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CBO 2002 Família 1222 R$ 22.888 na admissão -83 postos em 12 meses 83 atividades

CBO 1222-05 — Diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades

O código 1222-05 identifica a ocupação diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades na CBO 2002, dentro da família 1222 — Diretores de produção e operações em empresa da indústria extrativa, transformação e de serviços de utilidade pública. É o código informado no eSocial (campo CBO do cargo), na CTPS digital e nos registros do Novo CAGED e da RAIS.

Nesta ficha12 seções

O que faz um diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades

Planejam e administram a produção; atuam na definição do planejamento estratégico; participam na definição de políticas de rh; gerenciam logística; asseguram ações de gestão ambiental; gerenciam ações de qualidade; provêm condições de higiene e segurança do trabalho; comunicam-se oralmente e por escrito.

Descrição oficial da família 1222 — Diretores de produção e operações em empresa da indústria extrativa, transformação e de serviços de utilidade pública, publicada pelo MTE no livro da CBO 2002. A CBO descreve o conjunto de ocupações da família, e não cada código de seis dígitos isoladamente.

Como e onde se trabalha

Os profissionais dessa família ocupacional podem exercer suas funções em empresas manufatureiras e extrativas, de produção da transformação, extração mineral e utilidades, transporte e distribuição de energia elétrica, gás e serviços de água e esgoto. de modo geral, são contratados na condição de empregados com carteira assinada. Atuam sem supervisão, em ambientes fechados, no período diurno, realizando o trabalho em sistema presencial. Podem desenvolver algumas atividades sob pressão, levando-os à situação de estresse. CONSULTE 1223 - Diretores de operações de obras em empresa de construção.

Recursos de trabalho

Datashow; Jornais; Livros e revistas técnicas; Material de escritório; Microcomputador e periféricos; Retroprojetor; Telefone fixo e celular; Televisor; Videocassete.

Quanto ganha um diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades

Salário de admissão declarado no Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026 · contratações de 40h+ semanais

R$ 2.31610% ganham atéR$ 22.888medianaR$ 65.02410% ganham acima

mediana de quem já atua (RAIS 2024): R$ 43.588

Entrada × quem já está

R$ 22.888 ao ser admitido · R$ 43.588 para quem tem vínculo ativo +90,4%

Nas contratações de agosto/2025 a julho/2026, a mediana do salário de admissão de diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades foi de R$ 22.888 — metade das 231 contratações com jornada de 40 horas ou mais ficou abaixo desse valor e metade acima. Os 10% de menor salário entraram com até R$ 2.316 e os 10% de maior, acima de R$ 65.024.

Quem já está na ocupação ganha mais do que quem entra: a mediana de quem tinha vínculo ativo em 31/12/2024 era de R$ 43.588, ou seja, 90,4% acima do salário de entrada. É a medida direta de quanto a remuneração sobe com o tempo de casa nessa ocupação, cuja mediana é de 59 meses.

Equivalência da mediana

Por mêsR$ 22.888
Por ano (12 salários)R$ 274.656

Salário contratual, sem adicionais, horas extras, insalubridade ou 13º.

Composição e salário por sexo

Na admissão (CAGED, 40h+)

  • Homens — R$ 25.01387%
  • Mulheres — R$ 5.52513%

Quem já atua (RAIS 2024)

  • Homens — R$ 44.16388,5%
  • Mulheres — R$ 34.07511,5%

Percentual = participação de cada grupo; o valor em reais é a mediana do grupo. A comparação não isola cargo, tempo de casa, jornada exata nem setor — não é medida de desigualdade salarial por si só.

Salário por região

  • Sudeste40.100
  • Sul5.100

Mediana do salário de admissão em reais, por região do estabelecimento.

Salário e saldo de vagas por estado (2 UFs com amostra)
UF Admissões Saldo P25 Mediana P75
SP 88 -36 R$ 45.013
MG 30 -10 R$ 25.050

UFs com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem faixa salarial — amostra insuficiente para publicar mediana.

Contratação e mercado

Movimentações do Novo CAGED · agosto/2025 a julho/2026

Admissões

235

Desligamentos

318

Saldo

-83

Rotatividade

16,7%

Saldo mês a mês

saldo positivo · melhor: out/25 (+4) saldo negativo · pior: mar/26 (-22)

Em 12 meses houve 235 admissões e 318 desligamentos de diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades, o que significa que o mercado formal fechou 83 postos de trabalho no período, com rotatividade de 16,7% sobre o estoque de vínculos.

Entre os desligamentos, 19,2% foram a pedido do próprio trabalhador e 69,8% por dispensa sem justa causa. A proporção de saídas a pedido é o indicador de retenção que o salário médio não mostra.

Por que as pessoas saem

  • A pedido do trabalhador19,2%
  • Dispensa sem justa causa69,8%
  • Fim de contrato2,5%

Sobre 318 desligamentos com motivo declarado.

Como são os contratos

Contrato atípico praticamente não existe nesta ocupação: 0% das admissões são de jornada parcial e 0,4% de contrato intermitente, contra 0,8% e 1,5% na média do mercado formal. A contratação padrão é por prazo indeterminado e jornada cheia.

Percentual das admissões do período, com a média ponderada de 2.218 ocupações como referência. A contratação de pessoas com deficiência segue a cota do art. 93 da Lei 8.213/1991.

Porte de quem contrata

  • Sem empregados em janeiro9,4%
  • 1 a 4 empregados9,4%
  • 5 a 9 empregados4,3%
  • 10 a 19 empregados8,1%
  • 20 a 49 empregados11,5%
  • 50 a 99 empregados9,8%
  • 100 a 249 empregados13,6%
  • 250 a 499 empregados9,4%
  • 500 a 999 empregados11,1%
  • 1.000 ou mais empregados13,6%

Faixa de emprego do estabelecimento no início de janeiro, conforme o layout do Novo CAGED. A primeira faixa reúne quem não tinha nenhum vínculo em janeiro — estabelecimento aberto ao longo do ano ou parado até a contratação.

Quem contrata diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades

Atividades econômicas (CNAE) com mais admissões, faixa salarial e grau de risco de cada uma

CNAE — atividade econômica Admissões Jornada P25 Mediana P75 RAT GR
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 8211300 · 7,2% das admissões 17 43.7h R$ 49.000 2% 1
Comércio atacadista de embalagens 4686902 · 3,8% das admissões 9 3% 3
Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 2910701 · 3% das admissões 7 3% 3
Confecção de peças de vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida 1412601 · 2,6% das admissões 6 3% 2
Fabricação de artefatos de material plástico para usos industriais 2229302 · 1,7% das admissões 4 3% 3
Outras sociedades de participação, exceto holdings 6463800 · 1,7% das admissões 4 2% 1
Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido para uso na construção, exceto azulejos e pisos 2342702 · 1,7% das admissões 4 3% 3

RAT é a alíquota do Risco Ambiental do Trabalho (1%, 2% ou 3%) do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP; GR é o grau de risco (1 a 4) do Anexo I da NR-04, que dimensiona o SESMT. Os dois vêm do CNAE do empregador, nunca do CBO do trabalhador — é o mesmo cargo com encargo diferente conforme a empresa que contrata. Faixas com menos de 30 contratações de 40h+ ficam sem quartil.

Perfil de quem trabalha como diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades

Vínculos ativos em 31/12/2024 · RAIS · 1.901 vínculos

Idade mediana

49 anos

Tempo de casa

59 meses

No setor público

1%

Em empresa do Simples

5,8%

Sexo

  • Homem88,6%
  • Mulher11,4%

Composição do vínculo

  • Jornada média contratada39,9h/sem
  • Pessoas com deficiência2,5%
  • Jornada parcial0,1%
  • Contrato intermitente0,1%
  • Em entidade sem fins lucrativos0,2%

Sobre os 1.901 vínculos ativos em 31/12/2024.

Raça/cor

  • Branca79,5%
  • Parda16,1%
  • Amarela2,7%
  • Preta1,5%
  • Indígena0,1%

Autodeclaração informada pelo empregador na RAIS (item A.6 do manual oficial). Vínculos sem a informação ficam fora da distribuição.

Escolaridade

Quem está na ocupação hoje (RAIS 2024)

  • Superior completo93,4%
  • Mestrado5,9%
  • Doutorado0,7%
Comparar com a escolaridade de quem foi contratado agora
  • Até 5º ano incompleto1,3%
  • 5º ano completo0,4%
  • Fundamental completo3%
  • Médio incompleto1,7%
  • Médio completo21,3%
  • Superior incompleto3,8%
  • Superior completo42,1%
  • Pós-graduação21,7%
  • Mestrado4,3%
  • Doutorado0,4%

A diferença entre as duas distribuições mostra se o mercado passou a exigir mais escolaridade do que tem o estoque: o CAGED mede o FLUXO de contratação dos últimos 12 meses, a RAIS mede quem está na ocupação. Um detalhe da fonte: o CAGED tem código próprio para pós-graduação e a RAIS não, então quem tem pós aparece como superior completo no estoque.

Porte do empregador

  • 1 a 4 empregados2,9%
  • 5 a 9 empregados2,8%
  • 10 a 19 empregados4,2%
  • 20 a 49 empregados7,7%
  • 50 a 99 empregados8,9%
  • 100 a 249 empregados17,6%
  • 250 a 499 empregados16,6%
  • 500 a 999 empregados15,6%
  • 1.000 ou mais empregados23,7%

Faixa de emprego do estabelecimento em 31 de dezembro, conforme o layout da RAIS.

Informalidade no setor que mais contrata

PNAD Contínua · 4 trimestres · setor: informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas

Informalidade no setor

25,4%

Média nacional

37,5%

Conta própria

23,7%

Rendimento formal × informal

R$ 5.385 × R$ 4.443

No setor de informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — aquele em que essa ocupação foi mais contratada segundo o CAGED — 25,4% dos ocupados do país estão na informalidade, contra 37,5% da média nacional. Informal, pela definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira assinada (setor privado ou doméstico), o trabalhador familiar auxiliar, e o conta-própria ou empregador cujo negócio não tem CNPJ.

O recorte é por setor, não por ocupação: a PNAD Contínua classifica ocupação pela COD, derivada da CIUO-08, que não tem correspondência com a CBO 2002 — no nível de dois dígitos, o mesmo código significa “administração pública” numa e “ciências jurídicas” na outra. Cruzar as duas produziria número sem sentido, então a ligação aqui é feita pelo setor em que a ocupação é efetivamente contratada.

Formação exigida

Exigência oficial da CBO

Para o exercício das funções dessa família ocupacional requer-se profissionais com escolaridade de ensino superior completo e com cinco anos de experiência para o pleno desempenho das atividades. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

Texto oficial do MTE para a família 1222.

Atividades do perfil ocupacional

Grandes áreas de atividade e atividades detalhadas do levantamento oficial do MTE pra ocupação 1222-05.

A Atuar na definição do planejamento estratégico (10)
  • Definir metas de produção
  • Definir plano de investimento
  • Atuar na definição de linhas de produto
  • Participar de avaliações das tendências de mercado
  • Definir políticas ambientais, sociais e de segurança e higiene do trabalho
  • Dimensionar recursos
  • Avaliar exeqüibilidade de projetos
  • Definir padrões de qualidade
  • Fomentar pesquisa e desenvolvimento
  • Prospectar tendências tecnológicas
B Planejar produção (8)
  • Analisar plano de vendas
  • Decidir plano de produção (tipo, quantidade, prazos)
  • Especificar recursos humanos e materiais
  • Planejar paradas e intervenções em máquinas, equipamentos e instalações
  • Analisar viabilidade econômica
  • Elaborar plano de contigência na produção
  • Instituir metodologia de trabalho
  • Revisar planos de produção
C Administrar produção (10)
  • Programar produção
  • Realizar investimento
  • Implantar novas metodologias de trabalho
  • Implantar tecnologias e inovações
  • Realizar ações preventivas e corretivas
  • Realizar controle orçamentário
  • Administrar indicadores de produção
  • Redirecionar procedimentos
  • Administrar custos de produção
  • Referendar plano de manutenção
D Gerir qualidade (7)
  • Fazer cumprir normas de qualidade
  • Qualificar equipamentos e fornecedores
  • Validar métodos e processos
  • Desenvolver sistemas de monitoração
  • Manter rastreabilidade documental do produto
  • Garantir autonomia do departamento de qualidade
  • Buscar certificação de qualidade de produtos
E Participar na definição de políticas de rh (7)
  • Determinar qualificações do pessoal
  • Diagnosticar necessidade de treinamento e desenvolvimento de pessoal
  • Promover treinamento e desenvolvimento do pessoal
  • Avaliar desempenho do pessoal
  • Contribuir na elaboração de descrição de cargos
  • Gerenciar salários, promoções, admissões e demissões
  • Aprovar normas e instruções
F Gerenciar logística (4)
  • Estabelecer política de logística
  • Estabelecer política de gerenciamento de estoques
  • Identificar novos fornecedores e prestadores de serviço
  • Gerenciar custos e prazos logísticos
G Assegurar gestão ambiental (6)
  • Assegurar cumprimento da legislação e de normas ambientais
  • Preparar plano de contingência ambiental
  • Gerenciar crises
  • Propor melhorias de processos
  • Difundir cultura de preservação ambiental
  • Mitigar passivo ambiental
H Prover condições de higiene e segurança do trabalho (8)
  • Controlar cumprimento das normas de higiene e segurança do trabalho
  • Controlar ordem, limpeza e organização das áreas de trabalho (housekeeping)
  • Implementar recomendações da cipa e de outros órgãos
  • Disseminar cultura de prevenção de acidentes
  • Disseminar cultura de higiene e saúde
  • Minimizar exposição de pessoas a risco
  • Minimizar permanência de pessoas em áreas insalubres
  • Exigir uso de epi e epc
Y Comunicar-se (9)
  • Registrar atividades de treinamento
  • Dialogar com órgãos de controle ambiental
  • Estimular processo de comunicação
  • Interpretar relatórios
  • Redigir relatórios
  • Expor idéias
  • Falar em público
  • Fazer exposições na mídia
  • Verticalizar informações
Z Demonstrar competências pessoais (14)
  • Demonstrar respeito a chefes e subordinados
  • Trabalhar com ética
  • Mostrar criatividade
  • Trabalhar em equipe
  • Mostrar versatilidade
  • Demonstrar capacidade de liderança
  • Delegar responsabilidades
  • Focalizar na busca de resultados
  • Administrar conflitos
  • Tomar decisões
  • Mostrar otimismo
  • Mostrar coerência
  • Trabalhar com responsabilidade social
  • Demonstrar visão de futuro

Sinônimos oficiais (4)

Diretor de produção em utilidadesDiretor de produção na indústria de transformaçãoDiretor de produção na mineraçãoSuperintendente de operações industriais

Títulos reconhecidos pela CBO pro mesmo código 1222-05 — o nome do cargo na empresa pode variar; o enquadramento vem do conteúdo do trabalho.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades?

A mediana do salário de admissão é R$ 22.888 por mês, considerando as 231 contratações de 40 horas semanais ou mais registradas no Novo CAGED entre agosto/2025 a julho/2026. A faixa vai de R$ 2.316 (10% menores) a R$ 65.024 (10% maiores). Quem já tem vínculo ativo na ocupação tem mediana de R$ 43.588 (RAIS 2024), 90.4% acima do salário de entrada. São valores de salário contratual, sem adicionais, insalubridade, horas extras ou benefícios.

O mercado está contratando diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades?

Entre agosto/2025 a julho/2026 foram 235 admissões contra 318 desligamentos, saldo de -83 postos fechados no mercado formal. O dado vem das três séries do Novo CAGED (declarações no prazo, fora do prazo e exclusões), que é como o próprio Ministério do Trabalho calcula o saldo.

Que tipo de empresa contrata diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades?

A atividade econômica que mais contratou foi Serviços combinados de escritório e apoio administrativo (CNAE 8211300), com 7,2% das admissões e mediana de R$ 49.000. A lista completa dos 7 setores que mais contratam, com a faixa salarial de cada um, está nesta página. O CNAE do empregador é o que define o grau de risco e a alíquota RAT — não o CBO do trabalhador.

Qual o código CBO de diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades?

1222-05 (família 1222 — Diretores de produção e operações em empresa da indústria extrativa, transformação e de serviços de utilidade pública). A CBO reconhece também os títulos: Diretor de produção em utilidades, Diretor de produção na indústria de transformação, Diretor de produção na mineração, Superintendente de operações industriais — todos usam o mesmo código 1222-05. O que define o enquadramento é o conteúdo do trabalho, não o nome do cargo na empresa.

Precisa de faculdade para ser diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades?

Segundo a descrição oficial da CBO para a família 1222: Para o exercício das funções dessa família ocupacional requer-se profissionais com escolaridade de ensino superior completo e com cinco anos de experiência para o pleno desempenho das atividades. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional demanda formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do Decreto 5.598/2005.

É uma profissão com muita informalidade?

A PNAD Contínua não classifica ocupação pela CBO, então o recorte possível é por setor: no setor que mais contrata essa ocupação (informação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), 25,4% dos ocupados estão na informalidade, contra 37,5% na média nacional. Informal, na definição do IBGE, é quem trabalha sem carteira, é trabalhador familiar auxiliar ou é conta-própria/empregador sem CNPJ.

Onde informo o CBO 1222-05?

No eSocial — evento S-2200 (admissão) ou S-2300 (trabalhador sem vínculo), no campo CBO do cargo — além da CTPS digital e dos registros que alimentam o Novo CAGED e a RAIS. Na saúde, o CBO também identifica o profissional no CNES.

O CBO 1222-05 define o grau de risco e o RAT da empresa?

Não. Grau de risco e alíquota RAT são definidos pela ATIVIDADE ECONÔMICA da empresa (CNAE preponderante), não pela ocupação do trabalhador — o CBO 1222-05 identifica o cargo no eSocial, e o mesmo cargo pode ter RAT diferente em empresas de CNAE diferente. O grau de risco vem do Anexo I da NR-04 e dimensiona o SESMT; a alíquota RAT (1%, 2% ou 3%) vem do Anexo V do Decreto 3.048/1999, ajustada pelo FAP. No CNAE que mais contrata essa ocupação (8211300), o RAT é 2%.

Fontes oficiais

Arquivos oficiais da CBO 2002 consolidados em 22/07/2026.

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