8483.30.21
De diâmetro interno igual ou superior a 200 mm
O NCM 8483.30.21 identifica De diâmetro interno igual ou superior a 200 mm, inserido na posição 84.83 (Árvores (veios) de transmissão (incluindo as árvores de cames e virabrequins (cambotas)) e manivelas; mancais (chumaceiras) e "bronzes"; engrenagens e rodas de fricção; eixos de esferas ou de roletes; redutores, multiplicadores, caixas de transmissão e variadores de velocidade, incluindo os conversores de torque (binários*); volantes e polias, incluindo as polias para cadernais; embreagens e dispositivos de acoplamento, incluindo as juntas de articulação.), dentro do Capítulo 84 da Tabela NCM — reatores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, e suas partes.. Na TIPI 2022 (ADE COANA 001/2026), este código está sujeito a 7.8% de IPI sobre o valor tributável do produto nas saídas do estabelecimento industrial ou equiparado. No Imposto de Importação (II) pela Tarifa Externa Comum (TEC) do MERCOSUL, a alíquota é de 14% sobre o valor aduaneiro. A hierarquia completa de classificação é: 84 Reatores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, e suas partes. 84.83 Árvores (veios) de transmissão (incluindo as árvores de cames e virabrequins (cambotas)) e manivelas; mancais (chumaceiras) e "bronzes"; engrenagens e rodas de fricção; eixos de esferas ou de roletes; redutores, multiplicadores, caixas de transmissão e variadores de velocidade, incluindo os conversores de torque (binários*); volantes e polias, incluindo as polias para cadernais; embreagens e dispositivos de acoplamento, incluindo as juntas de articulação. 8483.30 - Mancais (chumaceiras) sem rolamentos; "bronzes" 8483.30.2 "Bronzes" 8483.30.21 De diâmetro interno igual ou superior a 200 mm.
Caminho de Classificação
84 Reatores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, e suas partes. 84.83 Árvores (veios) de transmissão (incluindo as árvores de cames e virabrequins (cambotas)) e manivelas; mancais (chumaceiras) e "bronzes"; engrenagens e rodas de fricção; eixos de esferas ou de roletes; redutores, multiplicadores, caixas de transmissão e variadores de velocidade, incluindo os conversores de torque (binários*); volantes e polias, incluindo as polias para cadernais; embreagens e dispositivos de acoplamento, incluindo as juntas de articulação. 8483.30 - Mancais (chumaceiras) sem rolamentos; "bronzes" 8483.30.2 "Bronzes" 8483.30.21 De diâmetro interno igual ou superior a 200 mm
Capítulo
84Reatores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, e suas partes.
Posição
84.83Árvores (veios) de transmissão (incluindo as árvores de cames e virabrequins (cambotas)) e manivelas; mancais (chumaceiras) e "bronzes"; engrenagens e rodas de fricção; eixos de esferas ou de roletes; redutores, multiplicadores, caixas de transmissão e variadores de velocidade, incluindo os conversores de torque (binários*); volantes e polias, incluindo as polias para cadernais; embreagens e dispositivos de acoplamento, incluindo as juntas de articulação.
Checklist Fiscal
Simulador de Importação — NCM 8483.30.21
Estime a carga tributária na importação deste NCM: II, IPI, PIS/COFINS-Importação, AFRMM, SISCOMEX e ICMS (base por dentro).
Ajustes avançados (PIS/COFINS, AFRMM, SISCOMEX)
Simulação estimada. Os valores oficiais dependem de NCM específico, regime aduaneiro, tratamentos preferenciais (Mercosul, ACE), regime especial (Drawback, RECOF, ZFM) e enquadramentos particulares de PIS/COFINS. Não substitui parecer de despachante ou contador. A base do ICMS-Importação é calculada "por dentro" (art. 13, V, LC 87/96).
Enquadramento fiscal oficial (SPED)
Nota Explicativa (NESH) — Posição 8483
A posição 8483 — "Árvores (veios) de transmissão (incluindo as árvores de cames e virabrequins (cambotas)) e manivelas; mancais (chumaceiras) e "bronzes"; engrenagens e rodas de fricção; eixos de esferas ou de roletes; redutores, multiplicadores, caixas de transmissão e variadores de velocidade, incluindo os conversores de torque (binários*); volantes e polias, incluindo as polias para cadernais; embreagens e dispositivos de acoplamento, incluindo as juntas de articulação." — está definida na NESH (Notas Explicativas do Sistema Harmonizado) da seguinte forma:
84.83 - Árvores (veios) de transmissão (incluindo as árvores de cames e virabrequins (cambotas))
e manivelas; mancais (chumaceiras) e “bronzes”; engrenagens e rodas de fricção; eixos de
esferas ou de roletes; redutores, multiplicadores, caixas de transmissão e variadores de
velocidade, incluindo os conversores de torque (binários*); volantes e polias, incluindo as
Ler nota completa
polias para cadernais; embreagens e dispositivos de acoplamento, incluindo as juntas de
articulação.
8483.10 - Árvores (veios) de transmissão (incluindo as árvores de cames e virabrequins
(cambotas)) e manivelas
8483.20 - Mancais (chumaceiras) com rolamentos incorporados
8483.30 - Mancais (chumaceiras) sem rolamentos; “bronzes”
8483.40 - Engrenagens e rodas de fricção, exceto rodas dentadas simples e outros elementos
de transmissão apresentados separadamente; eixos de esferas ou de roletes;
redutores, multiplicadores, caixas de transmissão e variadores de velocidade,
incluindo os conversores de torque (binários*)
8483.50 - Volantes e polias, incluindo as polias para cadernais
8483.60 - Embreagens e dispositivos de acoplamento, incluindo as juntas de articulação
8483.90 - Rodas dentadas e outros elementos de transmissão apresentados separadamente;
partes
Esta posição compreende principalmente os órgãos mecânicos utilizados para transmitir energia:
1º) Quer de uma máquina motriz exterior para uma ou mais máquinas que a utilizam.
2º) Quer de uma parte para outra do mecanismo, no interior de uma mesma máquina.
A.- ÁRVORES (VEIOS) DE TRANSMISSÃO
(INCLUINDO AS ÁRVORES DE CAMES
E VIRABREQUINS (CAMBOTAS)) E MANIVELAS
É geralmente sob a forma de um movimento rotativo que os órgãos deste grupo transmitem a força
motriz. Conforme a sua função e as particularidades de sua forma, distinguem-se.
1) As árvores (veios) motoras ou árvores (veios) de transmissão horizontal que são movidas
diretamente pelo motor.
2) As árvores (veios) de transmissão secundárias que, por intermédio de engrenagens ou de polias e
de correias, etc., recebem o movimento da árvore (veio) motora e transmitem-no às máquinas ou a
outras árvores (veios) secundárias.
3) As árvores (veios) articuladas, compostas por árvores (veios) elementares ligadas por articulações
mecânicas a rótulas, cruzetas, etc.
4) As árvores (veios) flexíveis, utilizadas para transmitir o movimento de um órgão motor a
ferramentas manuais ou a aparelhos de medida (contadores de voltas, indicadores de velocidade,
etc.), por exemplo.
5) As árvores (veios) de cotovelo, as árvores (veios) de manivelas, os virabrequins (cambotas), as
manivelas e contramanivelas; estes órgãos constituídos às vezes por uma única peça, outras vezes,
pelo contrário, por várias peças reunidas, são destinados a receber as bielas para transformação do
movimento alternativo em movimento rotativo ou inversamente.
6) As árvores (veios) de excêntricos e as árvores (veios) de cames.
Esta posição não abrange os eixos simples e gonzos que se destinam apenas a sustentar órgãos de revolução, sem lhes
transmitir movimento.
Excluem-se também desta posição:
84.83
XVI-8483-2
a) As barras, de ferro ou de aço, de perfil uniforme, mesmo destinadas a serem transformadas em árvores (veios) (posições
72.14 ou 72.15).
b) Os fragmentos de cabo retorcido, para árvores (veios) flexíveis, sem dispositivo para transmissão de movimento nas suas
extremidades (posição 73.12).
c) As bielas oscilantes para transmissão de movimento às barras de cortes dos cortadores de grama (relva), ou de ceifeiras
(posição 84.33).
B.- MANCAIS (CHUMACEIRAS) E “BRONZES”
Os mancais (chumaceiras), são destinados a sustentar e manter as árvores (veios) e compreendem
geralmente duas peças que se unem para formar um colar no qual vai alojar-se o “bronze” ou o
rolamento. Frequentemente, comportam também órgãos de lubrificação. Os mancais (chumaceiras)
especiais colocados na extremidade das árvores (veios) horizontais para se oporem aos impulsos axiais
denominam-se “mancais (chumaceiras) de escora”. Existem também mancais (chumaceiras) que se
empregam para sustentar as árvores (veios) que trabalham em sentido vertical para os manter
lateralmente de espaço em espaço.
Os suportes de mancais (chumaceiras) (solas, cadeiras, consoles, ninhos, pendurais, etc.), só se
classificam na presente posição quando efetivamente equipados com um mancal (chumaceira), ou
quando comportam um espaço que se destina a receber diretamente os “bronzes” ou os rolamentos; caso
contrário, seguem o regime da matéria constitutiva (posições 73.25 ou 73.26, geralmente).
Os rolamentos (de esfera, de agulhas, etc.) montados em mancais (chumaceiras) seguem o regime destes;
apresentados isoladamente, esses rolamentos classificam-se na posição 84.82.
Pelo contrário, os “bronzes” classificam-se aqui mesmo que sejam apresentados sem os mancais
(chumaceiras); estes órgãos consistem em superfícies de deslizamento cilíndricas (mangas lisas de uma
única peça ou de várias partes reunidas), no interior dos quais gira a árvore (veio) ou eixo. São
constituídos, geralmente, por ligas ou por sinterizações metálicas antifricção, mas fabricam-se também
com outras matérias, tal como o plástico.
A presente posição não compreende, contudo, os “bronzes” de grafita ou de outro carbono, que se classificam na
posição 68.15.
C.- ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO
As engrenagens executam a transmissão do movimento por meio de elementos dentados: rodas,
carretos, cremalheiras ou parafusos sem fim. Conforme a relação entre o número de dentes dos
elementos associados, o movimento é transmitido com a mesma velocidade, com uma velocidade
acrescida ou ainda com uma velocidade reduzida. Além disso, pode-se modificar a direção da
transmissão em função das engrenagens utilizadas (carretos cônicos, por exemplo) e o ângulo sob o qual
operam, ou transformar o movimento rotativo em movimento retilíneo, ou inversamente, pela associação
por exemplo, de um carreto e uma cremalheira.
A presente posição compreende qualquer tipo de engrenagens (cilíndricas, cônicas, de parafuso sem fim,
de dentes retos, helicoidais, em ângulo, etc.) e compreende tanto os próprios elementos, tais como as
rodas dentadas (incluindo as rodas dentadas ou semelhantes para transmissão de movimento por meio
de correntes articuladas) como os respectivos conjuntos.
Quanto às rodas de fricção (denominadas também, às vezes, roletes), transmitem o movimento por
simples atrito das superfícies externas de dois corpos de revolução, cilíndricos ou cônicos, montados,
um deles sobre a árvore (veio) motora e o outro, sobre árvore (veio) acionada. Estes órgãos são
comumente fabricados de ferro fundido e frequentemente recobertos de couro, madeira, fibras revestidas
ou impregnadas ou de qualquer outra matéria apropriada para aumentar a fricção.
D.- EIXOS DE ESFERAS OU DE ROLETES
Os eixos de esferas (também denominados “parafusos de esferas”) ou de roletes, são constituídos por
um parafuso rosqueado e por uma porca de esferas ou de roletes, encontrando-se as esferas ou os roletes
dispostos no interior da porca em alvéolos; estes dispositivos permitem a transformação de um
movimento rotativo em movimento linear e vice-versa.
84.83
XVI-8483-3
E.- REDUTORES, MULTIPLICADORES, CAIXAS DE TRANSMISSÃO E
VARIADORES DE VELOCIDADE, INCLUINDO OS
CONVERSORES DE TORQUE (BINÁRIOS*)
Estes termos designam os dispositivos, de comando manual ou automático, que permitem fazer variar a
velocidade da máquina impulsionada em função das necessidades, permanecendo constante a velocidade
da máquina motriz. Existem vários tipos de elementos de transmissão desta espécie. Entre estes,
destacam-se especialmente:
1) Os redutores, multiplicadores e caixas de transmissão, de velocidade, constituídos por diversos
jogos de engrenagens, geralmente contidas num cárter, cujos elementos motores se prestam a
diferentes combinações com os elementos impulsionados, de modo a fazer variar a relação de
transmissão.
2) Os variadores de discos ou cones, de fricção, e os de correntes ou de correias, nos quais um
disco, cone, corrente ou uma correia está em contato com um dispositivo de fricção cuja posição,
modificável em relação ao centro do disco ou ao vértice do cone, determina a relação entre a
velocidade do elemento motor e a do elemento impulsionado.
3) Os variadores hidráulicos, incluindo os conversores de torque (binários*), hidráulicos. A
variação é obtida pela rotação das pás do elemento motor num fluido (geralmente óleo) e pela reação
sobre as pás fixas ou móveis do elemento acionado. A potência é transmitida quer pela pressão
(variador hidrostático), quer pelo fluxo (variador hidrodinâmico ou conversor de torque (binário*)).
Os redutores e variadores de velocidade que formam um único corpo com o motor (blocos motorredutores, por exemplo)
seguem o regime do motor.
F.- VOLANTES
Os volantes, que são por vezes de grandes dimensões e peso relativamente considerável, são rodas
construídas de tal modo que a sua massa se encontra principalmente concentrada nas bordas para
acumular energia cinética. Sua inércia, opondo-se às variações de velocidade, confere aos volantes as
propriedades dos reguladores de movimento. Em certos casos, os volantes são também utilizados para
transmitir a força motriz quer por meio de correias ou de cabos (volantes-polias), quer por meio de uma
biela (volantes de manivela ou bandejas-manivelas), quer ainda por meio de engrenagens (volantes
dentados).
G.- POLIAS, INCLUINDO AS POLIAS PARA CADERNAIS
As polias são órgãos utilizados para a transmissão de movimentos rotativos por meio de correias ou de
cabos que elas impulsionam (polias motrizes) ou que as impulsionam (polias receptoras) por fricção. As
polias comuns apresentam a forma de rodas cujo aro (jante), conforme o caso, é liso (plano ou abaulado)
ou de gola. Há também alguns tipos especiais, tais como as polias-tambores, que têm a forma de troncos
de cones ou de cilindros mais compridos que largos, e as polias-cones, também denominadas polias
escalonadas ou polias múltiplas, constituídas por um conjunto de polias comuns, de diâmetros diferentes,
dispostas por ordem crescente ou decrescente.
Estão aqui incluídas não só as polias que asseguram diretamente a transmissão, mas também as
constituídas por simples guias ou pontos de apoio rotativo para correias e cabos, tais como as polias de
tensão ou os tensores para correias, as polias para cadernais, compostas de duas ou mais polias soltas,
montadas numa mesma armação, etc.
Todavia, os conjuntos de polias que constituam cadernais ou talhas, classificam-se na posição 84.25.
H.- EMBREAGENS
As embreagens são dispositivos que se intercalam entre a árvore (veio) motora e a árvore (veio) acionada
a fim de os tornarem solidários um ao outro ou, pelo contrário, para os isolarem. Citam-se especialmente:
As embreagens de fricção (constituídas por discos, cones ou anéis giratórios, que se colocam em contato
uns com os outros ou que se liberam, conforme a necessidade), as embreagens de garras (cujas peças
complementares apresentam, uma, saliências ou garras, e a outra, entalhes ou reentrâncias concordantes,
84.83
XVI-8483-4
que lhes permitem acoplar-se entre si), as embreagens centrífugas automáticas, de rebarbas rotativas,
que se engatam e desengatam devido à velocidade de rotação, as embreagens pneumáticas, as
embreagens hidráulicas, etc.
As embreagens eletromagnéticas classificam-se na posição 85.05.
IJ.- DISPOSITIVOS DE ACOPLAMENTO,
INCLUINDO AS JUNTAS DE ARTICULAÇÃO
Entre os dispositivos de acoplamento distinguem-se as mangas de acoplamento fixas (de aro ou virola
de discos, etc.), os acoplamentos elásticos (de tacos, de frisos, de anéis, de fitas, de esferas de borracha,
de molas, etc.) e os acoplamentos hidráulicos. Quanto às juntas de articulação, são essencialmente
constituídas por órgãos permanentes de ligação de árvores (veios), dos tipos Cardan, Oldham ou
semelhantes (de cruzeta, de dados, de núcleos esféricos, etc.).
PARTES
Ressalvadas as disposições gerais relativas à classificação das partes (ver as Considerações Gerais da
Seção), também se incluem aqui as partes dos artigos da presente posição.
*
* *
Excluem-se desta posição:
a) Os produtos de seção maciça simplesmente desbastados por forjamento ou por martelagem, da posição 72.07.
b) Os elementos de transmissão da natureza dos acima descritos (caixa de transmissão, árvores (veios) de transmissão,
embreagens, diferenciais, etc.), com exceção dos órgãos que façam parte intrínseca de motores, quando são reconhecíveis
como destinados exclusiva ou principalmente aos veículos terrestres ou aéreos (Seção XVII).
Por esta razão, um virabrequim (cambota) ou uma árvore de cames permanecem classificados aqui, mesmo se
especialmente concebidos para um motor de automóvel; todavia, as árvores (veios) de transmissão, as caixas de
transmissão e os diferenciais para veículos automóveis, classificam-se na posição 87.08.
Os elementos de transmissão da natureza dos descritos na presente posição permanecem aqui classificados mesmo que
sejam especialmente concebidos para navios.
c) As peças para aparelhos de relojoaria (posição 91.14).
84.84
XVI-8484-1
Perguntas Frequentes
O que é o NCM 8483.30.21?
Qual a alíquota IPI do NCM 8483.30.21?
Qual a alíquota de Imposto de Importação (II) do NCM 8483.30.21?
Em que gênero de mercadoria o NCM 8483.30.21 se enquadra?
Em quais documentos informar o NCM 8483.30.21?
O que diz a NESH para a posição 8483?
Qual a diferença entre 84.83 e 8483.30.21?
Como usar o NCM 8483.30.21
Campo NCM/SH: informe 84833021 (8 dígitos, sem pontos).
Aplique 7.8% sobre o valor do produto (verifique isenções específicas).
Use 84833021 na DUIMP ou DU-E. Classificação incorreta gera diferença tarifária.