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CBO 2002 Família 2151 +0 postos em 12 meses 56 atividades

CBO 2151-45 — Prático de portos da marinha mercante

O código 2151-45 identifica a ocupação prático de portos da marinha mercante na CBO 2002, dentro da família 2151 — Oficiais de convés e afins. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha11 seções

O que faz um prático de portos da marinha mercante

Comandam, imediatam e tripulam embarcações na navegação de longo curso, cabotagem e apoio marítimo, coordenam operações de navegação de apoio portuário e águas interiores. Navegam e orientam a navegação; operam com cargas; transportam passageiros e manobram embarcações. Gerenciam pessoal e supervisionam operações, gerenciam material e documentação de bordo. Ministram treinamento e formam aquaviários, realizam atividades de inspeção e vistoria naval, trabalhando de acordo com normas, regulamentos, convenções nacionais e internacionais de segurança e preservação do meio ambiente e saúde ocupacional. Coordenam manutenção e podem realizar manutenção a bordo.

Descrição oficial da família 2151 — Oficiais de convés e afins, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

O capitão de longo curso pode tripular qualquer tipo de embarcação e de qualquer bandeira, como comandante, imediato ou oficial de quarto de navegação. O capitão de cabotagem pode comandar embarcações nacionais de qualquer arqueação bruta (AB) na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, imediatar qualquer embarcação nacional sem restrições, além de comandar ou imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O primeiro oficial de náutica em embarcações de bandeira brasileira pode ser comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e imediato de embarcações de qualquer AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de comandar sem restrições em embarcações de outra bandeira. O segundo oficial de náutica em embarcações de bandeira brasileira pode ser comandante de embarcações de qualquer AB na Navegação Interior, comandante de embarcação até 3000 AB na Navegação de Apoio Marítimo, comandante de embarcação até 500 AB na Navegação de Cabotagem, dentro dos limites de visibilidade da costa brasileira e imediato de embarcações até 3000 AB na navegação realizada entre os portos brasileiros e entre estes e os portos da Costa Atlântica da América do Sul, das Antilhas e da Costa Leste da América Central, excluídos os portos de Porto Rico e Ilhas Virgens, além de imediatar sem restrições em embarcações de outra bandeira. As demais ocupações não oferecem restrições.

Recursos de trabalho

Agulha magnética e giroscópica; Cartas náuticas e publicações; Compassos e régua paralela; Equipamento de comunicação (GMDSS); Equipamento de monitoração meteorológica; Equipamentos de controle da poluição; Guinchos; Radar; Sextante; Sistema de posicionamento dinâmico.

Notas oficiais da CBO — inclui a base legal da profissão

Normam 13/2000 - Normas da Autoridade Marítima para Aquaviários da Diretoria de Portos e Costas da Marinha Brasileira.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

8

Desligamentos

8

Saldo

+0

Rotatividade

17%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: set/25 (+2) saldo negativo · pior: fev/26 (-4)

Em 12 meses houve 8 admissões e 8 desligamentos de prático de portos da marinha mercante, o que significa que o mercado formal manteve 0 postos de trabalho no período, com rotatividade de 17% sobre o estoque de vínculos.

Porte de quem contrata

  • 1 a 4 empregados12,5%
  • 20 a 49 empregados87,5%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata prático de portos da marinha mercante

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Atividades de organizações sindicais 9420100 · 75% das admissões 6 2% 1
Transporte por navegação interior de passageiros em linhas regulares, municipal, exceto travessia 5022001 · 12,5% das admissões 1 2% 3
Comércio atacadista de materiais de construção em geral 4679699 · 12,5% das admissões 1 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como prático de portos da marinha mercante

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 47 vínculos

Idade mediana

52 anos

Tempo de casa

127 meses

No setor público

31,9%

Em empresa do Simples

6,4%

Sexo

  • Homem78,7%
  • Mulher21,3%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada35,7h/sem
  • Em entidade sem fins lucrativos53,2%

Sobre os 47 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Parda50%
  • Branca43,8%
  • Preta6,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo100%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 5º ano completo12,5%
  • Médio completo12,5%
  • Superior completo75%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,1%
  • 5 a 9 empregados2,1%
  • 10 a 19 empregados2,1%
  • 20 a 49 empregados57,4%
  • 100 a 249 empregados10,6%
  • 250 a 499 empregados2,1%
  • 500 a 999 empregados12,8%
  • 1.000 ou mais empregados10,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: outros serviços

Informalidade no setor

58,8%

Média nacional

37,5%

Conta própria

60,8%

Rendimento formal × informal

R$ 4.157 × R$ 2.095

No setor de outros serviços — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 58,8% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers-95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Para Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Para Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. A função de Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.

Texto oficial do MTE para a família 2151.

Qual especialização paga mais na família 2151

Todas as ocupações de oficiais de convés e afins, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
2151-25 Imediato da marinha mercante R$ 7.688 R$ 33.925 1.074
2151-40 Oficial de quarto de navegação da marinha mercante R$ 7.757 R$ 25.658 2.818
2151-15 Comandante da marinha mercante R$ 3.575 R$ 23.875 1.679
2151-45 Prático de portos da marinha mercante (esta página) R$ 11.975 47
2151-10 Capitão de manobra da marinha mercante R$ 3.375 R$ 11.698 138
2151-05 Agente de manobra e docagem R$ 1.999 R$ 9.550 870
2151-35 Inspetor naval R$ 4.952 R$ 6.375 233
2151-30 Inspetor de terminal R$ 2.105 R$ 4.213 238
2151-20 Coordenador de operações de combate à poluição no meio aquaviário R$ 5.781 R$ 3.916 725
2151-50 Vistoriador naval R$ 2.313 R$ 3.517 534

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 2151-45.

A Navegar com segurança (13)
  • Orientar as manobras de atracação, desatracação fundeio
  • Orientar a navegação
  • Operar equipamentos de navegação
  • Executar procedimentos para navegação em canais estreitos
  • Executar procedimentos para navegação em águas rasas
  • Executar procedimentos para navegação em mau tempo
  • Executar procedimentos de navegação em situações de emergência
  • Executar procedimentos para navegação com visibilidade restrita
  • Coordenar navegação de objeto rebocado
  • Avaliar as condições meteorológicas
  • Realizar comunicação de bordo
  • Consultar legislação
  • Aplicar legislação
C Gerenciar operações (7)
  • Coordenar operações de reboque
  • Coordenar as embarcações de apoio
  • Avaliar condições externas durante operações (vento, corrente)
  • Avaliar o estado do mar para início e paralização de manobras
  • Avaliar as condições de atracação
  • Avaliar as condições para desatracação
  • Avaliar as condições de calado
D Administrar pessoal (1)
  • Coordenar equipe de amarração
E Gerenciar material de bordo (1)
  • Efetuar os registros pertinentes
F Qualificar pessoal (7)
  • Ministrar aulas de formação profissional
  • Ministrar treinamento em terra
  • Proferir palestras
  • Elaborar apresentações
  • Elaborar material didático
  • Elaborar conteúdo programático
  • Auxiliar na elaboração de conteúdo didático
G Realizar inspeção naval a bordo (1)
  • Inspecionar as condições de segurança
I Trabalhar de acordo com normas de segurança. meio ambiente e saúde (sms) (1)
  • Fiscalizar o cumprimento das normas de segurança
Z Demonstrar competências pessoais (25)
  • Demonstrar liderança
  • Demonstrar criatividade
  • Discriminar cores
  • Demonstrar capacidade de interpretação cartográfica
  • Discriminar sons e ruídos
  • Tomar decisões
  • Demonstrar capacidade de percepção de anomalias no processo
  • Demonstrar comportamento pró-ativo
  • Demonstrar capacidade de improvisação
  • Demonstrar capacidade de adaptação
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita
  • Demonstrar capacidade de comunicação oral e escrita na língua inglesa
  • Demonstrar percepção espacial
  • Demonstrar capacidade de adaptação à rotina de confinamento
  • Demonstrar percepção cinemática
  • Demonstrar capacidade de negociação
  • Demonstrar raciocínio analítico
  • Demonstrar raciocínio sintético
  • Demonstrar raciocínio matemático
  • Demonstrar capacidade para operar equipamentos de informática
  • Demonstrar capacidade para o uso de aplicativos e programas de informática
  • Demonstrar capacidade de auto-controle
  • Trabalhar sob pressão
  • Tomar decisões rápidas em situações críticas

Perguntas frequentes

O mercado está contratando prático de portos da marinha mercante?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 8 admissões contra 8 desligamentos, saldo de +0 postos criados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata prático de portos da marinha mercante?

A atividade econômica que mais contratou foi Atividades de organizações sindicais (CNAE 9420100), com 75% das admissões. A lista completa dos 3 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de prático de portos da marinha mercante?

2151-45 (família 2151 — Oficiais de convés e afins). O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser prático de portos da marinha mercante?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 2151: O acesso ao trabalho requer bacharelado em Ciências Náuticas em uma das escolas da Marinha Mercante: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga) no Rio de Janeiro e Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. A experiência requerida varia de zero a sete anos após a formação, conforme regulamentação. O exercício dessas ocupações, no Brasil, é regido pelas Normas da Autoridade Marítima para aquaviários (NORMAM-13/2000). Internacionalmente, o exercício dessas ocupações segue normas internacionais das quais o Brasil é signatário. Trata-se da Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos, Expedição de Certificados e Serviços de Quarto, 1978 emendada em 1995 (Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers-95 - STCW95), produzida pela IMO, organismo da ONU, com as seguintes correspondências: Capitão de Longo Curso (STCW II/2), Capitão de Cabotagem (STCW II/2), Primeiro Oficial de Náutica (STCW II/2), Segundo Oficial de Náutica (STCW II/1 e II/3), Oficial de Quarto de Navegação da Marinha Mercante (STCW II/1 no mínimo), Agente de Manobra e Docagem (sem restrições), Capitão de Manobra (sem restrições). A atividade de Prático pode ser exercida por Oficiais da Marinha Mercante e da reserva da Marinha do Brasil após concurso público, com provas aplicadas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil. Para Inspetor e Vistoriador Naval requer-se, além da formação, curso especial de inspeção naval. Para Inspetor de Terminal exige-se experiência de no mínimo cinco anos na função de Imediato em navios tanques. A função de Coordenador de Operações de combate à poluição no meio aquaviário, além do bacharelado em ciências náuticas, requer-se curso de especialização na área e experiência de seis meses acompanhando titular do posto.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (outros serviços), 58,8% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 2151-45?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 2151-45 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 2151-45 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (9420100), o RAT é 2%.

A profissão de prático de portos da marinha mercante é regulamentada?

As notas oficiais da CBO para a família 2151 registram: Normam 13/2000 - Normas da Autoridade Marítima para Aquaviários da Diretoria de Portos e Costas da Marinha Brasileira.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (17 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 2151:

  • Empresa Brasileira de Obras Ltda. (Embraos)
  • Flumar Transportes de Químicos e Gases Ltda.
  • Laborde Serviços Marítimos Ltda.
  • Pan Marine do Brasil Transportes Ltda.
  • Petrobras Transporte S.A. (Transpetro)
  • Schahin Comércio e Engenharia Ltda.
  • Sindicato Nacional dos Oficiais da Marinha Mercante (Sindmar)
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Deisi Deffune Consultoria S/C Ltda. - DDC
  • GLOSSÁRIO
  • Arqueação bruta: capacidade de um navio para carga, em relação ao peso e ao volume.
  • GMDSS: Global Maritime Distress Safety System.
  • STCW95: Standards of Training, Certification and Watchkeeping for Seafarers-95, re- gulamentação elaborada e aprovada pela IMO (International Maritime Organization), organismo da ONU do qual o Brasil é signatário. Estabelece classes de certificação para os tripulantes de navios mercantes de transporte internacional.
  • CTS: Cartão de Tripulação e Segurança. IMO: Sigla em inglês da Organização Marítima
  • Internacional, organismo da ONU.
  • SMS: Segurança, Meio ambiente e Saúde.
  • Vetting system: conjunto de critérios para avaliar a aceitação ou o veto de acesso de uma embarcação de carregamento de petróleo e derivados a um terminal privado.
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