Rejeição 719: CNPJ / CPF do proprietário do veículo reboque inválido
Código devolvido pelo autorizador do MDF-e, modelo 58 — O documento que amarra a viagem: reúne num só manifesto todas as notas e conhecimentos que estão dentro do mesmo veículo. A validação está na seção Responsável pelo pagamento do Vale-pedágio do manual oficial.
O que dispara a rejeição 719?
A regra de validação oficial, no texto do manual:
Se modal Rodoviário e informado grupo do proprietário do veículo reboque (grupo: veicReboque/prop): Rejeitar se o CPF ou CNPJ informado para o proprietário estiver inválido (dígito de controle, zeros)
Como corrigir a rejeição 719?
- 1 Localize no XML do MDF-e o ponto descrito pela regra — ela descreve a condição em prosa, sem citar a tag.
- 2 Corrija e retransmita. O MDF-e rejeitado não existe juridicamente: não precisa ser cancelado, e o número pode ser reaproveitado.
- 3 Se a mensagem do seu emissor vier com um número diferente deste, é embrulho do software — quem identifica o erro é a mensagem, não o código de protocolo do ERP.
Que outras rejeições do MDF-e são do mesmo assunto?
Mesma seção do manual — Responsável pelo pagamento do Vale-pedágio.
Perguntas frequentes
O que significa a rejeição 719 do MDF-e?
"CNPJ / CPF do proprietário do veículo reboque inválido" — é a mensagem oficial da rejeição 719 do MDF-e, modelo 58, catalogada no Buscador NCM. O documento que amarra a viagem: reúne num só manifesto todas as notas e conhecimentos que estão dentro do mesmo veículo. A validação está na seção "Responsável pelo pagamento do Vale-pedágio" do manual oficial.
Como resolver a rejeição 719 do MDF-e?
Abra o XML do MDF-e e confira o valor contra a condição da regra. Corrija e retransmita: o MDF-e rejeitado não existe juridicamente, não precisa ser cancelado e o número pode ser reaproveitado.
A rejeição 719 quer dizer a mesma coisa em outro documento fiscal?
Não. O número 719 aparece em 5 documentos fiscais eletrônicos e carrega 4 significados diferentes. No MDF-e ele é "CNPJ / CPF do proprietário do veículo reboque inválido"; no CT-e é "IE do Tomador não informada"; no GTV-e é "IE do Tomador não informada"; no CT-e OS é "IE do Tomador não informada (*1) Validação possível na operação…". Procurar a solução deste número na tabela da NF-e leva ao erro errado — e é o que acontece hoje, porque só a NF-e tem página para cada código. O Buscador NCM cataloga 1097 códigos de 13 documentos e diz, código a código, quando o sentido muda.
O meu emissor mostrou outro número junto dessa mensagem. É o mesmo erro?
Provavelmente sim. O que identifica a rejeição é a MENSAGEM, não o número que aparece na tela: emissores e ERPs embrulham o texto oficial com um código próprio de protocolo, de sistema ou de lote, e por isso a mesma frase aparece com números diferentes em cada software. Se o texto bate com "CNPJ / CPF do proprietário do veículo reboque inválido", o código do MDF-e é o 719. No Buscador NCM dá para colar a mensagem inteira, com o embrulho do emissor junto, e chegar ao código.
A SEFAZ rejeita mesmo o MDF-e pelo código 719?
Sim. A regra é marcada como obrigatória no manual do MDF-e, então a validação vale para todos os autorizadores e o documento não é autorizado enquanto a condição persistir. Corrigir o XML e retransmitir é o caminho: o documento rejeitado não existe juridicamente e não precisa ser cancelado.
Desde quando o MDF-e é obrigatório?
Desde 03/08/2026. A obrigatoriedade de emitir MDF-e vem do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4, de 30 de julho de 2026, que fixou o calendário dos 18 documentos fiscais eletrônicos do IBS e da CBS. O Buscador NCM publica o cronograma inteiro, com a data de cada documento e as hipóteses que têm prazo próprio. O documento que amarra a viagem: reúne num só manifesto todas as notas e conhecimentos que estão dentro do mesmo veículo.