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CBO 2002 Família 6234 R$ 1.897 na admissão -20 postos em 12 meses 51 atividades

CBO 6234-20 — Trabalhador na sericicultura

O código 6234-20 identifica a ocupação trabalhador na sericicultura na CBO 2002, dentro da família 6234 — Trabalhadores na criação de insetos e animais úteis. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha13 seções

O que faz um trabalhador na sericicultura

Manejam animais e insetos, tais como abelha, bicho-da-seda, minhoca e animais produtores de veneno; extraem produtos de animais e insetos; providenciam alimentação para animais e insetos; classificam animais, insetos e seus produtos. Controlam pragas e doenças e preparam instalações e materiais de trabalho.

Descrição oficial da família 6234 — Trabalhadores na criação de insetos e animais úteis, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Trabalham em associações, cooperativas e propriedades rurais que desenvolvem apicultura, minhocultura, sericultura e criatórios de animais venenosos. São assalariados ou porcenteiros, que trabalham sob supervisão. A maioria dos trabalhadores em serpentário é encontrada em instituições públicas, criadoras de animais, com o objetivo principal de extrair veneno para produção de soros. Podem trabalhar em locais abertos ou fechados, nos horários diurnos e, às vezes, irregulares. Algumas atividades são exercidas em alturas e em posições desconfortáveis, com exposição a material tóxico, fumaça e contato com animais e insetos perigosos.

Recursos de trabalho

Bosques; Caixas de criação de serpentes; Carrinho de mão; EPI; Formão; Fumigador; Garfo desoperculador; Máquina peladeira; Sacaria.

Quanto ganha um trabalhador na sericicultura

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 1.77810% ganham atéR$ 1.897medianaR$ 1.94610% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 2.036

Entrada × quem já está

R$ 1.897 ao ser admitido · R$ 2.036 para quem tem vínculo ativo +7,3%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de trabalhador na sericicultura foi de R$ 1.897 — metade das 141 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 1.778 e os 10% de maior, acima de R$ 1.946.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 2.036, ou seja, 7,3% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 20 meses.

Considerando a jornada média de 43.9 horas semanais, o salário de admissão equivale a R$ 10,00 por hora — a comparação justa quando a ocupação tem jornada diferente do padrão de 44 horas.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 1.897
Por ano (12 salários)R$ 22.764
Por semanaR$ 437
Por hora (43.9h/sem)R$ 10,00

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 1.79412,8%
  • Mulheres — R$ 1.92687,2%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 2.76350,7%
  • Mulheres — R$ 1.72349,3%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste1.903

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

142

Desligamentos

162

Saldo

-20

Rotatividade

52,4%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: nov/25 (+9) saldo negativo · pior: ago/25 (-15)

Em 12 meses houve 142 admissões e 162 desligamentos de trabalhador na sericicultura, o que significa que o mercado formal fechou 20 postos de trabalho no período, com rotatividade de 52,4% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 39,5% foram a pedido do próprio trabalhador e 46,9% por dispensa sem justa causa, além de 13% por fim de contrato. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador39,5%
  • Dispensa sem justa causa46,9%
  • Fim de contrato13%

Sobre 162 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência.

Porte de quem contrata

  • 1 a 4 empregados3,5%
  • 10 a 19 empregados12,7%
  • 20 a 49 empregados17,6%
  • 50 a 99 empregados64,8%
  • 250 a 499 empregados1,4%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata trabalhador na sericicultura

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão 1312000 · 19,7% das admissões 28 44h R$ 1.859 3% 3
Atividades de psicologia e psicanálise 8650003 · 0,7% das admissões 1 1% 2

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como trabalhador na sericicultura

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 309 vínculos

Idade mediana

38 anos

Tempo de casa

20 meses

Em empresa do Simples

13,6%

Sexo

  • Homem51,1%
  • Mulher48,9%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada43,9h/sem
  • Pessoas com deficiência0,6%

Sobre os 309 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca58,6%
  • Parda33,2%
  • Preta4,9%
  • Amarela3,3%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Analfabeto1,3%
  • Até o 5º ano incompleto6,1%
  • 5º ano completo4,5%
  • 6º ao 9º ano9,4%
  • Fundamental completo6,1%
  • Médio incompleto11,7%
  • Médio completo52,4%
  • Superior incompleto1%
  • Superior completo7,1%
  • Mestrado0,3%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto2,8%
  • 6º a 9º ano9,2%
  • Fundamental completo9,2%
  • Médio incompleto9,9%
  • Médio completo60,6%
  • Superior incompleto4,2%
  • Superior completo3,5%
  • Doutorado0,7%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados13,9%
  • 5 a 9 empregados6,1%
  • 10 a 19 empregados25,2%
  • 20 a 49 empregados29,8%
  • 50 a 99 empregados18,4%
  • 100 a 249 empregados0,6%
  • 250 a 499 empregados5,8%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: indústria geral

Informalidade no setor

24,3%

Média nacional

37,5%

Conta própria

16,3%

Rendimento formal × informal

R$ 3.887 × R$ 2.141

No setor de indústria geral — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 24,3% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

O exercício profissional requer, no mínimo, a quarta série do ensino fundamental e curso profissionalizante de aproximadamente duzentas horas/aula. Os que atuam em parceria geralmente tem escolaridade e qualificação elevada. O pleno desempenho das atividades ocorre após um ou dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 6234.

Qual especialização paga mais na família 6234

Todas as ocupações de trabalhadores na criação de insetos e animais úteis, ordenadas pela remuneração de quem já atua

CBO Ocupação Admissão Quem já atua Vínculos
6234-15 Trabalhador na minhocultura R$ 1.610 R$ 2.269 59
6234-20 Trabalhador na sericicultura (esta página) R$ 1.897 R$ 2.036 309
6234-10 Trabalhador na apicultura R$ 1.813 R$ 1.980 365
6234-05 Trabalhador em criatórios de animais produtores de veneno R$ 1.889 R$ 1.423 125

“Admissão” é a mediana do salário de contratação (Novo CAGED, 202508–202607); “quem já atua” é a mediana de dezembro dos vínculos ativos (RAIS 2024). Ocupações sem amostra suficiente ficam sem valor.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 6234-20.

A Manejar animais e insetos úteis (9)
  • Empregar medidas de segurança individual
  • Controlar temperatura de criatório
  • Controlar umidade de criatório
  • Controlar ventilação de criatório
  • Recepcionar animais e insetos úteis
  • Distribuir lagartas nas camas de criação
  • Substituir materiais danificados
  • Posicionar bosques para encasulamento
  • Monitorar encasulamento
B Extrair produtos de animais e insetos úteis (5)
  • Conferir maturação do mel, crisálida e húmus
  • Descartar lagartas mortas e não encasuladas
  • Retirar casulos das cartelas ou bosques de plástico
  • Pelar casulos
  • Acondicionar produtos
C Providenciar alimentação para animais e insetos úteis (10)
  • Arar solo para cultivo das amoreiras
  • Coletar amostra de solo para análise
  • Corrigir solo para cultivo das amoreiras
  • Plantar amoreiras
  • Adubar amoreiras
  • Cortar ramas de amoreiras
  • Armazenar ramas de amoreiras
  • Podar amoreiras
  • Controlar alimentação de animais e insetos úteis
  • Retirar restos de alimentação
D Classificar animais e insetos úteis e seus produtos (3)
  • Identificar estágio de desenvolvimento das lagartas
  • Classificar casulos segundo qualidade
  • Separar anafalha
E Controlar pragas e doenças (7)
  • Desinfetar utensílios e vestimentas de trabalho
  • Desinfetar bosque e barracão do bicho-da-seda
  • Repor substâncias no pé-de-lúvio
  • Identificar doenças
  • Medicar animais e insetos úteis
  • Eliminar predadores e ectoparasitas
  • Capinar plantação de amoreiras
F Preparar instalações (4)
  • Limpar local de instalação da criação
  • Localizar focos de predadores
  • Queimar resíduos do ciclo anterior
  • Aplicar cal nas camas de criação do bicho-da-seda
G Preparar materiais de trabalho (8)
  • Preparar vestimentas de trabalho
  • Selecionar utensílios (formão, pinça etc.)
  • Amolar instrumentos de trabalho (enxada, foice para cortar amoreira etc.)
  • Lubrificar equipamentos
  • Realizar pequenos reparos em instalações e equipamentos
  • Preparar transporte de ramas de amoreiras
  • Montar bosques
  • Desmontar bosques
Z Demonstrar competências pessoais (5)
  • Concentrar-se
  • Dar provas de destreza manual
  • Reagir frente ao perigo
  • Agir com prudência
  • Trabalhar em equipe

Sinônimos oficiais (5)

Criador de bicho-da-seda - conta própriaParceiro do bicho-da-sedaSericicultor - exclusive conta própria e empregadorSericultor - exclusive conta própria e empregadorTrabalhador sericícola

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 6234-20 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trabalhador na sericicultura?

A mediana do salário de admissão é R$ 1.897 por mês, considerando as 141 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 1.778 (10% menores) a R$ 1.946 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 2.036 (RAIS 2024), 7.3% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando trabalhador na sericicultura?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 142 admissões contra 162 desligamentos, saldo de -20 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata trabalhador na sericicultura?

A atividade econômica que mais contratou foi Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão (CNAE 1312000), com 19,7% das admissões e mediana de R$ 1.859. A lista completa dos 2 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de trabalhador na sericicultura?

6234-20 (família 6234 — Trabalhadores na criação de insetos e animais úteis). A CBO reconhece também os títulos: Criador de bicho-da-seda - conta própria, Parceiro do bicho-da-seda, Sericicultor - exclusive conta própria e empregador, Sericultor - exclusive conta própria e empregador, Trabalhador sericícola — todos usam o mesmo código 6234-20. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser trabalhador na sericicultura?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 6234: O exercício profissional requer, no mínimo, a quarta série do ensino fundamental e curso profissionalizante de aproximadamente duzentas horas/aula. Os que atuam em parceria geralmente tem escolaridade e qualificação elevada. O pleno desempenho das atividades ocorre após um ou dois anos de experiência. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (indústria geral), 24,3% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 6234-20?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 6234-20 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 6234-20 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (1312000), o RAT é 3%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

Quem descreveu esta família na CBO (12 instituições)

A CBO 2002 foi construída em oficinas com trabalhadores e instituições de cada área. Estas participaram da descrição da família 6234:

  • Apiários Abelhas Rosita
  • Ápis Indígenas
  • Bom Humus (Eidy Okada)
  • Empresa Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater - Pr)
  • Fundação Ezequiel Dias
  • Pentapharm do Brasil Comércio e Exportação Ltda.
  • Zovaro Comercial Agroapis
  • Instituição Conveniada Responsável
  • Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar - Fundep - UFMG
  • GLOSSÁRIO
  • Anafalha: pelo do casulo que é eliminado na pelagem
  • Ectoparasita: parasita que vive na superfície do hospedeiro, como muitos fungos e ervas-de-passarinho.
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