos, de qualidade, segurança, meio ambiente e saúde.

Descrição oficial da família 7733 — Operadores de usinagem convencional de madeira, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam na fabricação de produtos de madeira e de móveis como assalariados com carteira assinada. Trabalham em equipe, sob supervisão permanente, em ambientes fechados e por rodízio de turnos (diurno/noturno). Podem permanecer em posições desconfortáveis durante longos períodos e expostos a ruído intenso e riscos de acidentes operacionais.

Recursos de trabalho

Cabeçote desintegrador; Conjunto de chaves combinadas; Destopadeira; Lixadeira; Lixas; Paquímetro (convencional, digital); Plaina (desengrossadeira, moldureira); Serra (de fita, circular); Serras; Trena.

Quanto ganha um operador de torno automático (usinagem de madeira)

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.79110% ganham atéR$ 2.318medianaR$ 3.09310% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.058

Entrada × quem já está

R$ 2.318 ao ser admitido · R$ 3.058 para quem tem vínculo ativo +31,9%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de operador de torno automático (usinagem de madeira) foi de R$ 2.318 — metade das 183 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.791 e os 10% de maior, acima de R$ 3.093.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.058, ou seja, 31,9% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 55 meses.

Considerando a jornada média de 44 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.318
Por ano (12 salários)R$ 27.816
Por semanaR$ 533
Por hora (44h/sem)R$ 12,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.35689,6%
  • Mulheres — R$ 2.15310,4%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.09095,8%
  • Mulheres — R$ 2.5884,2%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.943
  • Sudeste2.450
  • Sul2.354

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 73 +10 R$ 2.470
PR 37 -14 R$ 2.363

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

183

Desligamentos

223

Saldo

-40

Rotatividade

30,5%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+10) saldo negativo · pior: dez/25 (-13)

Em 12 meses houve 183 admissões e 223 desligamentos de operador de torno automático (usinagem de madeira), o que significa que o mercado formal fechou 40 postos de trabalho no período, com rotatividade de 30,5% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 33,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 53,4% por dispensa sem justa causa, além de 9,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador33,6%
  • Dispensa sem justa causa53,4%
  • Fim de contrato9,4%

Sobre 223 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,5% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro9,8%
  • 1 a 4 empregados5,5%
  • 5 a 9 empregados14,8%
  • 10 a 19 empregados16,4%
  • 20 a 49 empregados24,6%
  • 50 a 99 empregados13,1%
  • 100 a 249 empregados8,7%
  • 250 a 499 empregados7,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata operador de torno automático (usinagem de madeira)

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira compensada, prensada e aglomerada 1621800 · 16,9% das admissões 31 44h R$ 2.354 3% 3
Fabricação de outros produtos de metal não especificados anteriormente 2599399 · 15,3% das admissões 28 44.1h R$ 1.990 3% 3
Fabricação de outras peças e acessórios para veículos automotores não especificadas anteriormente 2949299 · 8,2% das admissões 15 44h R$ 2.858 3% 3
Fabricação de produtos de trefilados de metal padronizados 2592601 · 8,2% das admissões 15 44h R$ 2.411 3% 4
Produção de arames de aço 2424501 · 7,7% das admissões 14 44h R$ 2.500 2% 4
Fabricação de móveis com predominância de madeira 3101200 · 7,1% das admissões 13 44h R$ 2.270 3% 3
Serrarias com desdobramento de madeira em bruto 1610203 · 6% das admissões 11 44h R$ 2.340 3
Serviços de usinagem, tornearia e solda 2539001 · 3,8% das admissões 7 4

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como operador de torno automático (usinagem de madeira)

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 732 vínculos

Idade mediana

39 anos

Tempo de casa

55 meses

Em empresa do Simples

37,7%

Sexo

  • Homem95,9%
  • Mulher4,1%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,9h/sem
  • Pessoas com deficiência1%

Sobre os 732 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca61,7%
  • Parda32,7%
  • Preta4,7%
  • Amarela0,8%
  • Indígena0,2%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,1%
  • Até o 5º ano incompleto4%
  • 5º ano completo4,9%
  • 6º ao 9º ano9,3%
  • Fundamental completo14,8%
  • Médio incompleto11,6%
  • Médio completo53,4%
  • Superior incompleto0,5%
  • Superior completo1,4%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto2,2%
  • 5º ano completo1,6%
  • 6º a 9º ano7,7%
  • Fundamental completo4,9%
  • Médio incompleto8,7%
  • Médio completo74,9%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados4,6%
  • 5 a 9 empregados8,1%
  • 10 a 19 empregados14,5%
  • 20 a 49 empregados17,5%
  • 50 a 99 empregados20,1%
  • 100 a 249 empregados16,4%
  • 250 a 499 empregados11,3%
  • 500 a 999 empregados6%
  • 1.000 ou mais empregados1,5%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e treinamento profissional, realizado geralmente no próprio local de trabalho, com ênfase em habilidade numérica. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7733.

Qual especialização paga mais na família 7733

Todas as ocupações de operadores de usinagem convencional de madeira, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7733-15 Operador de fresadora (usinagem de madeira) R$ 3.069 R$ 3.906 235
7733-55 Torneiro na usinagem convencional de madeira R$ 3.044 R$ 3.333 1.139
7733-05 Operador de desempenadeira na usinagem convencional de madeira R$ 2.385 R$ 3.188 367
7733-45 Operador de torno automático (usinagem de madeira) (esta página) R$ 2.318 R$ 3.058 732
7733-25 Operador de máquina de usinagem madeira, em geral R$ 2.310 R$ 2.780 16.860
7733-35 Operador de plaina desengrossadeira R$ 2.163 R$ 2.713 1.232
7733-50 Operador de tupia (usinagem de madeira) R$ 2.379 R$ 2.694 183
7733-30 Operador de molduradora (usinagem de madeira) R$ 2.013 R$ 2.446 271
7733-20 Operador de lixadeira (usinagem de madeira) R$ 2.156 R$ 2.435 1.926
7733-10 Operador de entalhadeira (usinagem de madeira) R$ 2.017 R$ 2.231 119
7733-40 Operador de serras (usinagem de madeira) R$ 1.893 R$ 2.180 4.215

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7733-45.

A Planejar as atividades a serem desenvolvidas (4)
  • Interpretar a ordem de serviço e desenho do produto
  • Identificar as metas de produção estabelecidas pela empresa
  • Identificar a seqüência das operações de usinagem
  • Selecionar os materiais de acordo com a ordem de serviço
B Organizar o ambiente de trabalho (4)
  • Limpar o local de trabalho
  • Determinar o local adequado para armazenagem da madeira
  • Definir as ferramentas e instrumentos de trabalho
  • Registrar apontamentos de produção (lote, tempo de serviço e outros)
C Realizar pequenos reparos e ajustes mecânicos e elétricos nas máquinas de usinagem convencional (5)
  • Inspecionar as partes mecânicas e elétricas das máquinas
  • Substituir ferramentas de corte com desgaste
  • Controlar o tempo de vida útil dos componentes das máquinas
  • Manter lubrificadas as máquinas
  • Substituir fusíveis danificados
D Preparar máquinas de usinagem convencional de madeira (4)
  • Limpar as máquinas
  • Regular as máquinas segundo normas da empresa e do fabricante
  • Regular as máquinas conforme as dimensões do produto
  • Prender a madeira com dispositivos de fixação para a usinagem
E Operar máquinas de usinagem convencional de madeira (5)
  • Colocar as máquinas em funcionamento
  • Ajustar a velocidade da máquina de acordo com a profundidade de corte
  • Conduzir a madeira, manualmente, para a usinagem
  • Realizar testes de corte da madeira
  • Ajustar a altura da mesa das máquinas
F Trabalhar com segurança (8)
  • Interpretar normas e procedimentos de segurança
  • Utilizar equipamentos de proteção (individual e coletivo)
  • Respeitar os limites de segurança da área em volta das máquinas
  • Verificar as condições de segurança das máquinas
  • Identificar máquinas com defeito ou em manutenção
  • Evitar acúmulo de resíduos de madeira em peças da máquina em movimento
  • Liberar área em torno de equipamentos de combate a incêndio
  • Utilizar equipamentos de combate a incêndio
G Seguir os princípios de qualidade (3)
  • Aferir as dimensões da madeira usinada
  • Classificar a madeira usinada de acordo com critérios de qualidade
  • Reaproveitar a madeira usinada de acordo com as dimensões
Z Demonstrar competências pessoais (7)
  • Demonstrar iniciativa
  • Trabalhar em equipe
  • Dar provas de criatividade
  • Sugerir novas idéias
  • Manter-se atualizado em relação a novas tecnologias
  • Comunicar-se
  • Demonstrar habilidades para cálculos

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de torno automático (usinagem de madeira)?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.318 por mês, considerando as 183 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.791 (10% menores) a R$ 3.093 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.058 (RAIS 2024), 31.9% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando operador de torno automático (usinagem de madeira)?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 183 admissões contra 223 desligamentos, saldo de -40 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata operador de torno automático (usinagem de madeira)?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira compensada, prensada e aglomerada (CNAE 1621800), com 16,9% das admissões e mediana de R$ 2.354. A lista completa dos 8 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de operador de torno automático (usinagem de madeira)?

7733-45 (família 7733 — Operadores de usinagem convencional de madeira). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser operador de torno automático (usinagem de madeira)?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7733: Para o exercício dessas ocupações requer-se ensino fundamental concluído e treinamento profissional, realizado geralmente no próprio local de trabalho, com ênfase em habilidade numérica. O pleno desempenho das atividades ocorre entre três e quatro anos de experiência profissional. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7733-45?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7733-45 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7733-45 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1621800), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (15 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7733:

  • Aramovéis Indústria de Móveis Ltda.
  • Berneck Aglomerados S.A.
  • Federação dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário do Estado do Paraná
  • Golbet - Indústria e Comércio Ltda.
  • Lacerda & Cia. Ltda.
  • Marinepar Indústria e Comércio de Madeira Ltda.
  • Moval Móveis Araponga Ltda.
  • Pineply Compensados Ltda.
  • Pormade Porta de Madeiras Decorativas Ltda.
  • Repinho Reflorestadora Madeiras e Compensados Ltda.
  • Sindicato dos Marceneiros de São José dos Pinhais (PR)
  • Sindicato dos Oficiais Marceneiros de São José dos Pinhais (PR)
  • Trolley Artefatos de Madeira Ltda. ME.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
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