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CBO 2002 Família 6121 R$ 1.888 na admissão -9 postos em 12 meses 84 atividades

CBO 6121-05 — Produtor de arroz

O código 6121-05 identifica a ocupação produtor de arroz na CBO 2002, dentro da família 6121 — Produtores agrícolas na cultura de gramíneas. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um produtor de arroz

Plantam e colhem grãos, colmos e plantas tais como arroz, trigo, milho, cevada, sorgo, cana-de-açúcar, aveia e triticale; condicionam e fertilizam o solo, manejam plantas invasoras, pragas e doenças em lavoura. Comercializam e administram a produção e a qualidade do armazenamento dos grãos, feno e silagem. Providenciam consultoria técnica, documentos legais e manutenção de benfeitoria, máquinas e implementos. Instalam infraestrutura de irrigação e drenagem e monitoram volume e distribuição de água. Lideram equipe de trabalho.

Descrição oficial da família 6121 — Produtores agrícolas na cultura de gramíneas, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

O trabalho é exercido em fazendas e agroindústrias de médio e grande porte por proprietários de fazendas ou familiares de ambos os sexo que trabalham em forma de contrato de parcerias para cooperativas e/ou independentemente, comercializando sua própria produção, cada vez mais associada à agroindústria. O trabalho é exercido a céu aberto, em horários variados, com exposição a variações climáticas e a riscos de acidentes na manipulação de insumos e operação de equipamentos.

Recursos de trabalho

Agrotóxicos; Combustível, energia; Corretivos de solo; Fertilizantes; Máquina colhedora; Máquina semeadora, plantadeira; Pá; Pulverizador; Sementes; Trator.

Notas oficiais da CBO

Classificam-se nesta epígrafe os produtores que trabalham diretamente na terra. Os produtores agrícolas especializados nas atividades de administração e comercialização devem ser classificados, dependendo de suas funções, como: 1221 - diretores de produção e operação em empresa agropecuária, pesqueira, aquícola e florestal, 1311 - gerentes de produção e operação da agropecuária, pesqueira, aquícola e florestal.

Quanto ganha um produtor de arroz

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.60510% ganham atéR$ 1.888medianaR$ 3.04510% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.513

Entrada × quem já está

R$ 1.888 ao ser admitido · R$ 2.513 para quem tem vínculo ativo +33,1%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de produtor de arroz foi de R$ 1.888 — metade das 24 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.605 e os 10% de maior, acima de R$ 3.045.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.513, ou seja, 33,1% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 47 meses.

Considerando a jornada média de 43.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.888
Por ano (12 salários)R$ 22.656
Por semanaR$ 435
Por hora (43.9h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.886100%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.681100%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

24

Desligamentos

33

Saldo

-9

Rotatividade

26,2%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: jan/26 (+7) saldo negativo · pior: jun/26 (-10)

Em 12 meses houve 24 admissões e 33 desligamentos de produtor de arroz, o que significa que o mercado formal fechou 9 postos de trabalho no período, com rotatividade de 26,2% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 12,1% foram a pedido do próprio trabalhador e 78,8% por dispensa sem justa causa, além de 6,1% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador12,1%
  • Dispensa sem justa causa78,8%
  • Fim de contrato6,1%

Sobre 33 desligamentos com motivo declarado.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro20,8%
  • 5 a 9 empregados29,2%
  • 10 a 19 empregados29,2%
  • 20 a 49 empregados20,8%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata produtor de arroz

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços de agronomia e de consultoria às atividades agrícolas e pecuárias 7490103 · 29,2% das admissões 7 3% 1
Educação infantil - creche 8511200 · 4,2% das admissões 1 2% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como produtor de arroz

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 126 vínculos

Idade mediana

33 anos

Tempo de casa

47 meses

Em empresa do Simples

2,4%

Sexo

  • Homem96,8%
  • Mulher3,2%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43h/sem

Sobre os 126 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca84,3%
  • Parda12%
  • Preta3,7%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto1,6%
  • Até o 5º ano incompleto4%
  • 5º ano completo0,8%
  • 6º ao 9º ano3,2%
  • Fundamental completo22,2%
  • Médio incompleto29,4%
  • Médio completo38,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 6º a 9º ano16,7%
  • Fundamental completo12,5%
  • Médio incompleto12,5%
  • Médio completo50%
  • Superior completo8,3%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados25,4%
  • 5 a 9 empregados11,1%
  • 10 a 19 empregados12,7%
  • 20 a 49 empregados11,1%
  • 50 a 99 empregados39,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso ao trabalho é livre, sem exigência de escolaridade ou formação profissional. As cooperativas de produtores ministram vários tipos de treinamentos a seus cooperados. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 6121.

Qual especialização paga mais na família 6121

Todas as ocupações de produtores agrícolas na cultura de gramíneas, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
6121-05 Produtor de arroz (esta página) R$ 1.888 R$ 2.513 126
6121-25 Produtor de milho e sorgo R$ 2.097 R$ 2.125 55
6121-20 Produtor de gramíneas forrageiras R$ 1.775 R$ 1.900 113
6121-10 Produtor de cana-de-açúcar R$ 1.814 R$ 1.806 189
6121-15 Produtor de cereais de inverno R$ 1.738 24

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6121-05.

A Colher grãos, colmos e plantas (7)
  • Determinar ponto de colheita
  • Regular máquina colhedora
  • Aferir perdas de grãos
  • Cortar plantas
  • Trilhar grãos
  • Transportar grãos e colmos para galpões, armazéns e usinas
  • Pesar grãos, colmos e plantas
B Plantar grãos e colmos (6)
  • Selecionar sementes
  • Tratar sementes contra fungos e pragas
  • Hidratar sementes de arroz pré-germinado
  • Regular semeadora de acordo com espaçamento, profundidade e densidade de grãos
  • Distribuir sementes e toletes em solo
  • Cobrir sementes e toletes
C Condicionar solo para plantio (11)
  • Arar solo
  • Destorroar solo
  • Descompactar solo
  • Nivelar solo
  • Eliminar restos culturais (palhas secas)
  • Espalhar restos culturais (palhas secas)
  • Semear coberturas de solo
  • Rolar coberturas de solo
  • Dessecar plantas de cobertura e invasoras de solo
  • Construir tabuleiros em solo
  • Construir terraços em solo
D Fertilizar solos (7)
  • Retirar amostra de solo para análise laboratorial
  • Definir métodos de fertilização
  • Aplicar calcário para correção de acidez de solo
  • Definir fórmula de adubos e/ou fertilizantes
  • Incorporar matéria orgânica em solo
  • Aplicar adubos em solo
  • Aplicar adubação foliar
E Administrar produção (14)
  • Consultar assistência técnica
  • Dimensionar áreas de plantio
  • Avaliar riscos climáticos
  • Planejar atividades de produção
  • Orçar custos de produção
  • Adquirir insumos para produção
  • Gerenciar fluxo de caixa
  • Treinar equipe de trabalho
  • Gerenciar trabalhadores
  • Gerenciar transporte interno e externo de insumos e trabalhadores
  • Supervisionar atividades de trabalho
  • Providenciar manutenção de máquinas, implementos e benfeitorias
  • Providenciar documentações legais
  • Edificar benfeitorias
F Manejar plantas invasoras, pragas e doenças em lavoura (7)
  • Inspecionar índices de infestação
  • Definir momento e forma de intervenção para controle
  • Capinar terreno
  • Calibrar aparelho pulverizador
  • Pulverizar agrotóxicos e/ou produtos biológicos
  • Reflorestar áreas degradadas
  • Realizar rotação de culturas
G Comercializar produção (7)
  • Estabelecer metas e fins de produção
  • Controlar estoque
  • Pesquisar preços de mercado
  • Contactar clientes
  • Vender produtos
  • Entregar produtos comercializados
  • Cobrar pagamentos
H Armazenar produção (10)
  • Verificar teor de umidade de grãos
  • Peneirar grãos
  • Secar grãos
  • Classificar grãos
  • Acondicionar grãos
  • Controlar qualidade de grãos, feno e silagem
  • Expurgar pragas de grãos
  • Controlar presença de animais roedores
  • Ensilar plantas
  • Armazenar fenos
I Irrigar solo (8)
  • Instalar infra-estrutura de irrigação
  • Instalar infra-estrutura de drenagem
  • Limpar canais de irrigação e drenagem
  • Demarcar taipas de arroz
  • Levantar taipas de arroz
  • Captar água
  • Monitorar volume e distribuição de água em áreas irrigadas
  • Drenar lavouras
Z Demonstrar competências pessoais (7)
  • Assumir riscos
  • Liderar equipe
  • Negociar compra e venda de produtos e equipamentos
  • Manifestar iniciativa
  • Entusiasmar-se com as atividades
  • Manifestar persistência
  • Participar de entidades associativas

Sinônimos oficiais (8)

Agricultor na produção de arrozArrozeiroColono na produção de arrozGranjeiro na produção de arrozLavoureiro na produção de arrozOrizicultorRizicultorRizipiscicultor

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 6121-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um produtor de arroz?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.888 por mês, considerando as 24 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.605 (10% menores) a R$ 3.045 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.513 (RAIS 2024), 33.1% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando produtor de arroz?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 24 admissões contra 33 desligamentos, saldo de -9 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata produtor de arroz?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços de agronomia e de consultoria às atividades agrícolas e pecuárias (CNAE 7490103), com 29,2% das admissões. A lista completa dos 2 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de produtor de arroz?

6121-05 (família 6121 — Produtores agrícolas na cultura de gramíneas). A CBO reconhece também os títulos: Agricultor na produção de arroz, Arrozeiro, Colono na produção de arroz, Granjeiro na produção de arroz, Lavoureiro na produção de arroz, Orizicultor, Rizicultor, Rizipiscicultor — todos usam o mesmo código 6121-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser produtor de arroz?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6121: O acesso ao trabalho é livre, sem exigência de escolaridade ou formação profissional. As cooperativas de produtores ministram vários tipos de treinamentos a seus cooperados. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 6121-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 6121-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6121-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (7490103), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (16 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6121:

  • Agropecuária Ohse, Cruz Alta (RS)
  • Cerro do Tigre Agricultura E Pecuária S.A.
  • Córrego dos Barros, Urucânia (MG)
  • Diferencial Agrícola Ltda.
  • Fazenda dos Touros - Pecuária E Arroz, Viamão (RS)
  • Fazenda Mz, Forquilhinha (SC)
  • Fazenda Nova Esperança, Joinville (SC)
  • Fazenda Queixadas Grupo 4f, São Gotardo (MG)
  • Fazenda Santa Izabel, Fortaleza (RS)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
  • GLOSSÁRIO
  • Destorroar: reduzir o tamanho de agregados de solo.
  • Dessecar: secar a planta - Forma de matá-la.
  • Descompactar: quebrar as camadas sub-superficiais densas e compactadas do solo com um implemento agrícola específico.
  • 14 Benfeitorias: silos, galpões, armazéns, casa para empregados e outros.
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