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CBO 2002 Família 7246 R$ 2.213 na admissão -85 postos em 12 meses 72 atividades

CBO 7246-10 — Trançador de cabos de aço

O código 7246-10 identifica a ocupação trançador de cabos de aço na CBO 2002, dentro da família 7246 — Trançadores e laceiros de cabos de aço. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um trançador de cabos de aço

Confeccionam cabos e laços de cabos de aço. Regulam máquinas de cablear, soldar e prensar, segundo padrões estabelecidos. Inspecionam a qualidade de cabos e laços de cabo de aço. Alimentam máquinas cableadoras. Repassam cabos de aço, arame, alma e perna. Soquetam cabos de aço e realizam manutenção de equipamentos. Registram informações técnicas e operacionais.

Descrição oficial da família 7246 — Trançadores e laceiros de cabos de aço, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Atuam em empresas de beneficiamento e confecção de cabos, utilizados no transporte de cargas e serviços, tais como construção civil, embarcações, mineração, elevadores, plataformas marítimas e outras. São contratados como empregados com carteira assinada. Organizam-se em grupos de trabalho, com supervisão ocasional, am ambientes fechados, no período diurno ou no sistema de rodízio de turnos. Podem ficar expostos a ruído intenso e altas temperaturas.

Recursos de trabalho

Alicate de corte (torquês); Empilhadeira; Fieira bipartida; Máquina cableadora (de fechamento de cabos); Máquina de solda (arame); Matrizes de prensagem; Morsa; Policorte; Ponte-rolante; Prensa hidráulica.

Quanto ganha um trançador de cabos de aço

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.99710% ganham atéR$ 2.213medianaR$ 3.54110% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 3.038

Entrada × quem já está

R$ 2.213 ao ser admitido · R$ 3.038 para quem tem vínculo ativo +37,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de trançador de cabos de aço foi de R$ 2.213 — metade das 95 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.997 e os 10% de maior, acima de R$ 3.541.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 3.038, ou seja, 37,3% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 48 meses.

Considerando a jornada média de 43.8 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 12,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 2.213
Por ano (12 salários)R$ 26.556
Por semanaR$ 509
Por hora (43.8h/sem)R$ 12,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 2.37573,7%
  • Mulheres — R$ 2.03826,3%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 3.22076,5%
  • Mulheres — R$ 2.67823,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste2.250

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

96

Desligamentos

181

Saldo

-85

Rotatividade

38,6%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: mar/26 (+4) saldo negativo · pior: out/25 (-21)

Em 12 meses houve 96 admissões e 181 desligamentos de trançador de cabos de aço, o que significa que o mercado formal fechou 85 postos de trabalho no período, com rotatividade de 38,6% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 27,6% foram a pedido do próprio trabalhador e 59,1% por dispensa sem justa causa, além de 9,4% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador27,6%
  • Dispensa sem justa causa59,1%
  • Fim de contrato9,4%

Sobre 181 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro2,1%
  • 1 a 4 empregados3,1%
  • 5 a 9 empregados9,4%
  • 10 a 19 empregados11,5%
  • 20 a 49 empregados13,5%
  • 50 a 99 empregados13,5%
  • 100 a 249 empregados20,8%
  • 250 a 499 empregados4,2%
  • 500 a 999 empregados19,8%
  • 1.000 ou mais empregados2,1%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata trançador de cabos de aço

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias 2945000 · 19,8% das admissões 19 44h R$ 2.045 3%
Locação de mão de obra temporária 7820500 · 12,5% das admissões 12 44h R$ 2.095 3% 1
Fabricação de estruturas metálicas 2511000 · 9,4% das admissões 9 3% 4
Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados 2733300 · 6,3% das admissões 6 3% 3
Fabricação de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados 2592602 · 6,3% das admissões 6 3% 4
Comércio atacadista especializado em outros produtos intermediários não especificados anteriormente 4689399 · 5,2% das admissões 5 2% 3
Comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática 4751201 · 5,2% das admissões 5 1

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como trançador de cabos de aço

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 469 vínculos

Idade mediana

40 anos

Tempo de casa

48 meses

No setor público

0,4%

Em empresa do Simples

15,8%

Sexo

  • Homem77,4%
  • Mulher22,6%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada44h/sem
  • Pessoas com deficiência0,9%

Sobre os 469 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca49,6%
  • Parda35%
  • Preta14,1%
  • Indígena0,7%
  • Amarela0,7%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto0,6%
  • Até o 5º ano incompleto1,5%
  • 5º ano completo1,7%
  • 6º ao 9º ano3,6%
  • Fundamental completo9%
  • Médio incompleto5,8%
  • Médio completo76,8%
  • Superior incompleto0,2%
  • Superior completo0,9%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • 5º ano completo2,1%
  • 6º a 9º ano2,1%
  • Fundamental completo3,1%
  • Médio incompleto7,3%
  • Médio completo82,3%
  • Superior incompleto1%
  • Superior completo2,1%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados5,3%
  • 5 a 9 empregados6,4%
  • 10 a 19 empregados7,9%
  • 20 a 49 empregados9,2%
  • 50 a 99 empregados20,5%
  • 100 a 249 empregados16,6%
  • 250 a 499 empregados3,2%
  • 500 a 999 empregados8,3%
  • 1.000 ou mais empregados22,6%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício dessas ocupações requer-se escolaridade entre a quarta e a sétima séries do ensino fundamental. A qualificação para o exercício profissional é feita, geralmente, pelas empresas. A formação inicial é feita com um curso de soldagem seguida por aprendizado no próprio local de trabalho. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 7246.

Qual especialização paga mais na família 7246

Todas as ocupações de trançadores e laceiros de cabos de aço, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
7246-10 Trançador de cabos de aço (esta página) R$ 2.213 R$ 3.038 469
7246-05 Operador de laços de cabos de aço R$ 2.320 R$ 2.685 237

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 7246-10.

A Confeccionar cabos de aço (7)
  • Interpretar projetos e especificações
  • Identificar tipos de construção e de acabamento de cabos de aço
  • Efetuar distribuição do produto na bobina
  • Verificar anomalias no processo de fabricação
  • Corrigir anomalias nos cabos
  • Cortar cabos, conforme lances pré-determinados
  • Etiquetar cabos para identificação
C Regular máquinas de cablear, soldar e prensar, segundo padrões estabelecidos (11)
  • Ajustar placa pré-formadora
  • Regular velocidade da máquina de cablear (ajustar passo)
  • Programar contador de metro
  • Ajustar placas quebradoras de tensão
  • Ajustar matrizes
  • Determinar sentido de torção dos cabos
  • Fixar cabo no volante tracionador (cabrestante)
  • Trocar bobinas
  • Regular distribuidor
  • Regular freios
  • Descartar sucata
D Inspecionar qualidade de cabos e laços de cabos de aço (7)
  • Realizar inspeção visual dos cabos
  • Medir diâmetro dos cabos
  • Medir passo dos cabos
  • Verificar pré-formações dos cabos
  • Verificar acabamento superficial dos cabos
  • Verificar torção
  • Retirar amostras para teste
E Alimentar máquinas cableadoras (7)
  • Conferir matéria-prima (arame, alma, perna)
  • Soldar arames
  • Posicionar carretéis na máquina
  • Passar matéria-prima pelo corpo da máquina (arame, perna e alma)
  • Montar ferramental (matrizes e placas)
  • Passar matéria-prima pelo ferramental
  • Preparar a lubrificação para o cabo (graxa)
F Repassar cabos de aço, arame, alma e perna (6)
  • Selecionar quantidade de material a ser produzido
  • Selecionar bobina conforme ordem de serviço
  • Abastecer repassadeira
  • Formar cargas para abastecimento de máquina cableadora
  • Separar pernas dos cabos com anomalias
  • Pintar pernas dos cabos
G Realizar manutenção dos equipamentos (8)
  • Inspecionar condições mecânicas de máquinas
  • Inspecionar condições elétricas da máquina
  • Lubrificar máquinas
  • Verificar nível de óleo
  • Cumprir plano de manutenção preventiva de máquinas
  • Realizar diagnóstico de falhas de máquinas
  • Ajustar máquinas
  • Conservar ferramental
H Soquetar cabos de aço (1)
  • Amarrar extremidade do cabo
I Registrar informações (7)
  • Preencher registro de inspeção
  • Preencher etiquetas
  • Registrar situações de risco
  • Preencher relatório de produção
  • Preencher requisição de material
  • Elaborar instruções de trabalho
  • Emitir ordem de serviço para manutenção
J Trabalhar com segurança (6)
  • Limpar local de trabalho
  • Utilizar epi e epc
  • Solicitar reposição dos equipamentos de segurança
  • Identificar situações de risco
  • Aplicar primeiros socorros
  • Sinalizar situações de locais de risco
Z Demonstrar competências pessoais (12)
  • Demonstrar senso crítico
  • Conservar equipamentos pessoais de trabalho
  • Demonstrar iniciativa
  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar interesse em mudanças
  • Demonstrar habilidade manual
  • Demonstrar responsabilidade
  • Demonstrar habilidade operacional
  • Demonstrar raciocínio lógico
  • Demonstrar capacidade de organização
  • Demonstrar capacidade de relacionamento interpessoal
  • Comunicar-se com clareza

Sinônimos oficiais (5)

Cableador (cabos de aço)Espulador (cabos de aço)Operador de espulagemOperador de máquina (pernas, fechamento, repassamento, alma)Operador de repassadeira

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 7246-10 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trançador de cabos de aço?

A mediana do salário de admissão é R$ 2.213 por mês, considerando as 95 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.997 (10% menores) a R$ 3.541 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 3.038 (RAIS 2024), 37.3% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando trançador de cabos de aço?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 96 admissões contra 181 desligamentos, saldo de -85 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata trançador de cabos de aço?

A atividade econômica que mais contratou foi Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias (CNAE 2945000), com 19,8% das admissões e mediana de R$ 2.045. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de trançador de cabos de aço?

7246-10 (família 7246 — Trançadores e laceiros de cabos de aço). A CBO reconhece também os títulos: Cableador (cabos de aço), Espulador (cabos de aço), Operador de espulagem, Operador de máquina (pernas, fechamento, repassamento, alma), Operador de repassadeira — todos usam o mesmo código 7246-10. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser trançador de cabos de aço?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 7246: Para o exercício dessas ocupações requer-se escolaridade entre a quarta e a sétima séries do ensino fundamental. A qualificação para o exercício profissional é feita, geralmente, pelas empresas. A formação inicial é feita com um curso de soldagem seguida por aprendizado no próprio local de trabalho. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 7246-10?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 7246-10 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 7246-10 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (2945000), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (13 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 7246:

  • Caboluc Comércio de Cabos de Aço Ltda.
  • Cimaf Cabos S.A.
  • Morsing Cabos de Aço Ltda.
  • Neade Indústria e Comércio Ltda.
  • Sindicato Nacional da Indústria de Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos (Sicetel)
  • Siva Indústria e Comércio de Artefatos de Arame Ltda.
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai
  • GLOSSÁRIO
  • Alma: núcleo em torno do qual as pernas são torcidas e ficam dispostas em forma de hé- lice. Sua função é fazer com que as pernas sejam posicionadas de tal forma que o esforço aplicado no cabo seja distribuído uniformemente entre elas.
  • Construção: termo genérico empregado para indicar o número de pernas, o número de arames de cada perna, a sua composição e o tipo de alma.
  • Passo: passo de uma perna ou de uma camada de pernas significa a distância que um arame dá uma volta completa em torno do seu núcleo.
  • Perna: conjunto de arames entrelaçados, utilizados na confecção do cabo. Os arames formam a perna do cabo de aço.
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