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CBO 2002 Família 6222 R$ 2.043 na admissão +4 postos em 12 meses 48 atividades

CBO 6222-05 — Trabalhador da cultura de algodão

O código 6222-05 identifica a ocupação trabalhador da cultura de algodão na CBO 2002, dentro da família 6222 — Trabalhadores agrícolas na cultura de plantas fibrosas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um trabalhador da cultura de algodão

Realizam atividades de colheita, plantam e tratam culturas de plantas fibrosas como o algodão, o sisal e o rami. Classificam as fibras. Preparam o solo. Realizam reparos e manutenção de máquinas e equipamentos.

Descrição oficial da família 6222 — Trabalhadores agrícolas na cultura de plantas fibrosas, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em propriedades agrícolas, como empregados ou por conta própria, sem supervisão, exceto para o trabalhador da cultura de algodão, que trabalha sob supervisão ocasional. Trabalham a céu aberto, durante o dia, organizados em equipe. No exercício de algumas atividades, estão sujeitos à exposição de materiais tóxicos.

Recursos de trabalho

Animais de tração; Carroça; Colheitadeira; Enxada; Foice; Máquina de extração de fibras (rami e sisal); Motores; Prensa; Pulverizador; Trator e implementos. 55

Quanto ganha um trabalhador da cultura de algodão

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.62110% ganham atéR$ 2.043medianaR$ 2.81210% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.480

Entrada × quem já está

R$ 2.043 ao ser admitido · R$ 2.480 para quem tem vínculo ativo +21,4%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de trabalhador da cultura de algodão foi de R$ 2.043 — metade das 628 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.621 e os 10% de maior, acima de R$ 2.812.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.480, ou seja, 21,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 21 meses.

Considerando a jornada média de 44.6 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 11,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.043
Por ano (12 salários)R$ 24.516
Por semanaR$ 470
Por hora (44.6h/sem)R$ 11,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.03994,4%
  • Mulheres — R$ 2.1635,6%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.50092,4%
  • Mulheres — R$ 1.9637,6%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Norte1.671
  • Nordeste2.163
  • Centro-Oeste2.099

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
MT 488 +19 R$ 2.095
BA 54 -2 R$ 2.267

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

629

Desligamentos

625

Saldo

+4

Rotatividade

209%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jul/26 (+142) saldo negativo · pior: dez/25 (-143)

Em 12 meses houve 629 admissões e 625 desligamentos de trabalhador da cultura de algodão, o que significa que o mercado formal abriu 4 postos de trabalho no período, com rotatividade de 209% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 12% foram a pedido do próprio trabalhador e 40,2% por dispensa sem justa causa, além de 47% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador12%
  • Dispensa sem justa causa40,2%
  • Fim de contrato47%

Sobre 625 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro20,8%
  • 1 a 4 empregados3,2%
  • 5 a 9 empregados6,2%
  • 10 a 19 empregados10%
  • 20 a 49 empregados12,9%
  • 50 a 99 empregados11,6%
  • 100 a 249 empregados16,9%
  • 250 a 499 empregados9,9%
  • 500 a 999 empregados7,8%
  • 1.000 ou mais empregados0,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata trabalhador da cultura de algodão

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Preparação e fiação de fibras de algodão 1311100 · 10,7% das admissões 67 44h R$ 1.973 R$ 2.373 R$ 2.838 3% 3
Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros 7830200 · 3% das admissões 19 44h R$ 1.655 2% 1
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, municipal 4930201 · 1,9% das admissões 12 60h R$ 1.621 3% 3
Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal 4772500 · 1% das admissões 6 2% 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como trabalhador da cultura de algodão

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 299 vínculos

Idade mediana

35 anos

Tempo de casa

21 meses

Em empresa do Simples

3%

Sexo

  • Homem92%
  • Mulher8%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,9h/sem
  • Pessoas com deficiência10,4%
  • Em entidade sem fins lucrativos1,3%

Sobre os 299 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda79,1%
  • Branca12,6%
  • Preta8,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto2%
  • Até o 5º ano incompleto13,4%
  • 5º ano completo2,7%
  • 6º ao 9º ano15,4%
  • Fundamental completo12,4%
  • Médio incompleto9%
  • Médio completo42,1%
  • Superior incompleto1%
  • Superior completo2%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Analfabeto0,2%
  • Até 5º ano incompleto5,7%
  • 5º ano completo1,7%
  • 6º a 9º ano18,4%
  • Fundamental completo8,4%
  • Médio incompleto12,9%
  • Médio completo51,8%
  • Superior incompleto0,5%
  • Doutorado0,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados10%
  • 5 a 9 empregados5,4%
  • 10 a 19 empregados11,7%
  • 20 a 49 empregados6,4%
  • 50 a 99 empregados6,7%
  • 100 a 249 empregados35,5%
  • 250 a 499 empregados21,4%
  • 500 a 999 empregados1,3%
  • 1.000 ou mais empregados1,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício da ocupação de trabalhador na cultura de algodão requer-se curso profissionalizante de cerca de duzentas horas/aula e experiência de um a dois anos para o pleno desempenho das atividades. Nas demais ocupações, a qualificação é obtida no exercício do trabalho. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 6222.

Qual especialização paga mais na família 6222

Todas as ocupações de trabalhadores agrícolas na cultura de plantas fibrosas, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
6222-05 Trabalhador da cultura de algodão (esta página) R$ 2.043 R$ 2.480 299
6222-15 Trabalhador da cultura do rami R$ 1.842 16
6222-10 Trabalhador da cultura de sisal R$ 1.818 R$ 1.580 143

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6222-05.

A Realizar atividades de colheita (5)
  • Auxiliar em planejamento de colheita
  • Colher capulho de algodão
  • Enfardar algodão
  • Armazenar fibras
  • Transportar colheita
B Plantar culturas de plantas fibrosas (8)
  • Selecionar sementes de algodão
  • Tratar sementes de algodão
  • Testar germinação de sementes de algodão
  • Abrir covas
  • Espalhar sementes de algodão
  • Fechar covas
  • Replantar culturas e sementes
  • Consorciar culturas
C Tratar culturas de plantas fibrosas (8)
  • Capinar solo
  • Podar planta de algodão
  • Pulverizar produto para controle de crescimento de planta de algodão
  • Adubar solo
  • Preparar venenos
  • Pulverizar adubo folhear
  • Pulverizar inseticida
  • Pulverizar herbicida
D Classificar fibras (3)
  • Escolher capulho de algodão
  • Separar algodão segundo teor de impurezas
  • Pesar fibras
E Preparar solo (8)
  • Cercar área de plantio
  • Recolher amostra de solo para análise
  • Fazer curva de nível
  • Corrigir solo
  • Arar solo para plantio
  • Subsolar área
  • Definir espaçamento de plantio
  • Eliminar restos de cultura de algodão
F Realizar reparo e manutenção de máquinas e equipamentos (11)
  • Revisar sistema elétrico de máquinas (trator)
  • Trocar óleo de motor de máquinas e equipamentos
  • Trocar rolamentos de máquinas
  • Trocar correias de máquinas
  • Trocar lâmina de máquinas
  • Verificar nível de água e óleo de máquinas
  • Limpar máquinas e equipamentos
  • Lubrificar máquinas e equipamentos
  • Revisar sistema hidráulico de máquinas (trator)
  • Calibrar máquinas e equipamentos
  • Substituir plataforma de máquinas
Z Demonstrar competências pessoais (5)
  • Demonstrar resistência física
  • Demonstrar atenção no manuseio de máquinas
  • Demonstrar agilidade motora
  • Demonstrar sensibilidade ao meio ambiente
  • Trabalhar em equipe

Sinônimos oficiais (7)

Apanhador de algodãoCatador de algodãoColhedor de algodãoCotonicultorCultivador de algodão - conta própriaCultivador de algodão - exclusive conta própria e empregadorPlantador de algodão - exclusive conta própria e empregador

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 6222-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trabalhador da cultura de algodão?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.043 por mês, considerando as 628 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.621 (10% menores) a R$ 2.812 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.480 (RAIS 2024), 21.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando trabalhador da cultura de algodão?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 629 admissões contra 625 desligamentos, saldo de +4 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata trabalhador da cultura de algodão?

A atividade econômica que mais contratou foi Preparação e fiação de fibras de algodão (CNAE 1311100), com 10,7% das admissões e mediana de R$ 2.373. A lista completa dos 4 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de trabalhador da cultura de algodão?

6222-05 (família 6222 — Trabalhadores agrícolas na cultura de plantas fibrosas). A CBO reconhece também os títulos: Apanhador de algodão, Catador de algodão, Colhedor de algodão, Cotonicultor, Cultivador de algodão - conta própria, Cultivador de algodão - exclusive conta própria e empregador, Plantador de algodão - exclusive conta própria e empregador — todos usam o mesmo código 6222-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser trabalhador da cultura de algodão?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6222: Para o exercício da ocupação de trabalhador na cultura de algodão requer-se curso profissionalizante de cerca de duzentas horas/aula e experiência de um a dois anos para o pleno desempenho das atividades. Nas demais ocupações, a qualificação é obtida no exercício do trabalho. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contra-tados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 6222-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 6222-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6222-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1311100), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (6 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6222:

  • Associação de Pequenos Agricultores do Município de Valente-ba (Apaebe)
  • Associação dos Pequenos Produtores de Valente (Ba)
  • Fazenda Campo Alegre (Campo Verde-Mt)
  • Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Ouricuri
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
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